Sabotadores da dieta

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

por Arthur Kaufman
Psiquiatria

O alimento é um condutor de afeto. Isso acontece desde que a mãe alimenta seu filho recém-nascido até um grande número de situações que acontecem durante toda a vida. O problema é quando o alimento substitui os afetos, as rejeições, os confrontos, ou seja: a pessoa come para evitar situações complicadas e desagradáveis.

O encantamento associado à prisão através da comida aparece já em histórias infantis, como “Joãozinho e Maria”, onde os heróis, abandonados pelos pais, são seduzidos através dos doces pela bruxa (que pode ser interpretada pelas crianças como símbolo da mãe perversa, que não cuida); são anestesiados pelo açúcar e podem ser devorados pela “mãe má”, embora pensem que estão sendo cuidados (e todo dia a bruxa pede para “ver o dedinho”). A comida é também usada como forma de sedução, como no caso das “tortas” da Vovó Donalda, tia do Pato Donald.

Parentes, namorados, cônjuges e amigos desempenham, muitas vezes – até sem querer – o papel de sabotadores da dieta. Para algumas mães, a filha gordinha pode representar uma permanência mais demorada na infância, o que, simbolicamente, significaria uma juventude mais prolongada (ou envelhecimento mais retardado) para a mãe.

Já no casamento é comum engordar para manter o marido à distância e evitar o sexo; isto, curiosamente, não acontece nos casamentos mais infelizes (onde é mais fácil dizer “não!” e os maridos também já não estão interessados em sexo) – mas nos casamentos medianamente infelizes, onde a estabilidade da relação parece ser mais importante do que o amor-próprio e do que o próprio corpo. É principalmente nestas mulheres – desassistidas afetiva e sexualmente – que podemos observar como o lado feminino erótico e lúdico fica compactado dentro da gordura e da excessiva massa corporal.

Às vezes, o peso da mulher é o principal assunto de sua vida conjugal. Pode até acontecer de ela não emagrecer como forma de demonstrar resistência à vontade do marido. É claro que seu corpo se transforma num campo de batalha, mas ela parece estar querendo se convencer de que é melhor ser “gorda e independente” do que “magra e submissa”.

Os maridos podem exercer um importante papel na manutenção da obesidade da mulher. Uma das maneiras é estar constantemente solicitando que ela emagreça, embora o resultado é fazer com que a mulher se sinta ofendida e rejeitada. Outra forma é jogar diretas ou indiretas, onde são feitas comparações com outras mulheres; pode acontecer de a esposa se sentir tão culpada que até justifique o fato de ele ter uma amante “magra”.

Há maridos cuja especialidade é a “dupla mensagem”: eles enviam simultaneamente mensagens contraditórias entre si, de modo que qualquer resposta estará incorreta. Um exemplo freqüente de dupla mensagem é dar a entender à esposa que deseja vê-la magra e estar constantemente comprando bombons para ela, ou convidando-a para comer pizza.

O marido também boicota o regime da mulher quando obtém benefícios secundários da obesidade desta. Os motivos são vários, desde o medo da infidelidade dela (caso fique magra) – levando a ciúmes, suspeitas e ataques – passando pela falta de interesse sexual (onde a gordura é “culpada”) e chegando até a própria obesidade masculina (ele se sentiria desmoralizado e menos atraente sexualmente se apenas ela emagrecesse).

Fonte: Globo.com

Salmão com cebola ao vinho branco

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Ingredientes:
1/4 de c.c. de sal
1/4 c.c. de pimenta-do-reino moída na hora
4 filés de salmão
4 c.c. de margarina light
1/2 cebola roxa em fatias finas
2 C.S. de vinho branco seco
3/4 de xíc. de caldo de galinha
1 C.S. de mostarda
3/4 de c.c. de amido de milho
8 batatas calabresas cozidas partidas e douradas com casca
1 limão siciliano fatiado fino (opcional)
4 c.c. de tomilho ou estragão fresco picado

Modo de Fazer
Salpique a metade do sal sobre os filés de salmão e polvilhe com a pimenta. Numa frigideira antiaderente grande, derreta 2 c.c. da margarina em fogo alto. Coloque o filé de salmão e cozinhe por 7 minutos de cada lado, até que fique dourado e desfie facilmente com um garfo. Retire da frigideira e mantenha morno.
Na mesma frigideira em fogo brando, derreta o restante da margarina e refogue a cebola por 30 segundos. Junte o vinho e cozinhe mais 30 segundos.
Numa tigela junte e misture o restante do sal com o caldo de galinha, a mostarda, o amido de milho e bata vigorosamente. Despeje na frigideira quente e deixe ferver. Reduza o fogo e cozinhe até que o volume se reduza à 3/4 xíc., cerca de 1 minuto.
Arrume em cada prato um filé de salmão acompanhado de 2 batatas coradas e fatias de limão. Sirva o molho de vinho com a cebola por cima, salpicado com o tomilho.
Rendimento: 4 porções
Calorias : 282 calorias por porção

Fonte: Vigilantes do Peso

TROCAS DE EXPERIÊNCIA

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Se você já passou por muitas coisas tentando emagrecer, se já fez dietas malucas, se já passou somente a líquidos, se tomou remédios, se teve que recorrer a uma opção mais drástica, como a cirurgia bariátrica, enfim se já esperou algum milagre pra emagrecer, se fez algo muito bom que deu certo e fez com que você ficasse muito feliz, ou se fez algo que não aconselha que ninguém faça, compartilhe com a gente entre em perguntas/relatos deixe tua história que nós publicaremos!!!

