Acompanhamento Nutricional

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Olha só este site é simplesmente fantástico pra quem está precisando de um acompanhamento pra chegar ao peso ideal e não quer sair de casa!!!
www.minhavida.com.br

Quibe de Beringela

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Ingredientes:

2 xícaras (chá) de trigo para quibe – 320g
2 berinjelas grandes picadas em rodelas – 1kg
3 colheres (sopa) de suco de limão – 45ml
2 cebolas grandes em pedaços bem pequenos – 750g
½ xícara (chá) de hortelã picada – 20g
1 colher (sopa) de noz picada – 10g
5 colheres (sopa) de azeite de oliva espanhol – 50g
1 colher (chá) de pimenta síria – 1,5g
Sal a gosto

Modo de Fazer:
1. Deixe o trigo de molho em uma tigela com 1 litro de água por 30 minutos.
2. Espalhe sobre a berinjela 2 colheres (sopa) de sal e o suco de limão e deixe por 15 minutos. Em seguida, lave a berinjela, seque e bata no processador até obter uma pasta. Reserve a metade e o restante misture com o trigo (espremido), as cebolas, a hortelã, as nozes, 2 colheres

(sopa) de do azeite de oliva, a pimenta síria e o sal. Reserve.
3. Em uma panela, refogue por 5 minutos a berinjela reservada em 2 colheres (sopa) de azeite de oliva. Tempere com sal e retire do fogo.
4. Arrume a metade da massa de berinjela com trigo em uma assadeira, espalhe a berinjela refogada e cubra com a massa restante. Leve ao forno preaquecido em temperatura média (180ºC) por 45 minutos ou até a superfície dourar. Retire do forno e corte em pedaços.

5. Montagem: Arrume nos pratos o quibe. Sirva com salada de folhas e regue com o azeite de oliva restante. Decore com limão, tomate-cereja e polvilhe pimenta síria.

Rendimento: 8 porções de 250g

Tempo de preparo: 30 minutos (mais 30 minutos para o trigo hidratar mais 45 minutos de forno)
Valor nutricional por porção: 195 Kcalorias; 37,5 g de carboidratos; 8,5 g de proteínas; 7,5 g de gorduras totais (1 g de saturada, 4,5 g de monoinsaturada e 1,5 g de poliinsaturada); 0 de colesterol; 21,5 g de fibras; 5 mg de ferro; e 87 mg de cálcio

Fonte: www.minhavida.com.br

Maus hábitos que engordam

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Faça com que estes hábitos não façam parte da sua Vida!

Muito tempo sem comer : ao passar muitas horas sem ingerir nada, a fome se acumula e você fica mais vulnerável aos abusos. Para driblar o inconveniente e evitar que os quilos a mais se instalem, divida o menu diário em cinco refeições. Entre elas, café-da-manhã, almoço, jantar e lanches intermediários.

Pular refeições : o café-da-manhã costuma passar batido por muitas pessoas, apesar de se destacar como uma das principais refeições do dia. Os alimentos consumidos nas primeiras horas do dia quebram um longo período de jejum. Além disso, o café-da-manhã conta com a participação de alimentos fornecedores de nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do organismo, como o leite e seus derivados, ricos em cálcio.

Beliscar o dia todo : o maior problema de não estipular horários para fazer as refeições principais e os lanches intermediários é que o descontrole pode te levar a beliscar o dia todo. O costume é atalho certo para o excesso de calorias, já que é fácil se perder na quantidade das porções ingeridas.

Não beber a quantidade ideal de água: além de hidratar o corpo, a ingestão regular faz com que a sensação de fome seja retardada. O consumo de, pelo menos, dois litros diários de água combinado com as fibras dos alimentos melhora a função intestinal , comenta a nutricionista sobre mais um beneficio da ingestão correta da bebida.

Trocar água por sucos: embora os sucos naturais sejam boas fontes de nutrientes, eles não podem substituir a água livremente. Os sucos são calóricos e a ingestão excessiva não é recomendada. Para se hidratar nos intervalos das refeições, prefira água natural ou chá com adoçante. Os sucos podem entrar em cena nas refeições principais, não ultrapassando a medida de um copo de 200 ml.

Não mastigar direito: deixe a correria de lado e reserve, pelo menos, 30 minutos para fazer suas refeições, em um ambiente calmo e agradável. Ao se alimentar em pouco tempo, você deixa a textura e o sabor dos alimentos passar despercebidos. Outra agravante é que o cérebro não tem tempo suficiente de captar a sinalização de saciedade. Resultado: provavelmente, você vai consumir mais do que precisa.

