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21 Motivos que impedem você de emagrecer!

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Você vive de dieta, mas o ponteiro da balança parece conspirar contra você. Ele permanece estável, sem levar em consideração todo o esforço que você anda fazendo para manter a boca controlada. Antes de colocar toda a culpa em cima da balança e achar que tudo não passa de uma rixa pessoal, cheque a lista abaixo com 21 motivos que fazem você não emagrecer.

1-Esquecer de pôr fibras no cardápio.
As fibras estão relacionadas à maior saciedade. Ou seja, menos fibras é
igual a mais comida e, portanto, mais calorias. Cereais integrais, frutas, legumes e verduras respondem como boas fontes do nutriente. Provavelmente, uma alimentação carente nestes alimentos é composta por ingredientes mais calóricos, o que leva ao ganho de peso.

2- Repetir sempre o mesmo menu.
Pessoas que desejam emagrecer seguindo uma alimentação monótona
desistem mais fácil do projeto de emagrecimento , constata Roberta. Variar os tipos de alimentos, texturas e sabores é um dos segredos para perder peso com saúde.

3- Pular refeições.
Ao pular refeições, você só faz com que a fome se acumule. Fome acumulada pode significar descontrole e excesso alimentar em algum período do dia , alerta Roberta. Além disso, não realizar, pelo menos, cinco refeições por dia, faz com que a quantidade de nutrientes importantes para o corpo não seja fornecida adequadamente.

4- Estipular metas difíceis de serem atingidas.
Estabelecer metas de grande perda de peso, em pouco tempo, pode surtir efeito contrário e levar à desistência do projeto. Estabeleça pequenas metas durante o processo de emagrecimento. As vitórias ao longo do caminho servem como estímulo e mostram que é possível chegar ao peso desejado , aconselha.

5- Beber pouca água Zero calorias e muitos benefícios.
Mesmo assim, muita gente faz cara feia na hora de beber água (2 litros é a dose mínima por dia). Além de fundamental para se manter bem hidratado, o consumo de água durante o dia retarda a sinalização de fome. Portanto, ela está envolvida com a menor ingestão de alimentos, diminuindo as calorias diárias.

6- Comer depressa demais.
Quando você faz refeições rápidas demais não dá o tempo necessário para o cérebro entender que o estoque de alimentos foi reposto e que, portanto, você pode parar de comer. É preciso reservar, pelo menos, 30 minutos para fazer as refeições. Ingira os alimentos calmamente, em um ambiente tranquilo, evitando comer na frente do computador ou da televisão , completa.

7- Extrapolar na quantidade dos alimentos.
A moderação é mais um segredo para ver o ponteiro da balança descer. Ingerir uma quantidade de alimentos além da necessária leva ao excesso calórico que, por sua vez, resulta no ganho de peso.

8- Dar importância desmedida ao regime.
Focar toda a sua atenção à dieta, não é nada estimulante. Pensar no cardápio equilibrado a todo momento leva a uma sensação de privação e punição por ter adquirido os quilinhos extras. Veja positivamente sua mudança de hábitos alimentares. Quando menos esperar, o emagrecimento vai aparecer.

9- Beliscar o tempo todo.
Beliscar o dia todo faz com que você perca a noção da quantidade de alimentos ingeridos. O melhor a fazer é estipular horários para pequenos lanches entre as refeições principais. Isso ajuda muito a evitar qualquer tipo de excesso.

10- Dispensar legumes e verduras.
Fazer dieta, para você, é sinônimo de cortar calorias (a inclusão de alimentos saudáveis é só um adicional). Grande engano, já que legumes e verduras são indispensáveis na mesa. Além dos inúmeros nutrientes que oferecem, os vegetais são ricos em fibras e saciam sua fome mais rapidamente. Deixar de ingeri-los leva a um maior consumo de alimentos e calorias, prejudicando assim, o emagrecimento.

11- Ignorar as informações dos rótulos.
As informações contidas nos rótulos dos alimentos são as melhores armas para os consumidores encherem o carrinho de compras saudáveis. Analisando as tabelas, dá para saber se a porção do alimento tem calorias excessivas, nutrientes importantes, ou ainda, se é rica em gorduras e açúcares.

