Quibe de Beringela

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Ingredientes:

2 xícaras (chá) de trigo para quibe – 320g
2 berinjelas grandes picadas em rodelas – 1kg
3 colheres (sopa) de suco de limão – 45ml
2 cebolas grandes em pedaços bem pequenos – 750g
½ xícara (chá) de hortelã picada – 20g
1 colher (sopa) de noz picada – 10g
5 colheres (sopa) de azeite de oliva espanhol – 50g
1 colher (chá) de pimenta síria – 1,5g
Sal a gosto

Modo de Fazer:
1. Deixe o trigo de molho em uma tigela com 1 litro de água por 30 minutos.
2. Espalhe sobre a berinjela 2 colheres (sopa) de sal e o suco de limão e deixe por 15 minutos. Em seguida, lave a berinjela, seque e bata no processador até obter uma pasta. Reserve a metade e o restante misture com o trigo (espremido), as cebolas, a hortelã, as nozes, 2 colheres

(sopa) de do azeite de oliva, a pimenta síria e o sal. Reserve.
3. Em uma panela, refogue por 5 minutos a berinjela reservada em 2 colheres (sopa) de azeite de oliva. Tempere com sal e retire do fogo.
4. Arrume a metade da massa de berinjela com trigo em uma assadeira, espalhe a berinjela refogada e cubra com a massa restante. Leve ao forno preaquecido em temperatura média (180ºC) por 45 minutos ou até a superfície dourar. Retire do forno e corte em pedaços.

5. Montagem: Arrume nos pratos o quibe. Sirva com salada de folhas e regue com o azeite de oliva restante. Decore com limão, tomate-cereja e polvilhe pimenta síria.

Rendimento: 8 porções de 250g

Tempo de preparo: 30 minutos (mais 30 minutos para o trigo hidratar mais 45 minutos de forno)
Valor nutricional por porção: 195 Kcalorias; 37,5 g de carboidratos; 8,5 g de proteínas; 7,5 g de gorduras totais (1 g de saturada, 4,5 g de monoinsaturada e 1,5 g de poliinsaturada); 0 de colesterol; 21,5 g de fibras; 5 mg de ferro; e 87 mg de cálcio

Fonte: www.minhavida.com.br

Acompanhamento Nutricional

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Olha só este site é simplesmente fantástico pra quem está precisando de um acompanhamento pra chegar ao peso ideal e não quer sair de casa!!!
www.minhavida.com.br

Porque eu não consigo emagrecer?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Você vive de regime, mas na balança nenhuma grama a menos. Todo o esforço para não comer parece em vão. Antes de desisitir de vez da dieta e colocar tudo a perder, dê uma olhada em alguns motivos que fazem você não emagrecer.

A Ausência de fibras na alimentação.
As fibras estão relacionadas à maior saciedade. Ou seja, menos fibras é igual a mais comida e, portanto, mais calorias. Cereais integrais, frutas, legumes e verduras respondem como boas fontes do nutriente. Provavelmente, uma alimentação carente nestes alimentos é composta por ingredientes mais calóricos, o que leva ao ganho de peso.

Comer sempre a mesma coisa.
Pessoas que desejam emagrecer seguindo uma alimentação monótona
desistem mais fácil do projeto de emagrecimento. Variar os tipos de alimentos, texturas e sabores é um dos segredos para perder peso com saúde.

Esquecer refeições .
Ao pular refeições, você só faz com que a fome se acumule. Fome acumulada pode significar descontrole e excesso alimentar em algum período do dia. Além disso, não realizar, pelo menos, cinco refeições por dia, faz com que a quantidade de nutrientes importantes para o corpo não seja fornecida adequadamente.

Querer o impossível .
Estabelecer metas de grande perda de peso, em pouco tempo, pode surtir efeito contrário e levar à desistência do projeto. Estabeleça pequenas metas durante o processo de emagrecimento. As vitórias ao longo do caminho servem como estímulo e mostram que é possível chegar ao peso desejado.

Esquecer de tomar água
Mesmo assim, muita gente faz cara feia na hora de beber água (2 litros é a dose mínima por dia). Além de fundamental para se manter bem hidratado, o consumo de água durante o dia retarda a sinalização de fome. Portanto, ela está envolvida com a menor ingestão de alimentos, diminuindo as calorias diárias.

Engolir a comida .
Quando você faz refeições rápidas demais não dá o tempo necessário para o cérebro entender que o estoque de alimentos foi reposto e que, portanto, você pode parar de comer. É preciso reservar, pelo menos, 30 minutos para fazer as refeições. Ingira os alimentos calmamente, em um ambiente tranquilo, evitando comer na frente do computador ou da televisão , completa.