1) Alguns pais não se conscientizam de si mesmos e de sua situação de peso e não conseguem analisar o do filho. Observe o seu comportamento e o de seu filho em relação à alimentação;

2) Fixe os horários das refeições, pois a prática ensina disciplina às crianças e evita o consumo de lanches e guloseimas fora de hora: Já dissemos que o ideal são 6 refeições diárias e evitar as beliscadas fora desses horários;

3) Não imponha dietas restritivas, principalmente nas crianças menores. Em fase de crescimento, o caminho é a reeducação alimentar: comer de tudo um pouco (alimentos saudáveis) e em quantidades adequadas;

4) Ignore o velho hábito de fazer o filho raspar o prato. Isso costuma provocar a perda da saciedade na criança, ou seja, ela deixa de ter o próprio limite de saturação;

5) Evitar muitas brincadeiras na mesa: hora de comer é hora de seriedade, evitar fazer aviãozinho. Muito mimo é sinônimo de muita manha;

6) Não ceder ao primeiro “não gosto disso”: a criança tem uma tendência a dizer que não gosta de uma comida que ainda não provou. Cada um pode comer o que quiser, mas pelo menos, experimentar não custa nada;

7) Substituir refeições: não quer arroz e feijão, então toma uma mamadeira. Esse erro é muito comum, e se a criança conseguir uma vez, vai repetir essa estratégia sempre;

8) Não faça da comida uma forma de recompensa ou moeda de troca. Exemplo: oferecer um sorvete se o filho se sair bem na escola ou comer toda a salada. “Coma toda a sopa para ganhar a sobremesa”. Passa a idéia de que tomar sopa não é bom e que a sobremesa é que é o máximo;

9) Não ameaçar castigos para quem não cumpre o combinado: “Se não comer a salada, não vai ganhar presente”. Isso somente vai aumentar o ódio que a criança sente das saladas;

10) Não subestime o poder de compreensão dos pequenos. Negar uma guloseima pode virar um “drama” para eles, mas só no início. A criança sem limites vai abusar das calorias e das guloseimas. Mesmo os adolescentes devem ser incentivados a ter apenas um dia por semana e situações em que podem ser mais liberais;

11) Evitar tornar a ida a uma lanchonete um “programão”: a comida de casa fica meio sem graça;

12) Servir sempre a mesma comida: a criança só toma iogurte, então passa o dia todo tomando iogurte. Vai enjoar, vão faltar nutrientes, vão faltar fibras;

13) O processo de reeducação alimentar costuma ser mais longo em crianças. Não tenha pressa. O ideal é começar retirando aos poucos os alimentos que engordam;

14) Incentive seus filhos a praticarem esportes ou atividades físicas. Dê preferência principalmente as modalidades individuais no início, porque evitam alguns constrangimentos, como gozações e piadinhas dos colegas, além da pressão para um bom desempenho;

15) Procurar conforme a disponibilidade, ajuda de profissionais multidisciplinares como: médico, nutricionista, psicólogo e orientador de atividades físicas;

16) Toda a família deve apoiar e auxiliar no seu tratamento, evitando insistir no preparo de alimentos inadequados e não ridicularizando suas atitudes e esforços;

17) Dar o exemplo: as crianças e muitas vezes ainda os adolescentes seguem os exemplos e os hábitos dos pais. Não adianta mandar tomar sucos e somente beber refrigerantes. Orientar dietas e atitudes saudáveis e fazer diferente disso;

Aos pais, que sirvam de bons exemplos para os filhos! Esta é uma herança que não depende da sociedade, mas do equilíbrio e do bom-senso. Que a família assuma seu papel de grande educadora em meio propício ao desenvolvimento da mente, moral e corpo saudáveis.

