Pizzas

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

1 Fatia de Pizza de Escarola ao alho e óleo e palmito – 242 cal
1 Fatia de Pizza de Champinom, mussarela e tomate – 253 cal
1 Fatia de Pizza de Peito de peru e catupiry – 271 cal
1 Fatia de Pizza de Bacalhau e pimentão – 278 cal
1 Fatia de Pizza de Calabresa sem queijo – 286 cal
1 Fatia de Pizza de Alho poró com lombo canadense – 288 cal
1 Fatia de Pizza Portuguesa sem queijo – 195 cal
1 Fatia de Pizza de Camarão com cebola – 2020 cal
1 Fatia de Pizza de Quatro queijos – 382 cal
1 Fatia de Pizza de Bacon com mussarela e azeitonas – 463 cal

Como saber se estou pronto pra Cirurgia?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Se você tem indicação para fazer a cirurgia, já escolheu um bom profissional, chegou a hora de tirar todas as dúvidas, faça uma lista, marque de 2 a 3 consultas com o médico escolhido antes de decidir, se não sentir confiança troque de médico, faça pesquisas na internet, converse com pessoas operadas saiba tudo o que poderá ocorrer, como será o pré e o pós operatório e principalmente quais os riscos que há e se você está disposto a corrê-los.
É indicado também, e ajuda muito, fazer um acompanhamento com um psicólogo especialista na área, ele irá te ajudar a ter certeza se é isto o que você deseja realmente e irá liberá-lo quando achar que você está preparado.
Vale uma observação de quem já passou por tudo, mesmo sabendo tudo sobre a cirurgia, tendo certeza do que quer e com "alvará" do psicólogo não temos idéia do que nos espera!

Os exames que são pedidos são:
Urina
Fezes
Eletrocardiograma
Endoscopia digestiva
Ecocardiograma
Raio X de tórax
Teste de esforço
Ultrasonograifa abdominal
Sangue: Hemograma completo, colesterol, T4, TGO, TGP, cagulograma, glicose, creatinina, uréia, TSH, triglicerídeos, ferro, transferrina, fosfatase, ácido úrico, fósforo, albumina, globulinas, cálcio,etc.
Claro que poderão haver outros exames caso haja alteração em algum dos citados acima ou caso haja algum outro tipo de problema constatado pelo médico.

Diferenças entre lights e diets

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Diet
É o produto formulado para dietas específicas e que elimina um nutriente da sua
composição. Ou seja, existem produtos diet sem açúcar, outros sem gordura e assim por diante. Ao comprar um, repare se o rótulo da embalagem mostra qual elemento do produto foi eliminado para ver se seria este seu objetivo

Light
É o alimento que reduz a porcentagem de determinado nutriente em sua composição (geralmente, a redução é de calorias, pelo menos, 25%). Segundo o Código de Defesa do Consumidor, no caso dos produtos diet e light, a embalagem sempre deve trazer informações sobre a composição do produto de forma clara e precisa. Por isso, consulte os rótulos para saber quais são as substâncias que formam o produto.

Fonte: Dietas Ano 4 ed 8

Quais os riscos durante a Cirurgia?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

É muito importante que fique claro que é um processo cirúrgico e há riscos sim.
Os riscos que se corre durante a Cirurgia bariátrica é examente igual a qualquer outro processo cirúrgico, ou seja, parada respiratória, parada cardíaca, embolia pulmonar, complicações com a anestesia, etc.
Quanto maior for o peso e quanto mais doenças associadas existirem aumentam os riscos.

Quais os tipos de Cirurgia Bariátrica?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Basicamente são 5 técnicas utilizadas para reduzir a capacidade do estômago

Balão Intragástrico

É exatamente isto, por video laparoscopia é inserido um balão de silicone, murcho, no estômago do paciente elogo após este balão é preenchido com soro fisiológico, desta forma ele preenche um grande espaço fazendo com que a pessoa tenha a sensação de saciedade, comendo menos e perdendo peso.
O problema é que esta balão tem que ser retirado ou substituído a cada seis meses, se for retirado, muitas vezes, o tempo não é necessário para toda perda de peso, para ser substituído fica muito caro e não é coberto pelos planos de saúde.
Sem contar que na maior parte dos casos, por não ser uma intervenção cirúrgica e definitiva as pessoas voltam a ganhar peso ,muitas vezes, até mais do que perderam.
Por estes motivos o balão é utilizado em alguns casos específicos ou quando os paciente precisam perder um pouco de peso antes de outro tipo de intervenção cirúrgica de reduçao do estômago.