Comer Demais
A moderação é mais um segredo para ver o ponteiro da balança descer. Ingerir uma quantidade de alimentos além da necessária leva ao excesso calórico que, por sua vez, resulta no ganho de peso.

Só se importar com a dieta
Focar toda a sua atenção à dieta, não é nada estimulante. Pensar no cardápio equilibrado a todo momento leva a uma sensação de privação e punição por ter adquirido os quilinhos extras. Veja positivamente sua mudança de hábitos alimentares. Quando menos esperar, o emagrecimento vai aparecer.

Beliscar o tempo todo.
Beliscar o dia todo faz com que você perca a noção da quantidade de alimentos ingeridos , afirma Roberta. O melhor a fazer é estipular horários para pequenos lanches entre as refeições principais. Isso ajuda muito a evitar qualquer tipo de excesso.

Esquecer os legumes e verduras.
Fazer dieta, para você, é sinônimo de cortar calorias (a inclusão de alimentos saudáveis é só um adicional). Grande engano, já que legumes e verduras são indispensáveis na mesa. Além dos inúmeros nutrientes que oferecem, os vegetais são ricos em fibras e saciam sua fome mais rapidamente. Deixar de ingeri-los leva a um maior consumo de alimentos e calorias, prejudicando assim, o emagrecimento.

Não ler os rótulos
As informações contidas nos rótulos dos alimentos são as melhores armas para os consumidores encherem o carrinho de compras saudáveis. Analisando as tabelas, dá para saber se a porção do alimento tem calorias excessivas, nutrientes importantes, ou ainda, se é rica em gorduras e açúcares.

Não sair de cima da balança .
Evite se pesar em diversos momentos do dia. A variação apontada pela balança é normal em diferentes horários e até em dias consecutivos. Essas mudanças, principalmente quando o ponteiro sobe, podem desanimar quem está de dieta. Por isso, pese-se somente a cada sete dias, com menos roupas possíveis, no mesmo horário e na mesma balança.

Escorregões nos finais de semana .
Muitas pessoas fazem um pequeno deslize se transformar em início da desistência do projeto de emagrecimento. Para se prevenir, fuja de situações que incentivam o excesso. Caso já tenha extrapolado, volte à dieta logo em seguida, sem restrições exageradas para compensar as calorias a mais.

Não se exercitar
Por aumentar o gasto calórico, as atividades físicas são excelentes meios para acelerar o emagrecimento. Outros pontos positivos dos exercícios é que eles diminuem a porcentagem de gordura corporal e aumentam a massa magra. Como os músculos queimam mais calorias, as atividades físicas ainda ajudam na manutenção do peso.

Encontros em bares
O típico encontro com os amigos após o expediente pode ser uma armadilha para quem quer emagrecer. Chope, batata frita, amendoim e salgadinhos esbanjam calorias e nunca faltam nas happy hours. Você não precisa deixar de sair com os amigos, mas proponha bares e restaurantes que oferecem opções de petiscos mais saudáveis.

Optar sempre pelas fritura
Se você ainda não se convenceu de que precisa substituir os alimentos fritos pelos grelhados, aí vai uma boa causa: eles têm o dobro ou mais calorias que suas versões assadas ou feitas na chapa. Prefira sempre o grelhado.

Doces
Na lista de campeões em gorduras e açúcares, os doces certamente levam a um excesso calórico. O conselho é resistir ao máximo. Se a vontade for muita, opte pelas menores porções.

Acreditar em Milagres
As dietas altamente restritivas são caminho certo para o abandono do plano de emagrecimento. Opte por uma dieta equilibrada que faça com que a redução de peso seja gradual, mas efetiva.

Não esqueça do lanche
Deixar intervalos grandes entre um prato principal e outro faz você chegar faminto às refeições. Não fique mais que quatro horas sem se alimentar. Garanta isso fazendo pequenos lanches.

Refrigerantes nas refeições
As bebidas gaseificadas dão uma falsa sensação de saciedade. O que acontece é que, logo após uma refeição, você volta a sentir fome mais cedo e passa a beliscar. Para acompanhar as refeições, opte por um copo de água ou de suco natural.

O que engorda mais vinho ou cerveja?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Apesar da cerveja possuir quase metade das calorias (43 cal em 100 ml) se comparada ao vinho ( 84 em 100 ml) ela, compromete mais o regime. É que a cerveja acaba sendo consumida em maiores quantidades por ser gelada, leve e mais acessível. Fica mais fácil perder o controle na hora da cervejinha do que do vinho!

Com novas normas da Anvisa, aumenta a fiscalização sobre quem receita, vende e compra moderadores de apetite.