A obesidade é um distúrbio que pode se tornar o principal problema do século 21 e a primeira causa de doenças crônicas do mundo, pois ela induz à várias anormalidades do metabolismo que contribuem para as doenças cardiovasculares, do colesterol, diabetes mellitus e outras.
Assim como no adulto, essa realidade está acometendo cada vez mais crianças e adolescentes, que no Brasil cresceu 240% nos últimos 20 anos. São cerca de 6,7 milhões de crianças e adolescentes obesos no País, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Inclusive a incidência de obesidade mórbida está levando jovens à mesa de cirurgia em uma tentativa radical de emagrecer e regredir as complicações.
Ainda não se conhece claramente a etiologia do excesso de peso, mas sabe-se que estão envolvidos múltiplos fatores complexos que alteram o balanço energético.
Estes fatores podem ser classificados em genéticos, metabólicos, nutricionais e psicossociais. Eles parecem interagir, levando a um balanço calórico positivo e predispondo o excesso de peso.
O fator de risco mais importante para o aparecimento da obesidade na criança é a presença de obesidade em seus pais, pela soma da influência genética e do ambiente.
As crianças com os dois pais obesos têm 80% de chance de se tornarem obesas e se apenas um dos pais for obeso, ele terá 40% de chance.
Estudos comparando o peso corporal relativo de crianças adotadas com os pais adotivos e biológicos sugerem um maior componente genético na incidência da obesidade. O peso corpóreo durante a adolescência é um forte previsor do peso quando atingir a idade adulta.
A obesidade tende a persistir na vida adulta. Cerca de 50% de crianças obesas aos seis meses de idade e 80% das crianças obesas aos 5 anos de idade permanecerão obesas quando adultas.
A obesidade é mais prevalente nas raças hispânicas, afro-americanas e particularmente em meninas. A criança não precisa necessariamente ingerir grandes quantidades de comida para ganhar peso, muitos alimentos que elas gostam contêm alto valor calórico.
As condições de vida que levam à obesidade nas sociedades desenvolvidas estão atuando também nos países em desenvolvimento como o Brasil, aumentando sua prevalência especialmente nas regiões mais ricas, como as regiões sul e sudeste.
Um estudo chamado, NHANES-II (1976-1980) National Health and Nutrition Examination Survey, indica que nos EUA 20% dos meninos e 22% das meninas com idade de 12 a 19 anos estão com sobrepeso.
Dados de pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostraram que a prevalência de sobrepeso em adolescentes variou entre 1,7% no nordeste, 4,2% no sudeste. A prevalência de obesidade em adolescentes variou de 6,6% e 8,4% nas regiões nordeste e sudeste.
No Brasil a taxa geral de sobrepeso é de 7,6 % e só em São Paulo é de 14,7 %. De acordo com Wang et col, na revista American Journal of Clinical Nutrition, o índice de aumento anual de obesidade em indivíduos de 6 a 18 anos nos EUA é de 0,6%, no Brasil é de 0,5 % e na China é de 0,2 %.
A evolução da engenharia de alimentos também dificulta a manutenção de dietas saudáveis; as crianças e adolescentes sofrem muita influência deste mercado que, com o seu delicioso sabor e belas embalagens associadas ao grande marketing, fazem com que sejam esses produtos se tornem irresistíveis.
Uma reportagem publicada em agosto de 2004 pela revista Veja, mostrou que nos EUA neste ano, o diretor Morgan Spurlock, inspirado naquele episódio em que duas garotas americanas processaram a rede de lanchonetes McDonald´s por torná-las obesas, fez uma experiência com ele mesmo chamada “Super Size Me”, onde determinou que tudo que ele ingerisse por um mês deveria vir do McDonald´s.
Cada item do cardápio teria de ser provado pelo menos uma vez e ele teria que aceitar todas as vezes que um atendente oferecesse o lanche na porção super size (onde o número de calorias sobe assustadoramente). Além disso, ele reduziu de forma drástica sua atividade física até chegar à média nacional. Ao final do mês, estava com 11 quilos a mais, seu colesterol disparou, teve depósito de gordura no fígado como de um alcoólatra, dores de cabeça, mau humor e exaustão, imaginem isso tudo como conseqüência em uma criança!
Como publicado na Harvad Magazine, uma criança que come em casa ingere, em média, 130 calorias a menos por refeição do que nos dias em que almoça num restaurante fast-food.
Dois estudos publicados recentemente sugerem que os adolescentes obesos sejam emocionalmente problemáticos. No século XVII, o excesso de gordura era considerado sensualidade na Europa, e hoje o padrão de beleza é a magreza, o que exerce grande pressão nos jovens para manterem-se dentro dos padrões.
Um dos estudos realizados pela da Universidade de Minnesota, envolvendo cinco mil adolescentes mostra que os jovens com excesso de peso são mais propensos a sofrerem de depressão e de outros problemas vinculados à condição física.
O estudou determinou ainda que 26% dos adolescentes obesos alvos de gozação na escola e em casa consideraram o suicídio, enquanto que 9% já tentaram.
Um outro estudo realizado pela Universidade de Medicina e Odontologia de Nova Jersey e feito entre 17 mil adolescentes, com idades entre 13 e 18 anos, diz que os jovens obesos têm menos amigos que os demais adolescentes de mesma idade.
A explicação para isso estaria no isolamento social que os adolescentes obesos sentem quando comparados aos magros. Muitos adolescentes obesos possuem uma auto-imagem desfavorável e tornam-se progressivamente mais sedentários.
Existe inclusive a teoria de que levar desaforo para casa, fazer concessões além da conta e acumular raiva são atitudes que levam à obesidade. Para comprovar essa teoria, estudiosos da Universidade do Texas realizaram uma pesquisa recente com adolescentes entre 14 e 17 anos e constataram que atitudes como aceitar desaforos, por exemplo, contribuem para a obesidade.
Os sentimentos de impotência provocam raiva, que nos leva a comer, que por sua vez engorda e engordar provoca sentimentos de culpa. Então uma atitude mais assertiva diante das situações cotidianas, poderia ajudar a lidar melhor com a raiva e amenizar os efeitos que ela traz. Isso significa aprender a dizer não, e expor a opinião, independentemente do que os outros pensem.
O posicionamento assertivo oferece novas formas de expressão de sentimentos, que outrora iam para a comida. As atitudes 8 ou 80 são mais fáceis: ou engole a raiva ou explode; o ideal é se habituar a encontrar uma manifestação adequada entre as diversas possibilidades de expressão que existem entre 8 e 80.
Freqüentemente os pais não sabem como ajudar. Não existem muitas opções terapêuticas disponíveis para os adolescentes obesos. Há poucos programas elaborados especialmente para adolescentes, poucos profissionais experientes nesse tipo tratamento, e o uso de medicamentos ainda é muito limitado.

Dicas para aprender a pensar como Magro!!!

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

É só decidir fazer uma dieta que você se transforma em um aficionado por qualquer tipo de prato, seja ele doce ou salgado? O comportamento é natural. Quando não existe nenhuma restrição ou alteração alimentar, o ato de escolher os alimentos é espontâneo. Já quando se está de dieta, é preciso analisar características como tamanho das porções, qualidade nutricional e calorias fornecidas.O fato é que tanta preocupação pode acabar confundindo seus sentidos.
Nem sempre a vontade de consumir tentações é maior, depois de dar o pontapé inicial à reeducação alimentar. É uma falsa sensação, criada pela atenção que a comida está recebendo , desaponta quem usa o desejo por certos alimentos como pretexto para não investir em um cardápio equilibrado.
Mas se você sofre com a irresistível vontade de se deliciar com um pratão de macarronada, seguido de uma sobremesa com muito chocolate, atente para as dicas, que ensina alguns truques para espantar o pensamento gordo.