12- Sofrer com a ansiedade pelos resultados.
Evite se pesar em diversos momentos do dia. A variação apontada pela balança é normal em diferentes horários e até em dias consecutivos. Essas mudanças, principalmente quando o ponteiro sobe, podem desanimar quem está de dieta. Por isso, pese-se somente a cada sete dias, com menos roupas possíveis, no mesmo horário e na mesma balança.

13- Cometer deslizes nos finais de semana.
Muitas pessoas fazem um pequeno deslize se transformar em início da desistência do projeto de emagrecimento. Para se prevenir, fuja de situações que incentivam o excesso. Caso já tenha extrapolado, volte à dieta logo em seguida, sem restrições exageradas para compensar as calorias a mais.

14- Não praticar exercícios.
Por aumentar o gasto calórico, as atividades físicas são excelentes meios para acelerar o emagrecimento. Outros pontos positivos dos exercícios é que eles diminuem a porcentagem de gordura corporal e aumentam a massa magra. Como os músculos queimam mais calorias, as atividades físicas ainda ajudam na manutenção do peso.

15- Ser fã dos chopinhos nas happy hours.
O típico encontro com os amigos após o expediente pode ser uma armadilha para quem quer emagrecer. Chope, batata frita, amendoim e salgadinhos esbanjam calorias e nunca faltam nas happy hours. Você não precisa deixar de sair com os amigos, mas proponha bares e restaurantes que oferecem opções de petiscos mais saudáveis.

16- Não substituir as frituras pelos grelhados.
Se você ainda não se convenceu de que precisa substituir os alimentos fritos pelos grelhados, aí vai uma boa causa: eles têm o dobro ou mais calorias que suas versões assadas ou feitas na chapa. Prefira sempre o grelhado.

17- Ceder aos doces.
Na lista de campeões em gorduras e açúcares, os doces certamente levam a um excesso calórico. Resista ao máxima, Se a vontade for muita, opte pelas menores porções.

18- Acreditar em dietas milagrosas.
As dietas altamente restritivas são caminho certo para o abandono do plano de emagrecimento. Opte por uma dieta equilibrada que faça com que a redução de peso seja gradual, mas efetiva . (Ficar só na sopa, chá, shake ou proteína arrasa sua dieta)

19- Deixar de incluir lanches entre as refeições principais.
Deixar intervalos grandes entre um prato principal e outro faz você chegar faminto às refeições. Não fique mais que quatro horas sem se alimentar. Garanta isso fazendo pequenos lanches.

20- Exagerar na determinação
Quando a vontade por alguma tentação aperta, você resiste bravamente. A atitude exemplar nem sempre é a mais ideal. Acumular vontade pode levar a um descontrole mais adiante. Se a vontade de comer um doce for muito grande, por exemplo, coma um bombom ou uma barrinha pequena de chocolate. Assim, você evita comer a caixa de bombons inteira em algum outro momento.

21- Tomar refrigerantes
As bebidas gaseificadas dão uma falsa sensação de saciedade. O que acontece é que, logo após uma refeição, você volta a sentir fome mais cedo e passa a beliscar. Para acompanhar as refeições, opte por um copo de água ou de suco natural.

Fonte: Minha Vida

Químicos elevam risco de obesidade

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Exposição no útero a substâncias de garrafas e embalagens é perigosa