Rodrigo Stüpp

Para frear o consumo de remédios para emagrecer, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tomou medidas de peso. A principal é aumentar o rigor sobre as receitas emitidas por médicos. E, por conseqüência, maior controle sobre as caixas vendidas pelas farmácias. Há pacientes que não gostaram de uma proibição em especial: agora não é mais possível combinar anorexígenos com diuréticos, antidepressivos, hormônios e ansiolíticos. É um ou outro. Motivo para alguns médicos e farmacêuticos reclamarem. Não é à toa. O Brasil é recordista mundial de consumo desse tipo de medicamento, segundo pesquisa de 2006 da Organização Mundial da Saúde.
Duas resoluções da Anvisa determinam as mudanças. A mais antiga tem quase um ano. A RDC27 agilizou a prestação de contas das farmácias com a Anvisa, sobre todos os medicamentos de uso controlados vendidos. O que levava meio ano para chegar a Brasília agora precisa ser feito toda semana.
A outra resolução, RDC-58, é a que proíbe a combinação de remédios para emagrecer com antidepressivos, por exemplo. O diretor-presidente adjunto da Anvisa, Norberto Rech, diz que a Agência segue o “príncípio da precaução”. Como não há comprovação científica dos danos que a combinação de medicamentos pode causar, há restrição. A decisão segue acordo internacional firmado no Consenso Latino-americano de Obesidade.
Outra mudança é o limite de doses diárias que podem ser receitadas. “O Brasil é recordista mundial no consumo de anorexígenos. Essa medida é necessária para reduzirmos os índices”, diz Norberto Rech.
Mudou também o tipo de notificação de receita usada para esses medicamentos. Antes, eram do “tipo B” (cor azul). A partir de agora, são enquadrados como B2, também azul, porém específica para este novo modelo de controle elaborado pela Anvisa.
Quem for comprar, não pode demorar com a receita na mão. Ela terá 30 dias de validade, contados a partir da emissão. O medicamento só poderá ser comprado no Estado onde foi emitida a receita.
A principal vantagem de todo o processo, segundo o diretor-presidente, é acompanhar também os médicos. “Se um mesmo profissional emite um número muito grande de receitas, teremos como perceber e avaliar isso, por mais de uma maneira”, diz.
E é bom que médicos acostumados a receitar a torto e a direito abram o olho. Profissionais e estabelecimentos que desrepeitarem a RDC 58 estarão sujeitos às penalidades previstas em lei. Multa de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, além de responsabilização civil e penal.
rodrigo.stupp@an.com.br

Maior controle dificulta acesso a medicamento

A norma da Anvisa não surgiu sem debate. Houve consulta pública em 2006 e o texto ficou disponível para discussão. E foram 182 sugestões, segundo a agência. Psiquiatras, psicólogos, nutricionistas e endocrinologistas participaram.
O presidente nacional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), o pernambucano Ruy Lyra, diz que a resolução é um avanço para o Brasil. “Não vai bloquear o acesso aos remédios, mas vai dificultar muito. O controle sobre quem prescreve vai inibir o uso, no final das contas. E é isso que precisamos: reduzir o uso de anorexígenos”, pontua.
Segundo Lyra, a maioria dos casos de tratamento para emagrecimento não exige remédios complementares, como antidepressivos ou para controlar a ansiedade. “Se deve haver uma regra, é a de que só o anorexígeno é suficientemente capaz”, diz. Para ele, o combate a fórmulas “milagrosas” é questão de saúde pública.
Mas isso não é duvidar da ética do médico que emite as receitas, doutor? “Não vejo dessa forma. O médico que tem responsabilidade receita e pronto. O que precisamos coibir são os excessos”, destaca.
Efeitos:
– Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), o uso contínuo de anorexígenos, além de provocar perda de peso, pode causar insônia, irritabilidade, alteração da freqüência cardíaca e até dependência.
– A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) diz que o abuso está ligado sobretudo a questões estéticas.

Especialista questiona a norma

Eduardo Senra, endocrinologista em Joinville e especialista em perda de peso, diz que é importante controlar os excessos, mas alerta: “A norma não vai resolver o problema. Só dificulta o trabalho e gera constrangimento ao paciente”. Outros dois endocrinologistas ouvidos pela reportagem dizem que, para muitos pacientes, a combinação de receitas é a única saída para reduzir efeitos colaterais.