Mude seus conceitos : não encare verduras, legumes e frutas como um sacrifício para emagrecer. Eles são fundamentais em uma alimentação saudável e precisam fazer parte da sua rotina alimentar. Sem contar que, devido à variedade de nutrientes que contêm, trazem diversos benefícios ao seu corpo. Além disso, existem tantas opções, que é impossível odiar todas. Alguma, certamente, agrada o seu paladar.

Direcione seu foco: está claro que você precisa estar atento a tudo que leva à boca quando está de dieta, mas isso não significa que seu pensamento deve estar totalmente voltado para a comida. Quando não estiver na hora das refeições, faça alguma coisa que te distraia, como ler um livro, ouvir música, assistir a um filme. Isso evita que você pense excessivamente nos alimentos.

Previna-se das tentações: caso você ainda se sinta vulnerável diante das suas delícias preferidas, evite dar de cara com elas. Não se exponha a situações de risco. A solução apontada é, na hora das compras, fugir das gôndolas e corredores que abrigam os alimentos tentadores, como bolachas recheadas e chocolates, por exemplo.

Escape das armadilhas: você não precisa deixar de sair com seus amigos só porque eles sempre pedem sua sobremesa preferida. E também não precisa nem deve ficar chupando o dedo. Não hesite na hora da sobremesa, peça uma fruta. Se surgirem comentários descritivos das sobremesas saboreadas pela turma, mude de assunto.

Mire no alvo: se você está pensando em matar uma das refeições principais para se esbaldar com um doce, afaste esta idéia para bem longe. Jamais pule uma refeição para compensar com um doce ou salgado muito calórico. O máximo que você consegue é, em vez de economizar calorias, se privar de diversos nutrientes.

Na dúvida, fique com o trivial: diante da variedade dos cardápios de restaurantes, opte pelos pratos mais simples, que, certamente, serão os menos calóricos. Prefira um prato de arroz, feijão, carne grelhada, legumes e verduras a uma fatia de torta ou quiche com salada e molho. Não se esqueça de trocar a mousse por uma fruta, na sobremesa.

Abandone o radicalismo: mude seus hábitos alimentares visando um cardápio balanceado, que favoreça sua saúde. Nenhuma restrição excessiva é saudável. Portanto, nada de pular o café-da-manhã para abusar no almoço. Planejando todas as refeições, você não chega afoito e faminto em nenhuma delas.

Pense positivo e aja da mesma forma: esqueça a idéia de que, para emagrecer, é preciso passar fome de barriga vazia, certamente você vai sentir mais vontade de devorar qualquer prato. A partir daí, mude também as suas atitudes, programando suas refeições, que devem somar cinco a seis por dia (café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches intermediários). É comum as pessoas que seguem uma orientação nutricional questionarem a quantidade dos alimentos que vão ingerir, ao seguir o cardápio da dieta. Elas duvidam que irão emagrecer, comendo mais do que costumam comer. Optando por alimentos mais saudáveis e menos calóricos, dá sim para treinar mais a mastigação, quando se está de dieta. Além disso, uma alimentação saudável permite que você consuma uma variedade maior de nutrientes.

Fonte: site www.minhavida.com.br

Com novas normas da Anvisa, aumenta a fiscalização sobre quem receita, vende e compra moderadores de apetite.

Rodrigo Stüpp

Para frear o consumo de remédios para emagrecer, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tomou medidas de peso. A principal é aumentar o rigor sobre as receitas emitidas por médicos. E, por conseqüência, maior controle sobre as caixas vendidas pelas farmácias. Há pacientes que não gostaram de uma proibição em especial: agora não é mais possível combinar anorexígenos com diuréticos, antidepressivos, hormônios e ansiolíticos. É um ou outro. Motivo para alguns médicos e farmacêuticos reclamarem. Não é à toa. O Brasil é recordista mundial de consumo desse tipo de medicamento, segundo pesquisa de 2006 da Organização Mundial da Saúde.
Duas resoluções da Anvisa determinam as mudanças. A mais antiga tem quase um ano. A RDC27 agilizou a prestação de contas das farmácias com a Anvisa, sobre todos os medicamentos de uso controlados vendidos. O que levava meio ano para chegar a Brasília agora precisa ser feito toda semana.
A outra resolução, RDC-58, é a que proíbe a combinação de remédios para emagrecer com antidepressivos, por exemplo. O diretor-presidente adjunto da Anvisa, Norberto Rech, diz que a Agência segue o “príncípio da precaução”. Como não há comprovação científica dos danos que a combinação de medicamentos pode causar, há restrição. A decisão segue acordo internacional firmado no Consenso Latino-americano de Obesidade.
Outra mudança é o limite de doses diárias que podem ser receitadas. “O Brasil é recordista mundial no consumo de anorexígenos. Essa medida é necessária para reduzirmos os índices”, diz Norberto Rech.
Mudou também o tipo de notificação de receita usada para esses medicamentos. Antes, eram do “tipo B” (cor azul). A partir de agora, são enquadrados como B2, também azul, porém específica para este novo modelo de controle elaborado pela Anvisa.
Quem for comprar, não pode demorar com a receita na mão. Ela terá 30 dias de validade, contados a partir da emissão. O medicamento só poderá ser comprado no Estado onde foi emitida a receita.
A principal vantagem de todo o processo, segundo o diretor-presidente, é acompanhar também os médicos. “Se um mesmo profissional emite um número muito grande de receitas, teremos como perceber e avaliar isso, por mais de uma maneira”, diz.
E é bom que médicos acostumados a receitar a torto e a direito abram o olho. Profissionais e estabelecimentos que desrepeitarem a RDC 58 estarão sujeitos às penalidades previstas em lei. Multa de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, além de responsabilização civil e penal.
rodrigo.stupp@an.com.br