Banda gástrica ajustável

Este método consiste em colocar, por video laparoscopia,um banda de silicone como se fosse um anel em volta do ínicio (parte alta) do estômago com um balão insulflável na parte de dentro.
Este balão tem o objetivo de diminuir a quantidade de alimento a ser recebida pelo estômago,desta forma o paciente demora mais pra ingerir os alimentos saciando-se mais rapidamente.
A desvantagem é que a banda limita alimentos sólidos, desta forma se o paciente ingerir liquidos calórios o resultado do emagrecimento certamente ficará comprometido.
A perda de peso fica em torno de 20 a 30% em média e depende da cooperação do paciente

Técnicas disabsortivas

Também conhecida como desvio do intestino
Alguns exemplos:
Cirurgia de Payne

Esta é uma cirurgia que não é mexido no tamanho do estômago, mas sim feito um grande desvio do instestino, ou seja, o paciente não fica restrito a quantidade do que comer, mas a absorção do alimento fica comprometida, fazendo -o ir ao banheiro várias vezes e desta forma emagrecendo.
Esta é uma cirurgia de exceção pois pode levar a distúrbios nutricionais muito acentuados e é somente utilizada através de critérios rigorosos.
Muitas vezes esta cirurgia é utilizada como tratamento temporário em pacientes excessivamente obesos.
Por ser uma cirurgia tecnicamente simples, ela é realizada em um primeiro tempo para o paciente perder algum peso para depois se fazer a cirurgia definitiva num segundo tempo.

Cirurgia de Scopinaro

Nesta além do grande desvio feito no instestino é retirado 50% da capacidade do estômago, desta forma fazendo com que o paciente possa comer um volume menor porém satisfatório. O objetivo continua sendo a má absorção,desta forma alguns alimentos não são totalmente digeridos ocasionando diarréia e um cheiro forte nas fezes.
É uma cirugia que apresenta bons resultados e uma perda de 40% do peso total.

Cirurgia de Capella

O estômago é grampeado e dividido em 2 partes, uma que receberá o alimento com capacidade de 30 ml e outra que não é retirada, porém fica isolada.
Há um desvio no intestino, menor que nas técnicas disabsortivas, de 1 metro que é religado no novo estômago de 30 ml e também é colocado um anel de silicone no ínico do estômago para dificultar a passagem do alimento.
Esta técnica além de limitar o volume do que entra também limita a velocidade de esvaziamento do estômago. Seu objetivo também é a má absorção, mas de forma mais moderada, contudo o paciente que optar por este método terá que tomar complemento vitamínico.

Cirurgia de Wittgrove

Também conhecida como bypass gástrico sem banda, é muito parecida com a Cirurgia de Capella, a diferença básica é que ao invés de colocar um anel ao redor do "pequeno estômago" , o cirurgião faz uma costura apertada entre o estômago e o intestino.
Em alguns casos há um reganho de peso e os médicos refazem a cirurgia colocando o anel gástrico.