A exposição no útero a substâncias químicas freqüentemente usadas para fazer garrafas plásticas e embalagens de alimentos podem aumentar as chances de uma pessoa se tornar obesa mais tarde na vida. Segundo cientistas americanos, estudos com ratos mostram que os animais expostos a doses das substâncias durante o desenvolvimento tinham peso maior quando atingiram idade avançada, em comparação aos que não foram expostos a estes componentes. – Estamos falando de uma exposição a níveis muito baixos por um tempo reduzido durante o desenvolvimento – disse Jerry Heindel do Instituto Nacional de Ciências de Saúde Ambientais dos EUA. – O fato de o período ser tão sensível pode favorecer a alteração do tecido que aumenta o risco de obesidade. Uma das substâncias é chamada Bisfenol A, encontrada nos plásticos policarbonatos que embalam comidas e bebidas. Uma equipe da universidade americana Tufts mostrou que as ratas expostas ao químico no início da gravidez ganharam mais peso na idade adulta inclusive quando comiam a mesma quantidade de comida e eram tão ativas quanto as outras ratas. Um efeito similar ocorreu com ácido perfluorooctanóico, agente indicador de gordura em produtos como sacos de pipoca de microondas. Os animais eram geralmente pequenos quando nasciam e se tornavam obesos mais tarde. – Um dos problemas é que não sabemos onde todos esses químicos estão – disse Suzanne Fenton, biólogo da Agência de Proteção do Meio Ambiente dos EUA. As substâncias parecem prejudicar o sistema endócrino alterando funções genéticas e metabólicas envolvidas no ganho de peso, segundo Bruce Blumberg, biólogo da Universidade da Califórnia. O resultado é que as células de gordura começam a armazenar gordura de forma mais eficiente, o que faz com que aumentem de tamanho. Blumberg estudou o tributilestanho, químico presente em tintas, plástico filme usado para embalar alimentos e fungicida para plantações. A descoberta sugere que os cientistas precisam identificar biomarcadores para identificar as pessoas em risco. A Organização Mundial de Saúde estima que 400 milhões de pessoas sejam obesas, um problema que aumenta o risco de condições como diabetes do tipo 2 e doenças cardíacas. Estudos anteriores já haviam ligado estes químicos – também encontrados em canos de água – ao câncer e a problemas reprodutivos, levando vários países e os EUA a considerar banimentos ou limites aos componentes.

COMER A NOITE ENGORDA?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

NÃO. O que faz com que haja o ganho de peso é a quantidade calorias maior do que a necessidade. Se as calorias estiverem adequadas para que não haja o ganho de peso e os alimentos estiverem bem distribuídos, fazer uma refeição à noite será indicado.

Um apelo à vida

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

O aumento do poder de compra gerou bons efeitos, mas, também, outros tantos que são péssimos. Um deles foi o crescimento desordenado do consumo de alimentos com excesso de gordura, açúcar e colesterol. O retrato do Brasil, hoje, é de uma população com grande número de obesos e, o que é pior, alguns portadores da trágica obesidade mórbida. Isto acontece quando há acúmulo excessivo de gordura, passando dos limites estruturais e físicos do corpo humano. Com tal problema, a incidência de doenças de risco como hipertensão, insuficiência cardíaca, diabetes e vários tipos de câncer aumenta consideravelmente. Para quem sofre deste problema, as soluções são poucas – a última chance para os obesos mórbidos é a chamada cirurgia bariátrica, conhecida vulgarmente como “redução de estômago”. Tal operação, de alto risco, virou alvo de ação conjunta do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público Estadual (MPE). O MPF conseguiu, via liminar, que o Hospital Santa Rita, em Maringá, realize quatro cirurgias bariátricas por mês, através do Sistema Único de Saúde (SUS). A medida também vale para o Hospital Universitário de Maringá, o único da região até agora credenciado para realizar tal operação. Só na cidade do norte paranaense há 344 pessoas esperando por este tipo de intervenção. A ação do Ministério Público reflete um descaso das autoridades competentes. Ainda não se vê a obesidade com a preocupação de outras nações nos Estados Unidos, é uma doença de alto risco como câncer e aids. Aqui, ainda se permite anúncios de alimentos com alto teor de gordura no horário nobre da televisão. E o reflexo é que 66% dos jovens brasileiros estão acima do peso ideal. No todo, mais da metade de nossa população (51%) está obesa. Destes, 3% são obesos mórbidos. Quase cinco milhões de pessoas, muitas delas sem condição de pagar um plano de saúde que o permita fazer um tratamento correto de redução de peso. Enquanto isso, continuam os petiscos, salgadinhos, doces e guloseimas à mão de qualquer um, principalmente das crianças. E a saúde brasileira parece nem se preocupar com isso.