Maior controle dificulta acesso a medicamento

A norma da Anvisa não surgiu sem debate. Houve consulta pública em 2006 e o texto ficou disponível para discussão. E foram 182 sugestões, segundo a agência. Psiquiatras, psicólogos, nutricionistas e endocrinologistas participaram.
O presidente nacional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), o pernambucano Ruy Lyra, diz que a resolução é um avanço para o Brasil. “Não vai bloquear o acesso aos remédios, mas vai dificultar muito. O controle sobre quem prescreve vai inibir o uso, no final das contas. E é isso que precisamos: reduzir o uso de anorexígenos”, pontua.
Segundo Lyra, a maioria dos casos de tratamento para emagrecimento não exige remédios complementares, como antidepressivos ou para controlar a ansiedade. “Se deve haver uma regra, é a de que só o anorexígeno é suficientemente capaz”, diz. Para ele, o combate a fórmulas “milagrosas” é questão de saúde pública.
Mas isso não é duvidar da ética do médico que emite as receitas, doutor? “Não vejo dessa forma. O médico que tem responsabilidade receita e pronto. O que precisamos coibir são os excessos”, destaca.
Efeitos:
– Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), o uso contínuo de anorexígenos, além de provocar perda de peso, pode causar insônia, irritabilidade, alteração da freqüência cardíaca e até dependência.
– A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) diz que o abuso está ligado sobretudo a questões estéticas.

Especialista questiona a norma

Eduardo Senra, endocrinologista em Joinville e especialista em perda de peso, diz que é importante controlar os excessos, mas alerta: “A norma não vai resolver o problema. Só dificulta o trabalho e gera constrangimento ao paciente”. Outros dois endocrinologistas ouvidos pela reportagem dizem que, para muitos pacientes, a combinação de receitas é a única saída para reduzir efeitos colaterais.

Prática
Endocrinologista diz que combinação de medicamentos em muitos casos é feita para diminuir efeitos colaterais“Os anorexígenos são uma boa arma terapêutica. Não a melhor, mas a melhor que temos no momento. E o uso de ansiolíticos, antidepressivos, reduz os efeitos colaterais”, diz Senra. Ele afirma que a dependência física criada pelo anorexígeno é mínima. “Observamos na prática e com estudos que a chance de isso ocorrer é muito pequena, se houver retirada gradual do medicamento. Essa prática existe há 20 anos e não vejo mal nisso”, diz.
Ele considera “muito boa” a iniciativa de registrar as receitas, saber quem emite e quem vende. Mas discorda do “princípio da precaução”, argumento usado pela Anvisa. “O paciente tem várias maneiras de reclamar ao se sentir prejudicado. Pode fazer denúncia no Cremesc ou mesmo entrar com uma ação na Justiça. Isso atrapalha o tratamento”, reclama.
E como o senhor tem feito com seus pacientes que precisam dos remédios combinados, doutor? “Informo o Código Internacional da Doença (CID) junto, e com autorização por escrito de quem vai tomar. Mas isso é absolutamente constrangedor para quem vai tomar. É uma exposição desnecessária, uma invasão à privacidade do paciente”, acredita.
Farmacêuticos de Joinville ouvidos pela reportagem também dizem ser difícil explicar aos clientes, acostumados a comprar os medicamentos combinados, que agora não é mais possível. Outra reclamação, de médicos e farmacêuticos: está difícil conseguir imprimir os formulários adequados na cidade, por causa da falta de licença adequada de muitas gráficas. Por causa dessa demora, pacientes estariam ficando sem os remédios.
Consumo
– Brasil tem o maior consumo mundial per capita de remédios para emagrecer.
Dados foram coletados entre 2002 e 2004.
– Brasil – 9,1 doses diárias por mil habitantes. Aumento de 20% em relação a 1992 e 1994.
– Estados Unidos – 7,7 doses diárias por mil habitantes.
– Coréia do Sul e Cingapura – os dois consomem 6,4 doses diárias por mil habitantes.