O advogado gaúcho Fabiano Gouveia, 28, já era um homem gordo, com seus 125 quilos distribuídos em 1,82 m, quando começou uma dieta de engorda, há um ano e nove meses.
Todos os dias, ele "punha para dentro" duas latas de leite condensado, alguns litros de refrigerante não-diet. Também empanturrava-se de pães e de maionese e avançava sobre nacos suculentos de carne com bastante gordura, fatias lustrosas de bacon e lingüiças. Um saco de 1 quilo de bombom da marca Ouro Branco era devorado em quatro dias.
Para arrematar, o jovem comprava baldes de 4 quilos de um alimento hipercalórico da marca Nutrisport, formulado para atletas e esportistas que desejam ganhar peso sem aumentar o volume das refeições. Praticantes de atividades físicas intensas usam esses alimentos para ganhar músculos. No caso de Fabiano, entretanto, a ingestão do composto vinha acompanhada da seguinte orientação, feita por seu médico: "Não mexa um dedo, não faça nenhuma atividade esportiva. Assim, todo o excesso alimentar se converterá em quilos de gordura corporal extra".
Fabiano seguiu à risca o conselho e, 70 dias depois de iniciado o regime, contava 19 quilos a mais, atingindo a marca de 134 quilos.
Hoje, o advogado pesa 71 quilos. É um homem elegante, mais para magro. Até cresceu. Mede 1,88 metro, seis centímetros a mais do que tinha na fase hiperadiposa. "Eu estava literalmente esmagado pela gordura. Minha coluna vertebral vergara-se, numa cifose, pelo excesso de peso", lembra. O incrível é que foi a dieta de engorda que abriu para Fabiano as portas do mundo dos magros.
Parece lógica torta. Não é. Um entre os 17 milhões de brasileiros obesos, o advogado resolveu recorrer ao expediente mais drástico para emagrecer: a cirurgia de redução de estômago, que promete perdas de até 40% da massa corpórea. E quase sem risco de reengorda.
Como se trata de cirurgia agressiva demais, as entidades médicas impuseram restrições à sua realização. A principal delas: só obesos gravíssimos, ou com sérios danos à saúde por causa do excesso de peso, são candidatos à operação.
Um estudo realizado no Brasil mostra que, em cada mil pacientes que fazem cirurgia da obesidade, três falecem por complicações decorrentes da operação. Há ainda complicações que, sem levar à morte, podem infligir sofrimentos grandes ao paciente.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, da Universidade de São Paulo, as comorbidades mais comuns associadas à obesidade são hipertensão arterial, diabetes, problemas na coluna, apnéia do sono e problemas coronarianos. "A chance de um obeso com IMC entre 35 e 39,99 não apresentar nenhuma comorbidade é de apenas 5%", diz.
Muitas vezes, essas comorbidades colocam em risco a vida de um paciente. Sabe-se, por exemplo, que na faixa dos 25 aos 35 anos a taxa de mortalidade dos grandes obesos é até 12 vezes maior do que na população em geral. É para esses que estão na linha de risco que se indica a cirurgia. E só para esses.
Com critérios tão seletivos, gente que não é obesa mórbida, mas está cansada da luta contra a balança, na maioria das vezes inglória, começa a ver na dieta de engorda o acesso mais fácil à cirurgia que, imaginam, será redentora.
No caso de Fabiano, a engorda foi calculada rigorosamente pelo seu médico. Antes, o advogado tinha IMC de 37,74. Depois de 70 dias de hiperalimentação, o IMC foi para 40,45. E veio a cirurgia.
Com a estudante de medicina Gisele, 23 anos, está sendo um pouco diferente.Gisele está em pleno processo de engorda. Com 1,63 m e 84 quilos (IMC = 31,2), Ela decidiu chegar aos 96 quilos. Terá IMC de 36,1, o que, acredita ela, tornará possível a cirurgia de obesidade. Nos sonhos da jovem, a meta será alcançada até dezembro.
O esforço de engorda da estudante é parecido com o do advogado. Como ela é paulistana e de origem italiana, porém, a dieta conta com um reforço extra nas massas, sempre besuntadas em molhos com muito creme de leite.
Gisele não contou com orientação médica para sua dieta. Ao contrário, fugiu do especialista que a aconselhou a perseverar nas dietas tradicionais de emagrecimento em vez de tentar a cirurgia. "Ele não teve compaixão. Só volto a me apresentar a um médico quando conquistar o peso indicado para a operação."
O cirurgião Marcelo Roque de Oliveira, 47, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e da equipe de médicos do prestigioso Instituto Garrido, de São Paulo, tem horror aos expediente usado pelo advogado Fabiano e pela estudante.
"Há o risco sério para os pacientes de essa engorda desencadear diabetes, hipertensão, lesões nas artérias, entupimentos nas pequenas artérias, problemas articulares, particularmente nos tornozelos, e afetar a coluna. E esses danos podem ser definitivos, sem remissão nem depois do emagrecimento", adverte Oliveira.
O médico sabe que há colegas seus (como foi o caso com o Fabiano) indicando a dieta de engorda, o que ele considera um grave desvio ético: "É o mesmo que um médico criar uma doença em seu paciente com o argumento de que depois vai curá-lo."
Conclusão:
Fabiano quase morreu após operação
"Eu sou um sobrevivente", diz o advogado gaúcho Fabiano Gouveia, o mesmo que se submeteu à dieta de engorda para fazer a cirurgia de obesidade. Nos planos originais, Fabiano ficaria quatro dias no hospital e carregaria uma cicatriz minúscula na barriga, graças a uma videolaparoscopia.
Fabiano ficou 60 dias no hospital, 20 dos quais no Centro de Terapia Intensiva. "Disseram que eu tinha 3% de chances de sobreviver." O advogado sofreu embolia pulmonar. Uma perfuração no intestino gerou um quadro de peritonite. Três vezes, o abdôme do rapaz foi aberto para consertar o estrago. Ficou uma cicatriz de 30 centímetros que se estende do meio do peito até quase o púbis.
O médico também estreitou demais a saída do estômago de Fabiano para o intestino. O estreitamento é feito para tornar a passagem do alimento mais lenta, mantendo a sensação de estômago cheio, mas, no caso de Fabiano, o "funil" ficou tão apertado que, durante nove meses, o rapaz só pôde ingerir dieta líquida.
O advogado perdeu 71 quilos em cinco meses. Desnutrido, os cabelos começaram a cair, assim como as unhas e três dentes.
Para recuperar a capacidade de se alimentar com comidas sólidas, Fabiano teve de se submeter a um novo procedimento. Sedado, introduziram em seu tubo digestivo um balãozinho que, depois de inflado, foi puxado até o esôfago. O balão recuperou-lhe o diâmetro da saída do estômago.
Mesmo assim, carne, nunca mais. Nem moída. "Imagine o que é isso: um gaúcho sem comer carne." E que, quando come outros alimentos, tem de mastigar 40 vezes antes de engolir.
O médico Marcelo Roque de Oliveira diz que complicações graves como as de Fabiano são raras, mas acontecem. "É por isso que a cirurgia só se justifica nos casos em que os benefícios para o paciente suplantem com folga os riscos a que ele se expõe."
Também o estreitamento exagerado da saída do estômago não é comum. Mas é comum o sofrimento na adaptação à vida pós-operação.

Fonte:

Como é o pós-operatório?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

O que é proibido no pós operatório?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Quando posso comer de tudo?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)