Prática
Endocrinologista diz que combinação de medicamentos em muitos casos é feita para diminuir efeitos colaterais“Os anorexígenos são uma boa arma terapêutica. Não a melhor, mas a melhor que temos no momento. E o uso de ansiolíticos, antidepressivos, reduz os efeitos colaterais”, diz Senra. Ele afirma que a dependência física criada pelo anorexígeno é mínima. “Observamos na prática e com estudos que a chance de isso ocorrer é muito pequena, se houver retirada gradual do medicamento. Essa prática existe há 20 anos e não vejo mal nisso”, diz.
Ele considera “muito boa” a iniciativa de registrar as receitas, saber quem emite e quem vende. Mas discorda do “princípio da precaução”, argumento usado pela Anvisa. “O paciente tem várias maneiras de reclamar ao se sentir prejudicado. Pode fazer denúncia no Cremesc ou mesmo entrar com uma ação na Justiça. Isso atrapalha o tratamento”, reclama.
E como o senhor tem feito com seus pacientes que precisam dos remédios combinados, doutor? “Informo o Código Internacional da Doença (CID) junto, e com autorização por escrito de quem vai tomar. Mas isso é absolutamente constrangedor para quem vai tomar. É uma exposição desnecessária, uma invasão à privacidade do paciente”, acredita.
Farmacêuticos de Joinville ouvidos pela reportagem também dizem ser difícil explicar aos clientes, acostumados a comprar os medicamentos combinados, que agora não é mais possível. Outra reclamação, de médicos e farmacêuticos: está difícil conseguir imprimir os formulários adequados na cidade, por causa da falta de licença adequada de muitas gráficas. Por causa dessa demora, pacientes estariam ficando sem os remédios.
Consumo
– Brasil tem o maior consumo mundial per capita de remédios para emagrecer.
Dados foram coletados entre 2002 e 2004.
– Brasil – 9,1 doses diárias por mil habitantes. Aumento de 20% em relação a 1992 e 1994.
– Estados Unidos – 7,7 doses diárias por mil habitantes.
– Coréia do Sul e Cingapura – os dois consomem 6,4 doses diárias por mil habitantes.

Regional de SC vai denunciar os médicos

Em Santa Catarina, a regional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (Sbem) apóia a iniciativa da Anvisa. Em nota, o presidente do Sbem-SC, Luiz Antônio de Araújo, diz que há muitos anos a entidade e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Metabologia (Abeso) tem lutado pelo tratamento ético da obesidade.
A Sbem-SC garante que “encaminhará as denúncias de transgressão para serem avaliadas na câmara técnica do Conselho Regional de Medicina (Cremesc)”. Entre essas possíveis denúncias, casos que estão ocorrendo no Estado.
Para driblar a proibição, médicos estariam emitindo receitas para os mesmos pacientes, mas em nome de parentes: pais, irmãos e até filhos. Seria a maneira de permitir que os remédios fossem comprados separadamente e combinados pelo paciente. Duas farmácias de Joinville confirmam que a prática ocorre.

Paciente diz que sofre sem o remédio

Mesmo tendo perdido 30 quilos no ano passado, Ana (nome alterado) só aceita falar por telefone. “Ainda não gosto do meu corpo”, diz a jovem de 28 anos. Desde o início do ano, para continuar usando anorexígeno com antidepressivo, ela vai a um psiquiatra. “Ele me receita um e o endócrino, o outro. Foi a solução que encontrei.” Ela diz que os médicos decidiram continuar o tratamento assim.
“Tenho momentos de depressão. Se não tomar os dois, fico muito ruim”, fala a moradora de Joinville. Ela acha que não está colocando a sua vida em risco. “Tomo há dois anos. De vez em quando o doutor reduzia a dose para ver como eu reagia”, conta Ana.
Outra paciente toma laxantes combinados com moderador de apetite. Mas a dose, sob prescrição, é menor que a vendida livremente na farmácia. “Se for comprar um desses estimulantes intestinais comuns, que qualquer um consegue, e é mais forte, eu posso. Agora, se o médico receita uma dose bem menor, é proibido. Não consigo entender”, argumenta.

Fonte :A NOTÍCIA (SC) • GERAL • 9/3/2008

Dicas para aprender a pensar como Magro!!!

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

É só decidir fazer uma dieta que você se transforma em um aficionado por qualquer tipo de prato, seja ele doce ou salgado? O comportamento é natural. Quando não existe nenhuma restrição ou alteração alimentar, o ato de escolher os alimentos é espontâneo. Já quando se está de dieta, é preciso analisar características como tamanho das porções, qualidade nutricional e calorias fornecidas.O fato é que tanta preocupação pode acabar confundindo seus sentidos.
Nem sempre a vontade de consumir tentações é maior, depois de dar o pontapé inicial à reeducação alimentar. É uma falsa sensação, criada pela atenção que a comida está recebendo , desaponta quem usa o desejo por certos alimentos como pretexto para não investir em um cardápio equilibrado.
Mas se você sofre com a irresistível vontade de se deliciar com um pratão de macarronada, seguido de uma sobremesa com muito chocolate, atente para as dicas, que ensina alguns truques para espantar o pensamento gordo.

Mude seus conceitos : não encare verduras, legumes e frutas como um sacrifício para emagrecer. Eles são fundamentais em uma alimentação saudável e precisam fazer parte da sua rotina alimentar. Sem contar que, devido à variedade de nutrientes que contêm, trazem diversos benefícios ao seu corpo. Além disso, existem tantas opções, que é impossível odiar todas. Alguma, certamente, agrada o seu paladar.