Regional de SC vai denunciar os médicos

Em Santa Catarina, a regional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (Sbem) apóia a iniciativa da Anvisa. Em nota, o presidente do Sbem-SC, Luiz Antônio de Araújo, diz que há muitos anos a entidade e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Metabologia (Abeso) tem lutado pelo tratamento ético da obesidade.
A Sbem-SC garante que “encaminhará as denúncias de transgressão para serem avaliadas na câmara técnica do Conselho Regional de Medicina (Cremesc)”. Entre essas possíveis denúncias, casos que estão ocorrendo no Estado.
Para driblar a proibição, médicos estariam emitindo receitas para os mesmos pacientes, mas em nome de parentes: pais, irmãos e até filhos. Seria a maneira de permitir que os remédios fossem comprados separadamente e combinados pelo paciente. Duas farmácias de Joinville confirmam que a prática ocorre.

Paciente diz que sofre sem o remédio

Mesmo tendo perdido 30 quilos no ano passado, Ana (nome alterado) só aceita falar por telefone. “Ainda não gosto do meu corpo”, diz a jovem de 28 anos. Desde o início do ano, para continuar usando anorexígeno com antidepressivo, ela vai a um psiquiatra. “Ele me receita um e o endócrino, o outro. Foi a solução que encontrei.” Ela diz que os médicos decidiram continuar o tratamento assim.
“Tenho momentos de depressão. Se não tomar os dois, fico muito ruim”, fala a moradora de Joinville. Ela acha que não está colocando a sua vida em risco. “Tomo há dois anos. De vez em quando o doutor reduzia a dose para ver como eu reagia”, conta Ana.
Outra paciente toma laxantes combinados com moderador de apetite. Mas a dose, sob prescrição, é menor que a vendida livremente na farmácia. “Se for comprar um desses estimulantes intestinais comuns, que qualquer um consegue, e é mais forte, eu posso. Agora, se o médico receita uma dose bem menor, é proibido. Não consigo entender”, argumenta.

Fonte :A NOTÍCIA (SC) • GERAL • 9/3/2008

O que engorda mais vinho ou cerveja?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Apesar da cerveja possuir quase metade das calorias (43 cal em 100 ml) se comparada ao vinho ( 84 em 100 ml) ela, compromete mais o regime. É que a cerveja acaba sendo consumida em maiores quantidades por ser gelada, leve e mais acessível. Fica mais fácil perder o controle na hora da cervejinha do que do vinho!

Femproporex

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

O que é femproporex?

O femproporex é um anorexígeno, com utilização no auxílio ao combate da obesidade, da classe das anfetaminas, que atua diminuindo o apetite. Femproporex, que é utilizado em vários fórmulas para emagrecer, age no sistema nervoso central inibindo o centro da fome hipotalâmico. Juntamente com a anfepramona e dietilpropiona, o femproporex é um dos remédios mais usados no Brasil como supressor de apetite. Além desse três, há a sibutramina, que é mais nova e também mais cara.

Abusos na utilização do femproporex

O femproporex é uma das substâncias cuja utilização sofre mais abusos no Brasil. Além da utilização muitas vezes irracional e exagerada no combate à obesidade, grande parte do abuso na utilização do femproporex é devido à sua propriedade estimulante capaz de manter a pessoa acordada. Desta forma, femproporex é muito utilizado de forma irresponsável por caminhoneiros, a famosa bolinha, para manter-se acordados por várias horas trabalhando. Visando combater o consumo irresponsável do femproporex, a Anvisa obriga que os remédios anorexígenos tenham faixa preta e advertências nos rótulos, além de só poderem ser vendidos sob prescrição médica.

Contra-indicações e indicações

Femproporex é contra-indicado para quem tem distúrbios cardíacos. Além disso, Narcotical Control Board, órgão das Nações Unidas, recomenda que o femproporex, devido à sua capacidade de criar dependência, seja utilizado pelo prazo máximo de quatro meses. Desta forma, o femproporex só teria utilidade para combate da obesidade à curto prazo, tornando-se necessário que a pessoa passe por um processo de reeducação alimentar e mudanças no estilo de vida para não recuperar o peso perdido ao parar de tomá-lo. Além disso, devido aos seus efeitos colaterais em potencial, é necessário que a pessoa que esteja utilizando o femproporex tenha supervisão médica contínua. O médico ao receitar o femproporex deve avaliar o seu risco versus o benefício em relação aos perigos que a obesidade representa para a saúde do paciente.

Efeitos colaterais do femproporex

O femproporex pode ocasionar alucinações, delírios e doenças psicóticas que poderiam levar a pessoa a comportamento violento ou suicida. Femproporex também pode criar dependência. Além disso, femproporex pode causar ainda os seguintes efeitos colaterais:
* insônia,
* nervosismo,
* irritação,
* ansiedade e agitação,
* tremores,
* náuseas,
* fadiga
* depressão,
* complicações cardiovasculares,
* boca seca

Fonte: www.copacabanarunners.net

Quer afinar a cintura? Então desestresse

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Cientistas descobrem como o estresse leva ao acúmulo de gordura abdominal.

Quem não gosta de uma boa desculpa para justificar o acúmulo de gordura na cintura? Na maioria dos casos, os pneuzinhos que não param de crescer nada mais são que o resultado de uma equação simples: comida demais e atividade física de menos. Quando ingerimos mais calorias do que gastamos, o excesso de energia se acumula no corpo em forma de tecido adiposo (sim, gordura). Segundo novas pesquisas, no entanto, há um outro fator que contribui para o ganho de peso: o estresse. Já ouviu desculpa melhor?