O Plano de saúde cobre a cirurgia?

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Livros Luculia Diniz

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O Prazer da Cozinha Líght,
Doces Líght,
Luciia Diniz, Frente e Verso
O Prazer de Viver Light, que ensina o método usado por ela mesma para emagrecer 60 kg.

O que é a sindrome de Dumping?

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O que é Platô?

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Habib´s

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1 Bib sfiha de frango – 140 cal.
1 Bib sfiha de queijo – 190 calorias
1 Bib sfiha folhada de tomate seco – 120 calorias
1 Bib sfiha de carne – 160 calorias
1/2 porção de charuto de repolho – 182 cal.
1/2 porção de tabule – 125 cal.
1 Quibe frito – 190 calorias
1 Kafta – 300 calorias
1 Pastel de queijo – 250 calorias
Quibe cru (200 g)- 300 calorias
1 Pão sírio – 300 calorias
Homus (240 g) – 360 calorias
Charuto de uva (245 g) – 420 calorias

Estudo do HC mostra que alguns pacientes submetidos à cirurgia de redução de estômago sofrem de alcoolismo, anorexia, bulimia, bruxismo e dentes quebradiços depois de cinco anos de operação

Alguns pacientes submetidos à cirurgia de redução do estômago apresentam, após cinco anos ou mais, um considerável novo ganho de peso. Além disso, outros distúrbios também estão sendo observados no mesmo período após a operação, entre eles o alcoolismo, anorexia, bulimia, bruxismo, aumento excessivo de cáries e dentes quebradiços.

As informações vêm sendo obtidas e interpretadas por um grupo de estudo multidisciplinar do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP. O objetivo do estudo, ainda em andamento, é demonstrar que só a cirurgia, que é feita no hospital há nove anos, não basta para o sucesso do tratamento utilizado para a diminuição drástica do peso.

Segundo a psicóloga Marlene Monteiro da Silva, de um grupo de pacientes operados pela técnica Fobi-Capella entre cinco e nove anos atrás, 13% voltou a um estado de obesidade mórbida, com um índice de massa corpórea (IMC) superior a 40. O IMC é obtido dividindo-se o peso da pessoa pela altura ao quadrado. No total, 64,15% voltou a ser obeso, com um IMC maior que 30.

Após a cirurgia, espera-se que o paciente emagreça a quantidade almejada e, depois, engorde dez quilos novamente. Porém, entre os 53 pacientes pesquisados, 58,5% ganhou mais que dez quilos, 39,6% mais de vinte quilos e 13,2% engordou mais de trinta quilos. Somente 7,84% dos pacientes mantiveram o peso ideal ou emagreceram demasiadamente (nos casos de bulimia e anorexia).

"Trata-se de resultados brutos e ainda não foram feitos estudos estatísticos. Os dados não foram correlacionados com as questões orgânicas e a integridade da cirurgia. Mas não deixa de ser um alerta a pacientes e médicos: a cirurgia não deve ser entendida como uma fórmula mágica", explica Marlene.

Compulsão
De acordo com o médico e coordenador do grupo, Bruno Zilberstein, o estudo pretende mostrar que a operação não é o fim do tratamento. "Esses pacientes podem substituir uma compulsão por outra. O segredo para o sucesso é o acompanhamento", explica.

Para Marlene, o caso do alcoolismo, observado em 18% dos mesmos 53 pacientes estudados, é um dos exemplos da troca de compulsão. As pessoas começam a aproveitar o benefício social do emagrecimento – diferentemente da condição anterior, na qual elas não saíam de casa – passando, assim, a beber excessivamente.

"A obesidade, porém, é um sintoma de problemas anteriores a isso. Existe, no obeso, a necessidade de se esconder de alguma coisa que vai ser descoberta somente após a cirurgia", conta a psicóloga, acrescentando que perto de 80% das pessoas apresentam um quadro de depressão tanto antes quanto depois da cirurgia.

"A pessoa passa a comer menos porque o estômago não admite maior volume de alimento, e não porque tenha deixado voluntariamente o hábito de comer em grandes quantidades", observa o médico Joel Faintuch. Os retrocessos na perda de peso, segundo ele, vêm também pelo fato de o estômago operado ainda ter a capacidade de se dilatar, "podendo ampliar seu volume em até quatro vezes".

Problemas bucais
Os dados a respeito de distúrbios odontológicos são inéditos e mostram que metade dos pacientes retornou ao médico com alguma queixa. Cerca de 80% estava com os dentes quebradiços e 60% apresentava um aumento no número de cáries. Esses problemas foram observados tanto em pacientes vindos do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto de planos de saúde particulares, o que mostra que a situação está pouco ligada à classe socioeconômica dos pacientes

Segundo a dentista Vera Lúcia Kogler, os motivos exatos desses problemas ainda estão sendo estudados. "Porém, isto pode estar relacionado com um problema na absorção de nutrientes já observado; com refluxos gastro-esofágicos; com um ressecamento da boca, fruto da medicação administrada ou ainda com vômitos".

A cirurgia de redução de estômago é um dos principais temas do 32º Gastrão, evento que conta com a participação de cerca de mil médicos especialistas em cirurgia do aparelho digestivo. No evento, que começou nesta segunda (dia 4) e vai até sexta (8), no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, haverá conferências, mesas-redondas e transmissão de cirurgias ao vivo.

Fonte: Agência USP de Notícias