Direcione seu foco: está claro que você precisa estar atento a tudo que leva à boca quando está de dieta, mas isso não significa que seu pensamento deve estar totalmente voltado para a comida. Quando não estiver na hora das refeições, faça alguma coisa que te distraia, como ler um livro, ouvir música, assistir a um filme. Isso evita que você pense excessivamente nos alimentos.

Previna-se das tentações: caso você ainda se sinta vulnerável diante das suas delícias preferidas, evite dar de cara com elas. Não se exponha a situações de risco. A solução apontada é, na hora das compras, fugir das gôndolas e corredores que abrigam os alimentos tentadores, como bolachas recheadas e chocolates, por exemplo.

Escape das armadilhas: você não precisa deixar de sair com seus amigos só porque eles sempre pedem sua sobremesa preferida. E também não precisa nem deve ficar chupando o dedo. Não hesite na hora da sobremesa, peça uma fruta. Se surgirem comentários descritivos das sobremesas saboreadas pela turma, mude de assunto.

Mire no alvo: se você está pensando em matar uma das refeições principais para se esbaldar com um doce, afaste esta idéia para bem longe. Jamais pule uma refeição para compensar com um doce ou salgado muito calórico. O máximo que você consegue é, em vez de economizar calorias, se privar de diversos nutrientes.

Na dúvida, fique com o trivial: diante da variedade dos cardápios de restaurantes, opte pelos pratos mais simples, que, certamente, serão os menos calóricos. Prefira um prato de arroz, feijão, carne grelhada, legumes e verduras a uma fatia de torta ou quiche com salada e molho. Não se esqueça de trocar a mousse por uma fruta, na sobremesa.

Abandone o radicalismo: mude seus hábitos alimentares visando um cardápio balanceado, que favoreça sua saúde. Nenhuma restrição excessiva é saudável. Portanto, nada de pular o café-da-manhã para abusar no almoço. Planejando todas as refeições, você não chega afoito e faminto em nenhuma delas.

Pense positivo e aja da mesma forma: esqueça a idéia de que, para emagrecer, é preciso passar fome de barriga vazia, certamente você vai sentir mais vontade de devorar qualquer prato. A partir daí, mude também as suas atitudes, programando suas refeições, que devem somar cinco a seis por dia (café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches intermediários). É comum as pessoas que seguem uma orientação nutricional questionarem a quantidade dos alimentos que vão ingerir, ao seguir o cardápio da dieta. Elas duvidam que irão emagrecer, comendo mais do que costumam comer. Optando por alimentos mais saudáveis e menos calóricos, dá sim para treinar mais a mastigação, quando se está de dieta. Além disso, uma alimentação saudável permite que você consuma uma variedade maior de nutrientes.

Fonte: site www.minhavida.com.br

1) Alguns pais não se conscientizam de si mesmos e de sua situação de peso e não conseguem analisar o do filho. Observe o seu comportamento e o de seu filho em relação à alimentação;

2) Fixe os horários das refeições, pois a prática ensina disciplina às crianças e evita o consumo de lanches e guloseimas fora de hora: Já dissemos que o ideal são 6 refeições diárias e evitar as beliscadas fora desses horários;

3) Não imponha dietas restritivas, principalmente nas crianças menores. Em fase de crescimento, o caminho é a reeducação alimentar: comer de tudo um pouco (alimentos saudáveis) e em quantidades adequadas;

4) Ignore o velho hábito de fazer o filho raspar o prato. Isso costuma provocar a perda da saciedade na criança, ou seja, ela deixa de ter o próprio limite de saturação;

5) Evitar muitas brincadeiras na mesa: hora de comer é hora de seriedade, evitar fazer aviãozinho. Muito mimo é sinônimo de muita manha;

6) Não ceder ao primeiro “não gosto disso”: a criança tem uma tendência a dizer que não gosta de uma comida que ainda não provou. Cada um pode comer o que quiser, mas pelo menos, experimentar não custa nada;

7) Substituir refeições: não quer arroz e feijão, então toma uma mamadeira. Esse erro é muito comum, e se a criança conseguir uma vez, vai repetir essa estratégia sempre;

8) Não faça da comida uma forma de recompensa ou moeda de troca. Exemplo: oferecer um sorvete se o filho se sair bem na escola ou comer toda a salada. “Coma toda a sopa para ganhar a sobremesa”. Passa a idéia de que tomar sopa não é bom e que a sobremesa é que é o máximo;

9) Não ameaçar castigos para quem não cumpre o combinado: “Se não comer a salada, não vai ganhar presente”. Isso somente vai aumentar o ódio que a criança sente das saladas;