Um estudo publicado na revista Nature Medicine desvenda como o estresse faz engordar. E ainda aponta uma forma promissora de remover a gordura localizada. Os resultados surpreenderam os especialistas. Muitos acreditam que essa linha de pesquisa terá grande impacto no desenvolvimento de novos tratamentos de emagrecimento e até de cirurgias estéticas. Será que teremos em breve um novo tipo de lipoaspiração, mais eficaz e menos traumática? O que significam as descobertas para quem quer emagrecer?

Havia muito tempo os cientistas suspeitavam existir uma relação entre estresse e ganho de peso. Mas não conseguiam desvendá-la. Os pesquisadores da Universidade Georgetown, em Washington, foram além. Descobriram um mecanismo químico que pode explicar por que estressados crônicos engordam muito mais que o esperado. Gente que não ingere uma quantidade absurda de calorias e mesmo assim leva um susto toda vez que sobe numa balança.

A explicação para esse fenômeno pode estar nos neurotransmissores, hormônios que permitem a comunicação entre os diferentes tipos de neurônios. Os cientistas trabalharam com um neurotransmissor chamado NPY e o receptor ativado por ele. Essas substâncias atuam em dois tipos de células do tecido adiposo: as células de gordura propriamente ditas e as células dos vasos sanguíneos que as alimentam.

Os pesquisadores descobriram que o estresse faz o corpo liberar NPY em excesso. Isso provoca uma cascata de eventos bioquímicos cujo resultado é indisfarçável: aquela massa de gordura (ops, tecido adiposo) na cintura. O problema não é apenas estético. Vários estudos demonstram que grandes depósitos de gordura na região abdominal – aqueles que fazem o tronco adquirir a forma arredondada de uma maç㠖 elevam o risco de diabetes e doenças cardiovasculares. Daí a importância do novo estudo. “Uma grande lacuna no conhecimento sobre como o estresse crônico leva à obesidade abdominal acaba de ser preenchida”, afirma Mary F. Dallman, da Universidade da Califórnia, no editorial que acompanha a publicação do estudo. “Esses resultados terão profundas implicações no desenvolvimento de novas drogas.”

Os cientistas conseguiram criar gordura em pontos específicos do corpo dos camundongos apenas injetando NPY nessas regiões. E os efeitos negativos da gordura não demoraram a aparecer: intolerância à glicose, hipertensão, vasos sanguíneos inflamados, aumento de gordura no fígado e nos músculos.

Os pesquisadores conseguiram também remover a gordura e evitar a síndrome metabólica ao injetar uma substância capaz de bloquear a ação do receptor de NPY. “Não acreditávamos que seria possível remodelar a gordura dessa forma”, diz a líder da pesquisa, Zofia Zukowska, do Departamento de Fisiologia e Biofísica da Universidade Georgetown. “Mas os diferentes experimentos que realizamos nos últimos quatro anos comprovaram que isso é possível, pelo menos em camundongos.” Em apenas duas semanas, os depósitos de gordura foram reduzidos pela metade. “O implante fez a gordura simplesmente derreter”, afirma. Acontecerá o mesmo em humanos? A equipe acha possível. Tanto o neurotransmissor quanto o receptor relacionados à gordura são muito semelhantes em camundongos, macacos e humanos.

Mudanças na rotina que reduzam o estresse poderiam, em tese, gerar efeitos semelhantes. As situações estressantes vividas pelos animais durante o experimento também são comparáveis às enfrentadas pelos humanos no dia-a-dia. Alguns camundongos passavam uma hora num tanque de água fria durante duas semanas, o equivalente a esperar um ônibus com os pés molhados durante o inverno europeu. Outros tinham de dividir a gaiola com um macho alfa, aquele tipo de animal que fica agressivo quando invadem seu território. Mais ou menos o comportamento que se pode esperar de um chefe dominador e onipotente.

Relaxar e gozar pode ajudar a perder centímetros na cintura
O resultado da pressão crônica foi avaliado em conjunto com uma dieta normal e com uma dieta gordurosa. Os animais estressados que se alimentaram corretamente não engordaram. Os estressados submetidos à dieta hipercalórica engordaram muito mais que o esperado. Os pesquisadores concluíram que a substância NPY atua no tecido gorduroso – e não no cérebro – e que os estressados processam a comida de forma diferente.

Segundo Zofia, esse mecanismo pode ser mais bem compreendido quando pensamos nas vantagens evolutivas garantidas por ele. “Quem pudesse estocar gordura e transformá-la em energia quando precisasse lutar ou fugir tinha mais chance de sobrevivência”, diz. Hoje, a humanidade vive confortavelmente, com comida de sobra e sem ter de enfrentar feras pelo caminho. O mecanismo que leva ao acúmulo de gordura, no entanto, permanece o mesmo desde o tempo das cavernas.