O sonho e a realidade dos obesos brasileiros

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Critérios de seleção de pacientes e cuidados pré e pós-operatórios podem prevenir complicações na perda de peso

Recentemente o Ministério da Saúde decidiu ampliar para R$ 13 milhões, em 2007, os R$ 8 milhões anteriormente previstos em cirurgias bariátricas e respectivos tratamentos pré e pós-operatórios. Considerando que cerca de 30% dos brasileiros são considerados obesos, pode-se dizer que o sonho de muitas pessoas ficou mais próximo de se tornar realidade.

No entanto, de acordo com o médico nutrólogo Fernando Chueire, nem todos os obesos estão aptos a participar da cirurgia, que dispõe de um processo de escolha altamente rigoroso. Conforme explica o médico da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), os candidatos à cirurgia devem passar por uma preparação que inclui redução de 10% do peso máximo que o paciente já apresentou em toda a sua vida, com finalidade de facilitar o procedimento cirúrgico tecnicamente e evitar as possíveis complicações intra e pós operatórias.

O acompanhamento pré e pós-operatório da cirurgia bariátrica é de extrema importância para que o paciente perca peso de forma segura e controlada. “A alimentação balanceada após a operação, fracionada e saudável diminui o risco de o paciente apresentar complicações metabólicas causadas por vômitos freqüentes que levam à perda de eletrólitos, como potássio, sódio e magnésio, por exemplo, além da perda progressiva de peso, diminui e ou controla significativamente as comorbidades como hipertensão arterial, diabetes e osteoartrites”.

Segundo o Dr. Chueire, a dificuldade de aderência dos pacientes pós cirurgia à dieta recomendada, também pode causar deficiência de vitaminas hidro e lipossolúveis, anemia e distúrbios hidroeletrolíticos ou até acúmulo de líquidos em tecido subcutâneo devido à deficiência protéica (desnutrição protéico energética).

Tratamento da obesidade mórbida exige mudança no estilo de vida

No Brasil, o número de pessoas obesas cresce tanto na população adulta como na infantil. A obesidade já virou problema de saúde pública. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de adultos estão com sobrepeso, desses 17,6 milhões são crianças. Na mesma velocidade que cresce a obesidade, aumenta a procura pela cirurgia bariátrica, indicada para pacientes mórbidos – aqueles cujo Índice de Massa Corporal (IMC) está acima de 40. Por ano, 10 mil obesos são submetidos ao procedimento no Brasil.

O cirurgião do aparelho digestivo Ronaldo Cuenca explica que em todos os casos a cirurgia deve estar associada à mudança do estilo de vida.

Como podemos definir cirurgia bariátrica corretamente?
A operação deve ser encarada como uma ferramenta para o emagrecimento, porque ela não é somente redução do estômago. Existem diferentes técnicas com passos cirúrgicos onde a redução é apenas um deles em algumas técnicas e em outras, o tamanho do estômago se mantém original.

Atualmente, quais são as técnicas utilizadas?
Existem várias técnicas sendo empregadas em todo o mundo. Então, nós temos as operações restritivas, que promovem a perda de peso por meio do fechamento de partes do trato digestivo. As disabsortivas, recomendadas apenas para casos especiais, onde parte do estômago é ressecado e um grande segmento intestinal é ultrapassado. E ainda podemos destacar as operações mistas, que associam as vantagens da restrição do alimento levando os obesos a perder peso com boa qualidade de vida.

A obesidade cresce devido à mudança no estilo de vida? Os obesos mórbidos teriam escolha se adotassem dietas saudáveis ou não?
Com certeza, a obesidade está diretamente relacionada aos hábitos de vida e, principalmente à maneira que comemos. Quase sempre criamos dificuldade para adotarmos uma alimentação correta.

Há cerca de quatro anos houve uma supervalorização da cirurgia bariátrica como solução definitiva para a obesidade mórbida. O que aconteceu de lá pra cá?
Estamos vendo hoje que pessoas operadas há cinco anos ou mais estão ganhando peso, porque acharam que a operação era a única providência a ser tomada e isso está longe de ser a verdade.

Diante dessa nova realidade, na qual 25% dos pacientes voltam a engordar após dois anos, qual é a saída?
A saída é a conscientizar a população que a operação consiste apenas em uma etapa do tratamento e existe a necessidade complementar da mudança do estilo de vida.