10) Não subestime o poder de compreensão dos pequenos. Negar uma guloseima pode virar um “drama” para eles, mas só no início. A criança sem limites vai abusar das calorias e das guloseimas. Mesmo os adolescentes devem ser incentivados a ter apenas um dia por semana e situações em que podem ser mais liberais;

11) Evitar tornar a ida a uma lanchonete um “programão”: a comida de casa fica meio sem graça;

12) Servir sempre a mesma comida: a criança só toma iogurte, então passa o dia todo tomando iogurte. Vai enjoar, vão faltar nutrientes, vão faltar fibras;

13) O processo de reeducação alimentar costuma ser mais longo em crianças. Não tenha pressa. O ideal é começar retirando aos poucos os alimentos que engordam;

14) Incentive seus filhos a praticarem esportes ou atividades físicas. Dê preferência principalmente as modalidades individuais no início, porque evitam alguns constrangimentos, como gozações e piadinhas dos colegas, além da pressão para um bom desempenho;

15) Procurar conforme a disponibilidade, ajuda de profissionais multidisciplinares como: médico, nutricionista, psicólogo e orientador de atividades físicas;

16) Toda a família deve apoiar e auxiliar no seu tratamento, evitando insistir no preparo de alimentos inadequados e não ridicularizando suas atitudes e esforços;

17) Dar o exemplo: as crianças e muitas vezes ainda os adolescentes seguem os exemplos e os hábitos dos pais. Não adianta mandar tomar sucos e somente beber refrigerantes. Orientar dietas e atitudes saudáveis e fazer diferente disso;

Aos pais, que sirvam de bons exemplos para os filhos! Esta é uma herança que não depende da sociedade, mas do equilíbrio e do bom-senso. Que a família assuma seu papel de grande educadora em meio propício ao desenvolvimento da mente, moral e corpo saudáveis.