As pesquisas podem representar uma contribuição para o combate da obesidade – um dos mais sérios problemas de saúde pública nos Estados Unidos e no Brasil. É possível, porém, que as primeiras aplicações dessa descoberta ocorram na área dos tratamentos cosméticos e da cirurgia plástica. “Esse estudo pode levar a uma forma segura e eficiente de eliminar gordura sem cirurgia”, diz um dos autores do trabalho, o cirurgião plástico Stephen Baker, da mesma instituição. O grupo pretende começar a testar a técnica em pacientes nos próximos dois anos. Seria uma ótima notícia para os brasileiros, que se submetem a 200 mil lipoaspirações por ano.

A estratégia pode ser útil também como um novo método de implante de gordura, e não apenas como um recurso para eliminá-la. Poderia dar origem a novos preenchedores para amenizar rugas ou tornar os lábios mais carnudos, por exemplo. Ou ainda a próteses para aumentar os seios e o bumbum. “Com injeções como as utilizadas nos ratinhos poderíamos criar implantes baratos, biocompatíveis e com efeitos totalmente previsíveis”, afirma Baker. São muitas as perspectivas. De concreto, por enquanto, fica uma recomendação preciosa para situações de estresse: relaxar e gozar pode ajudar a perder centímetros na cintura.

Fonte: Revista Época

Dieta anti-stress

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Conheça os alimentos espanta estresse

A combinação entre a correria do dia-a-dia, preocupações, muitas horas extras no trabalho e pouco tempo de descanso basta para incorporar à sua rotina uma companhia mais do que indesejada: o estresse. Quando esse indesejável visitante chega, descuidar da alimentação é quase uma regra, ainda que o comportamento só torne o problema ainda mais grave . O ponto de partida para evitar o cansaço e o desânimo é uma dieta equilibrada com carboidratos, proteínas, frutas, hortaliças, leguminosas, minerais e fibras.
Um dos efeitos bastante conhecidos do estresse é a famigerada compulsão alimentar, que também pode desencadear outras doenças, como a obesidade e hipertensão.
Portanto, comer corretamente é fundamental para evitar um efeito dominó de vários males para o organismo.
É importante privilegiar um cardápio que contenha uma variedade de alimentos, pois é a associação correta entre eles que vai fornecer nutrientes na quantidade necessária para nosso corpo. A seguir, saiba quais são os principais ingredientes para mandar o extremo cansaço embora.

Coma certo
Uma alimentação adequada fará seu intestino funcionar regularmente. Esse órgão ajuda na produção de serotonina, o poderoso hormônio responsável por controlar o humor e a peça chave para varrer a fadiga da sua vida.

Bons sonhos
Uma noite bem dormida também é pré-requisito para a dieta contra o cansaço. Durante o sono, nosso corpo produz melatonina, um hormônio antioxidante, que vai remover os radicais livres do organismo e proporcionar uma sensação de bem-estar e relaxamento. Para relaxar; fique longe de estimulantes, como o café, chocolate e álcool, que inibem a produção do hormônio.

Hidrate-se
Muita água para evitar a cefaléia, um tipo bem agudo de dor-de-cabeça. A quantidade diária suficiente varia entre um litro e meio e dois litros. Somente a água consegue hidratar o organismo 100%.

Serotonina para dar e vender
Alimentos que estimulam a produção de serotonina são mais do que bem-vindos na sua dieta. Banana e abacaxi são ótimas fontes. Fuja dos alimentos com alto índice glicêmico (como o mel, pães brancos, farinhas refinadas, refrigerantes, açúcar e doces), pois darão um pique passageiro ao organismo, fazendo você sentir fome novamente rapidinho. Além disso, eles engordam e muito!

Felicidade é o que interessa
Outra fonte de bem-estar é o triptofano, um aminoácido precursor da serotonina e presente nas vitaminas do complexo B, principalmente, na vitamina B6. Você pode encontrar triptofano no lombo e presunto suíno (fique atento para os cortes magros); nos pães e cereais integrais; leite e iogurte desnatados; queijos (prefira os sem gordura); feijão, lentilha, soja, grão de bico, abacate, gérmen de trigo e levedo de cerveja. Nesse último caso, não vale ingerir a bebida alcoólica, pois o álcool impede a absorção das vitaminas do Complexo B. Só evite ingerir combinar a ingestão de alimentos ricos em cálcio com outros ricos em vitaminas do complexo B. O mineral dificulta a absorção dessas vitaminas.

Capriche na vitamina C
Alimentos ricos em vitamina C, como a acerola, mamão, goiaba, kiwi, pimentão, brocólis, salsinha, couve-flor e repolho, são cheios de ácido ascórbico, responsável por melhorar a absorção das vitaminas do complexo B e do ferro, mineral presente nas carnes vermelhas e que participa do transporte de oxigênio nas células, combatendo a indisposição. A ingestão diária recomendada de vitamina C é de 75 mg para mulheres e de 90 mg para os homens, o que equivale a 3 e 4 frutas, respectivamente. Se você for um fumante, acrescente mais 30 mg a quantidade necessária. Evite megadosagem e ingira os alimentos ou o suco da fruta logo depois de cortados ou preparados para o oxigênio do ar não oxidar a vitamina C. E atenção: só tome suplementos de vitaminas e minerais caso haja prescrição médica. Do contrário, eles podem prejudicar sua saúde, em vez de deixá-la tinindo.

Fonte: www.minhavida.com.br