No futuro, como serão tratados os obesos mórbidos?
Teremos medicações eficientes que poderão dar o mesmo resultado das operações, mas não os atuais medicamentos. Vão surgir novos, com comprovação científica da sua eficiência e poderemos tratar as pessoas sem a necessidade de cirurgia.

Nem foi preciso fazer a cirurgia

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Candidatos à operação de redução de estômago perdem peso sem precisar do procedimento

Pacientes cariocas que se preparavam para fazer a operação de redução do estômago saíram da fila de espera. Isso porquê eles se surpreenderam com os resultados de uma simples mudança de hábitos.

O tratamento preparatório para a operação, realizado por especialistas do Hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro, surpreendeu a todos. Dos 300 pacientes que esperavam a cirurgia gratuita, 60 desistiram de ser operados.

Eles contaram com a ajuda de nutricionistas, tiveram acompanhamento clínico e psicológico, e começaram a praticar atividades físicas. Com isso, os pacientes perderam em média 25 quilos em um trimestre e desistiram do procedimento cirúrgico de diminuição do estômago.

Essa perda inicial de peso facilitou e motivou os pacientes a tentarem o emagrecimento através de mudanças comportamentais.

Caso o resultado desse tratamento pré-operatório fosse reproduzido em grande escala, só no Rio de Janeiro mais de 8.000 pessoas poderiam evitar a cirurgia. Neste estado estima-se que 40 mil pessoas passarão por este tipo de operação em 2004.

Números do Brasil

Segundo informações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, nosso país ocupa a segunda posição no triste ranking dos países que mais realizam o procedimento cirúrgico para controle e perda de peso. Os brasileiros só ficam atrás dos estadunidenses.

Os números sobre a obesidade no Brasil são divergentes e variam de acordo com a entidade, entretanto, estima-se que mais de 40% dos brasileiros, em torno de 70 milhões de pessoas, estão acima do seu peso ideal.

Esse índice dobrou nos últimos 30 anos. 10% dos brasileiros são obesos, possuem 45 quilos ou mais além do seu peso ideal.

É bom lembrar que a cirurgia bariátrica é indicada para obesos mórbidos, ou seja, pessoas que estão 40% acima do peso e correm risco de morrer. Outra indicação serve para os casos onde exista o risco de o paciente desenvolver outras doenças correlatas à obesidade, como diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares e de articulação.

Cirurgia Bariátrica

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

www.cirurgiadeobesidade.med.br
www.hospitalmemorial.com.br
www.gastronet.com.br
www.exgordo.com.br

Cirurgia só não faz milagre

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Para manter o peso, pacientes precisam de apoio antes e depois
de fazer a redução do estômago

A cirurgia bariátrica ou de redução do estômago não é um tratamento milagroso. A operação é apenas o início de um processo que vai durar a vida toda. É o apoio anterior e posterior ao procedimento que será fundamental para o sucesso na manutenção do peso. O alerta é da coordenadora da equipe de Psicologia do Programa de Assistência e Pesquisa em Obesidade (Passo) e professora do Instituto de Psicologia (IP) da Universidade de Brasília (UnB), Suely Guimarães, após tomar conhecimento dos resultados de um estudo feito no Hospital das Clínicas (HC) em São Paulo, no qual 65% dos pacientes voltaram a ficar obesos após cinco anos da redução do estômago.

Segundo Suely, um dos motivos pelos quais isso acontece é o entendimento do obeso de que as causas de todos os seus problemas estão na gordura. “A vida inteira os obesos são discriminados, recebem apelidos, alguns deixam até de trabalhar, têm dificuldades para se relacionar e com isso vão se isolando cada vez mais”, explica a psicóloga. Muitos atribuem a solução para as dificuldades à operação, mas quando se operam encontram, ao invés de soluções, uma infinidade de situações novas às quais precisam se adaptar.