A obesidade é um distúrbio que pode se tornar o principal problema do século 21 e a primeira causa de doenças crônicas do mundo, pois ela induz à várias anormalidades do metabolismo que contribuem para as doenças cardiovasculares, do colesterol, diabetes mellitus e outras.
Assim como no adulto, essa realidade está acometendo cada vez mais crianças e adolescentes, que no Brasil cresceu 240% nos últimos 20 anos. São cerca de 6,7 milhões de crianças e adolescentes obesos no País, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Inclusive a incidência de obesidade mórbida está levando jovens à mesa de cirurgia em uma tentativa radical de emagrecer e regredir as complicações.
Ainda não se conhece claramente a etiologia do excesso de peso, mas sabe-se que estão envolvidos múltiplos fatores complexos que alteram o balanço energético.
Estes fatores podem ser classificados em genéticos, metabólicos, nutricionais e psicossociais. Eles parecem interagir, levando a um balanço calórico positivo e predispondo o excesso de peso.
O fator de risco mais importante para o aparecimento da obesidade na criança é a presença de obesidade em seus pais, pela soma da influência genética e do ambiente.
As crianças com os dois pais obesos têm 80% de chance de se tornarem obesas e se apenas um dos pais for obeso, ele terá 40% de chance.
Estudos comparando o peso corporal relativo de crianças adotadas com os pais adotivos e biológicos sugerem um maior componente genético na incidência da obesidade. O peso corpóreo durante a adolescência é um forte previsor do peso quando atingir a idade adulta.
A obesidade tende a persistir na vida adulta. Cerca de 50% de crianças obesas aos seis meses de idade e 80% das crianças obesas aos 5 anos de idade permanecerão obesas quando adultas.
A obesidade é mais prevalente nas raças hispânicas, afro-americanas e particularmente em meninas. A criança não precisa necessariamente ingerir grandes quantidades de comida para ganhar peso, muitos alimentos que elas gostam contêm alto valor calórico.
As condições de vida que levam à obesidade nas sociedades desenvolvidas estão atuando também nos países em desenvolvimento como o Brasil, aumentando sua prevalência especialmente nas regiões mais ricas, como as regiões sul e sudeste.
Um estudo chamado, NHANES-II (1976-1980) National Health and Nutrition Examination Survey, indica que nos EUA 20% dos meninos e 22% das meninas com idade de 12 a 19 anos estão com sobrepeso.
Dados de pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostraram que a prevalência de sobrepeso em adolescentes variou entre 1,7% no nordeste, 4,2% no sudeste. A prevalência de obesidade em adolescentes variou de 6,6% e 8,4% nas regiões nordeste e sudeste.
No Brasil a taxa geral de sobrepeso é de 7,6 % e só em São Paulo é de 14,7 %. De acordo com Wang et col, na revista American Journal of Clinical Nutrition, o índice de aumento anual de obesidade em indivíduos de 6 a 18 anos nos EUA é de 0,6%, no Brasil é de 0,5 % e na China é de 0,2 %.
A evolução da engenharia de alimentos também dificulta a manutenção de dietas saudáveis; as crianças e adolescentes sofrem muita influência deste mercado que, com o seu delicioso sabor e belas embalagens associadas ao grande marketing, fazem com que sejam esses produtos se tornem irresistíveis.
Uma reportagem publicada em agosto de 2004 pela revista Veja, mostrou que nos EUA neste ano, o diretor Morgan Spurlock, inspirado naquele episódio em que duas garotas americanas processaram a rede de lanchonetes McDonald´s por torná-las obesas, fez uma experiência com ele mesmo chamada “Super Size Me”, onde determinou que tudo que ele ingerisse por um mês deveria vir do McDonald´s.
Cada item do cardápio teria de ser provado pelo menos uma vez e ele teria que aceitar todas as vezes que um atendente oferecesse o lanche na porção super size (onde o número de calorias sobe assustadoramente). Além disso, ele reduziu de forma drástica sua atividade física até chegar à média nacional. Ao final do mês, estava com 11 quilos a mais, seu colesterol disparou, teve depósito de gordura no fígado como de um alcoólatra, dores de cabeça, mau humor e exaustão, imaginem isso tudo como conseqüência em uma criança!
Como publicado na Harvad Magazine, uma criança que come em casa ingere, em média, 130 calorias a menos por refeição do que nos dias em que almoça num restaurante fast-food.
Dois estudos publicados recentemente sugerem que os adolescentes obesos sejam emocionalmente problemáticos. No século XVII, o excesso de gordura era considerado sensualidade na Europa, e hoje o padrão de beleza é a magreza, o que exerce grande pressão nos jovens para manterem-se dentro dos padrões.
Um dos estudos realizados pela da Universidade de Minnesota, envolvendo cinco mil adolescentes mostra que os jovens com excesso de peso são mais propensos a sofrerem de depressão e de outros problemas vinculados à condição física.
O estudou determinou ainda que 26% dos adolescentes obesos alvos de gozação na escola e em casa consideraram o suicídio, enquanto que 9% já tentaram.
Um outro estudo realizado pela Universidade de Medicina e Odontologia de Nova Jersey e feito entre 17 mil adolescentes, com idades entre 13 e 18 anos, diz que os jovens obesos têm menos amigos que os demais adolescentes de mesma idade.
A explicação para isso estaria no isolamento social que os adolescentes obesos sentem quando comparados aos magros. Muitos adolescentes obesos possuem uma auto-imagem desfavorável e tornam-se progressivamente mais sedentários.
Existe inclusive a teoria de que levar desaforo para casa, fazer concessões além da conta e acumular raiva são atitudes que levam à obesidade. Para comprovar essa teoria, estudiosos da Universidade do Texas realizaram uma pesquisa recente com adolescentes entre 14 e 17 anos e constataram que atitudes como aceitar desaforos, por exemplo, contribuem para a obesidade.
Os sentimentos de impotência provocam raiva, que nos leva a comer, que por sua vez engorda e engordar provoca sentimentos de culpa. Então uma atitude mais assertiva diante das situações cotidianas, poderia ajudar a lidar melhor com a raiva e amenizar os efeitos que ela traz. Isso significa aprender a dizer não, e expor a opinião, independentemente do que os outros pensem.
O posicionamento assertivo oferece novas formas de expressão de sentimentos, que outrora iam para a comida. As atitudes 8 ou 80 são mais fáceis: ou engole a raiva ou explode; o ideal é se habituar a encontrar uma manifestação adequada entre as diversas possibilidades de expressão que existem entre 8 e 80.
Freqüentemente os pais não sabem como ajudar. Não existem muitas opções terapêuticas disponíveis para os adolescentes obesos. Há poucos programas elaborados especialmente para adolescentes, poucos profissionais experientes nesse tipo tratamento, e o uso de medicamentos ainda é muito limitado.

Em recente Congresso de Cirurgia Plástica realizado nos Estados Unidos, o respeitado cirurgião Joseph Capela, filho do inventor da "Cirurgia de Capela" (técnica que provoca a restrição do estômago na obesidade mórbida), afirmou que a maioria dos cirurgiões plásticos norte-americanos possui pouca ou nenhuma experiência com técnicas para cirurgia em ex-obesos mórbidos.
No Brasil, também é escassa a quantidade de médicos que dominam as técnicas para execução de uma cirurgia plástica em ex-obesos. A justificativa está no fato de pacientes que perderam 40 quilos ou mais apresentarem extrema flacidez e sobras de pele com pouca base de colágeno, tornando a cirurgia ainda mais delicada, em conseqüência da perda de elasticidade da pele. Dr. Lawson, outro cirurgião Americano dedicado a este tema, declara que "muitos pacientes após grandes perdas de peso se parecem com Sharpeys. Com sulcos e sulcos e sobras de pele", e, em sua grande maioria, esperam ter o corpo ideal logo após a primeira cirurgia, sendo esta a sua grande expectativa.
"A cirurgia plástica no ex-obeso é considerada, por muitos especialistas, como uma super especialidade, já que a maioria está tentando adquirir know-how neste procedimento; além disso, também há a necessidade de se observar uma série de detalhes pertinentes à má nutrição pela restrição do estomago na cirurgia bariátrica, devendo o cirurgião plástico ter experiência e "faro clinico" para se preocupar com esses pacientes em todo o seu conjunto", declara o Cirurgião Plástico Dr. Wandemberg Barbosa.
O médico afirma que o método mais indicado e que oferece os melhores resultados em contorno corporal de pacientes ex-obesos é a TORSOPLASTIA (retirada de grandes blocos de pele e tecido celular subcutâneo da região dorsal inferior, em conjunto com a plástica do abdômen anterior). " Esse procedimento ainda permite a elevação dos glúteos em 5 centímetros, deixando as pacientes muito mais felizes".
Dr. Wandemberg revela, também, que no Brasil, as pacientes ex-obesas mórbidas estão tão exigentes quanto as pacientes que se submeteram a uma intervenção plástica para eliminar pequenos excessos. "Tenho oportunidade de acompanhar alguns programas de televisão transmitidos nos Estados Unidos e percebo que o grau de exigência das pacientes brasileiras é muito maior do que os resultados apresentados nestes programas, e que são considerados, por eles, um sucesso", afirma.
Outras vantagens são apresentadas pelo especialista para que o método seja mais difundido no país. " O período de recuperação em uma TORSOPLASTIA é igual ao de uma plástica de abdômen isolada e, dependendo do caso e da função exercida pela paciente, poderá ser associada à PLÁSTICA DE MAMA e LIPOASPIRAÇÃO. Também não são deixados drenos e o índice de complicações locais é praticamente zero. O grande problema de não se propor mais esta técnica é o fato de um número maior de cirurgiões necessitarem dominá-la com mais freqüência", finaliza o cirurgião.

Fonte: www.copacabanarunners.net

Mini Lipo

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Pequenas regiões do corpo que retém gordura localizada também podem ser tratadas com lipoaspiração, melhor, com uma mini lipoaspiração. É a técnica conhecida como lipo light ou mini-lipo.
O queixo, a parte interna dos joelhos, região pequena do culote e abdômen são exemplos da aplicação. Dr. Flavio Borges Fortes, cirurgião plástico membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), explica que a técnica é bem mais simples que lipoaspiração convencional. Não há necessidade de repouso e internação. "É menos dolorida e na comparação deixa poucos hematomas. A recuperação torna-se curta", completa.
O diferencial é o tratamento de pequenos volumes de gordura. "O que limita a lipo light é a quantidade de anestésico que pode ser utilizado. Por ser local, não podemos tratar grandes áreas", esclarece.
Aplica-se anestesia local na área que se deseja tratar, seguido de ultra-som externo por 5-10 minutos. O ultra-som promove a destruição das células de gordura, que após são aspiradas por cânulas finas. É comum um inchaço nos primeiros cinco dias. Por isso ainda recomenda-se a realização de drenagem linfática. O resultado, comemora Flavio, "é a modelagem e o aperfeiçoamento do contorno corporal nas áreas restritas". Em muitos casos, é possível voltar às atividades normais no dia seguinte.
O investimento equivale a 30% do valor de uma lipoaspiração. Com avaliação médica, pode-se optar por fazer várias lipo light no lugar de um único procedimento convencional.
No Brasil, a lipo light é realiza desde 2002. Os riscos são mínimos, desde que seja bem indicada e o paciente siga corretamente todas as recomendações médicas após a operação. É importante pesquisar a respeito do médico que fará a cirurgia, de sua formação e especialidade. O site da SBCP, por exemplo, oferece um campo para a busca de seus associados no endereço http://www.cirurgiaplastica.org.br

Fonte: www.copacabanarunners.net

A lipo light (ou mini-lipo) é o procedimento que trata gorduras localizadas no consultório, sob anestesia local. Na lipo light retira-se pouca quantidade de gordura de uma pequena área do corpo.

Na lipoaspiração tradicional trabalha-se grandes depósitos de gordura em um tempo cirúrgico, em hospital sob anestesia peridural.

Já na lipoescultura aproveita-se a gordura do próprio paciente que foi retirada de uma determinada região e recoloca-se (enxerta-se) nos locais em que há falta. Por exemplo, no bum-bum.