Se não se adequarem à nova realidade, ficam nervosos, comem e engordam novamente ou desenvolvem comportamentos marginalizados, como o alcoolismo. Também não é raro depois de emagrecer muitos começarem a ser paquerados. Quem não estiver preparado pode desenvolver comportamentos promíscuos. “O obeso tem baixa auto-estima e não é de uma hora pra outra que isso vai mudar”, afirma a psicóloga, que já atendeu 15 pacientes no HUB que fizeram redução no estômago e faz avaliação de outros 50 para saber se podem passar pela cirurgia.

O hábito de comer também funciona da mesma forma: não muda de repente. É necessário descobrir outros prazeres além da comida. A dica da psicóloga é fazer uma mudança radical de vida, que inclui desenvolvimento de habilidades sociais, projetos profissionais, adoção de atividades físicas como rotina, aumento no tempo das refeições e no número de mastigadas. É aí que entra o programa do Hospital Universitário de Brasília (HUB), único no país que assiste o paciente de forma continuada antes e depois da cirurgia bariátrica. O serviço começou a ser prestado desde 2003, mas ainda é cedo para ser avaliado. De acordo com Suely, essa pesquisa só poderá ser feita daqui a pelo menos três anos para saber a trajetória dos operados.

COMO FUNCIONA – Os pacientes do hospital contam com o apoio de uma equipe multidisciplinar e o tratamento começa pelo menos quatro meses antes da cirurgia. Psicólogos, endocrinologistas e nutricionistas fazem uma bateria de avaliações para saber se o paciente tem indicação, se está apto a fazer a operação e se terá condições de se adaptar ao procedimento cirúrgico. Aqueles que não passam na avaliação são encaminhados para psicoterapia.

Os obesos que tiverem indicação para o tratamento cirúrgico passam a freqüentar sessões semanais de quatro horas de duração para conhecer mais sobre o procedimento e receber treinamento para mudanças de hábitos com avaliação continuada e reeducação alimentar. Antes de cada sessão eles se pesam. Espera-se que eles percam cerca de 10% do peso inicial antes da cirurgia. Durante esse período de treinamento, há assistência continuada com a equipe de nutricionistas e de endocrinologistas. Depois da cirurgia, os pacientes também já saem da sala com consulta marcada com o endocrinologista, uma dieta adaptada preparada pelo nutricionista e um novo grupo para freqüentar por tempo indeterminado.

No grupo permanente de pós-operados, os pacientes servem de modelos uns para os outros e aprendem estratégias para driblar as possíveis dificuldades relacionadas ao comportamento alimentar. Além disso, aprendem a responder de modo adequado e produtivo às novas situações sociais, emocionais, afetivas, profissionais e pessoais que surgirão após o emagrecimento. A assistência continuada depois da operação tem o objetivo de evitar o desenvolvimento de estratégias inadequadas ou improdutivas de enfrentamento a essas situações, que possam implicar respostas indesejáveis como depressão, alcoolismo e outros comportamentos.

SÍNDROME DE DUMPING – O grupo de atendimento e a reeducação alimentar são muito importantes para conscientizar os pacientes a respeito das conseqüências do não cumprimento das recomendações. Aqueles que burlam o regime alimentar e ingerem doces, por exemplo, sofrem com a Síndrome de dumping, um conjunto de reações de mal-estar que provoca sudorese, vômitos, náuseas e fraqueza. O paciente operado além de ter o estômago reduzido, sofre alterações também na absorção dos alimentos, pois parte do seu intestino é excluído. Com isso, determinados tipos de alimento podem ser mais difíceis de processar, como o açúcar.

O Hospital Santa Rita, em Maringá, terá que realizar quatro cirurgias bariátricas – conhecida como “cirurgia de redução de estômago” – por mês, de acordo com liminar do Ministério Público Federal em conjunto com o Ministério Público Estadual. A decisão atinge também o Hospital Universitário de Maringá, pois é o único que já credencia pacientes para esse tipo de cirurgia pelo Sistema Único de Saúde em toda a região. O objetivo é reduzir o tempo de espera na fila de pessoas diagnosticadas com obesidade mórbida. Na ação, o MPF e o MP Estadual determinam que a União e o Estado do Paraná credenciem outros dois hospitais que têm interesse em realizar esse tipo de cirurgia. A liminar também obriga que sejam liberados os recursos necessários para a realização das 8 cirurgias mensais, que passarão a ser realizados em Maringá. Segundo um levantamento da Promotoria da Saúde, somente em Maringá 344 pacientes aguardam para realizar o procedimento no Hospital Universitário. A Justiça ainda determina que, que a União e o Estado realizem as cirurgias bariátricas em portadores de obesidade mórbida e que o tempo de espera para a realização da cirurgia não ultrapasse o prazo de seis meses, contados da data da solicitação do procedimento na Secretaria Municipal de Saúde ou nos Hospitais credenciados. Cirurgia A cirurgia bariátrica é a última alternativa de tratamento em pacientes com obesidade mórbida. Esta doença consiste no acúmulo excessivo de gordura que excede aos padrões estruturais e físicos do corpo humano. A obesidade torna-se “mórbida“ quando atinge o ponto de aumentar significativamente o risco de doenças graves (também conhecidas como co-morbidades), que resultam em deficiência física significativa ou até a morte. São doenças graves que, associadas à obesidade, podem produzir danos irreparáveis, com risco de morte para o paciente. Entre elas, estão: hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, diabetes tipo 2, câncer no intestino, próstata, mama, endométrio e ovários, depressão e outras, também de alta gravidade.

O que posso comer à noite?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Diversas dietas são divulgadas e sempre bate uma dúvida de qual delas realmente ajuda a emagrecer. Dieta do tipo sanguíneo, dieta líquida, dieta da proteína, dieta da sopa, entre muitas outras. E uma delas, também bastante conhecida, é a que sugere excluir o carboidrato à noite.

Para diferenciar os mitos envolvidos neste tipo de regime, das informações realmente verdadeiras, 6 dicas para você conseguir emagrecer, controlando os alimentos da última refeição do dia. Confira:

1- Diminua as calorias ingeridas à noite
"O sugerido quando se quer perder peso, é diminuir a ingestão calórica à noite, por isso, de nada adianta cortar o arroz e o pão e substituir por sorvetes, frituras ou qualquer outro alimento tão calórico quanto o carboidrato.

2- Personalize a dieta
É importante ter acompanhamento de um especialista para que ele indique a melhor opção. "Ao falar "à noite" muita coisa pode variar. Uma pessoa que dorme à meia-noite merece uma dieta diferenciada de outra que vai para a cama às 21 horas. Essa pessoa que dorme depois da meia-noite, se jantou às 19 horas, não há problemas de ter comido carboidrato", destaca.

3- Atividade física muda tudo
Se você costuma jantar e depois ir à academia, você precisa comer carboidrato nesta refeição. "O carboidrato é muito importante para os exercícios, já que eles vão oferecer a energia que o corpo precisa na atividade física. E por mais estranho que pareça, quem não pratica exercícios também precisa de carboidratos. O carboidrato faz parte do aumento de massa muscular. Uma pessoa que corta o carboidrato da alimentação e não pratica atividade física, tem mais chances de ficar flácida, pela diminuição da musculatura.

4- Faça substituições
Se você e sua nutricionista chegarem à conclusão de que retirar o carboidrato da última refeição vai lhe beneficiar, sua opção é comer algumas coisas que também vão oferecer nutrientes importantes. O carboidrato pode ser substituído por lentilha, ervilha, grão de bico, legumes e verduras, ou ainda 1 copo de leite semidesnatado, ou 2 fatias de queijo branco, ou 1 iogurte desnatado, ao invés dos pães, massas e arroz.

Dê preferência aos alimentos integrais
Você pode substituir o pão francês por alimentos integrais, por exemplo. Essa é uma excelente alternativa para quem quer controlar o peso, porque eles possuem uma maior quantidade de fibras – o que favorece a saciedade e, conseqüentemente, come-se menos.

Não durma com fome
Caso você tenha a idéia que quanto menos comer à noite melhor, pode mudar a sua rotina. Flávia afirma que "dormir com fome é mais prejudicial do que ingerir um alimento leve que lhe deixe satisfeita, pois com o sono prejudicado, toda a função do metabolismo estará comprometida.

Fonte: www.minhavidaq.com.br