21 Motivos que impedem você de emagrecer!

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Você vive de dieta, mas o ponteiro da balança parece conspirar contra você. Ele permanece estável, sem levar em consideração todo o esforço que você anda fazendo para manter a boca controlada. Antes de colocar toda a culpa em cima da balança e achar que tudo não passa de uma rixa pessoal, cheque a lista abaixo com 21 motivos que fazem você não emagrecer.

1-Esquecer de pôr fibras no cardápio.
As fibras estão relacionadas à maior saciedade. Ou seja, menos fibras é
igual a mais comida e, portanto, mais calorias. Cereais integrais, frutas, legumes e verduras respondem como boas fontes do nutriente. Provavelmente, uma alimentação carente nestes alimentos é composta por ingredientes mais calóricos, o que leva ao ganho de peso.

2- Repetir sempre o mesmo menu.
Pessoas que desejam emagrecer seguindo uma alimentação monótona
desistem mais fácil do projeto de emagrecimento , constata Roberta. Variar os tipos de alimentos, texturas e sabores é um dos segredos para perder peso com saúde.

3- Pular refeições.
Ao pular refeições, você só faz com que a fome se acumule. Fome acumulada pode significar descontrole e excesso alimentar em algum período do dia , alerta Roberta. Além disso, não realizar, pelo menos, cinco refeições por dia, faz com que a quantidade de nutrientes importantes para o corpo não seja fornecida adequadamente.

4- Estipular metas difíceis de serem atingidas.
Estabelecer metas de grande perda de peso, em pouco tempo, pode surtir efeito contrário e levar à desistência do projeto. Estabeleça pequenas metas durante o processo de emagrecimento. As vitórias ao longo do caminho servem como estímulo e mostram que é possível chegar ao peso desejado , aconselha.

5- Beber pouca água Zero calorias e muitos benefícios.
Mesmo assim, muita gente faz cara feia na hora de beber água (2 litros é a dose mínima por dia). Além de fundamental para se manter bem hidratado, o consumo de água durante o dia retarda a sinalização de fome. Portanto, ela está envolvida com a menor ingestão de alimentos, diminuindo as calorias diárias.

6- Comer depressa demais.
Quando você faz refeições rápidas demais não dá o tempo necessário para o cérebro entender que o estoque de alimentos foi reposto e que, portanto, você pode parar de comer. É preciso reservar, pelo menos, 30 minutos para fazer as refeições. Ingira os alimentos calmamente, em um ambiente tranquilo, evitando comer na frente do computador ou da televisão , completa.

7- Extrapolar na quantidade dos alimentos.
A moderação é mais um segredo para ver o ponteiro da balança descer. Ingerir uma quantidade de alimentos além da necessária leva ao excesso calórico que, por sua vez, resulta no ganho de peso.

8- Dar importância desmedida ao regime.
Focar toda a sua atenção à dieta, não é nada estimulante. Pensar no cardápio equilibrado a todo momento leva a uma sensação de privação e punição por ter adquirido os quilinhos extras. Veja positivamente sua mudança de hábitos alimentares. Quando menos esperar, o emagrecimento vai aparecer.

9- Beliscar o tempo todo.
Beliscar o dia todo faz com que você perca a noção da quantidade de alimentos ingeridos. O melhor a fazer é estipular horários para pequenos lanches entre as refeições principais. Isso ajuda muito a evitar qualquer tipo de excesso.

10- Dispensar legumes e verduras.
Fazer dieta, para você, é sinônimo de cortar calorias (a inclusão de alimentos saudáveis é só um adicional). Grande engano, já que legumes e verduras são indispensáveis na mesa. Além dos inúmeros nutrientes que oferecem, os vegetais são ricos em fibras e saciam sua fome mais rapidamente. Deixar de ingeri-los leva a um maior consumo de alimentos e calorias, prejudicando assim, o emagrecimento.

11- Ignorar as informações dos rótulos.
As informações contidas nos rótulos dos alimentos são as melhores armas para os consumidores encherem o carrinho de compras saudáveis. Analisando as tabelas, dá para saber se a porção do alimento tem calorias excessivas, nutrientes importantes, ou ainda, se é rica em gorduras e açúcares.

12- Sofrer com a ansiedade pelos resultados.
Evite se pesar em diversos momentos do dia. A variação apontada pela balança é normal em diferentes horários e até em dias consecutivos. Essas mudanças, principalmente quando o ponteiro sobe, podem desanimar quem está de dieta. Por isso, pese-se somente a cada sete dias, com menos roupas possíveis, no mesmo horário e na mesma balança.

13- Cometer deslizes nos finais de semana.
Muitas pessoas fazem um pequeno deslize se transformar em início da desistência do projeto de emagrecimento. Para se prevenir, fuja de situações que incentivam o excesso. Caso já tenha extrapolado, volte à dieta logo em seguida, sem restrições exageradas para compensar as calorias a mais.

14- Não praticar exercícios.
Por aumentar o gasto calórico, as atividades físicas são excelentes meios para acelerar o emagrecimento. Outros pontos positivos dos exercícios é que eles diminuem a porcentagem de gordura corporal e aumentam a massa magra. Como os músculos queimam mais calorias, as atividades físicas ainda ajudam na manutenção do peso.

15- Ser fã dos chopinhos nas happy hours.
O típico encontro com os amigos após o expediente pode ser uma armadilha para quem quer emagrecer. Chope, batata frita, amendoim e salgadinhos esbanjam calorias e nunca faltam nas happy hours. Você não precisa deixar de sair com os amigos, mas proponha bares e restaurantes que oferecem opções de petiscos mais saudáveis.

16- Não substituir as frituras pelos grelhados.
Se você ainda não se convenceu de que precisa substituir os alimentos fritos pelos grelhados, aí vai uma boa causa: eles têm o dobro ou mais calorias que suas versões assadas ou feitas na chapa. Prefira sempre o grelhado.

17- Ceder aos doces.
Na lista de campeões em gorduras e açúcares, os doces certamente levam a um excesso calórico. Resista ao máxima, Se a vontade for muita, opte pelas menores porções.

18- Acreditar em dietas milagrosas.
As dietas altamente restritivas são caminho certo para o abandono do plano de emagrecimento. Opte por uma dieta equilibrada que faça com que a redução de peso seja gradual, mas efetiva . (Ficar só na sopa, chá, shake ou proteína arrasa sua dieta)

19- Deixar de incluir lanches entre as refeições principais.
Deixar intervalos grandes entre um prato principal e outro faz você chegar faminto às refeições. Não fique mais que quatro horas sem se alimentar. Garanta isso fazendo pequenos lanches.

20- Exagerar na determinação
Quando a vontade por alguma tentação aperta, você resiste bravamente. A atitude exemplar nem sempre é a mais ideal. Acumular vontade pode levar a um descontrole mais adiante. Se a vontade de comer um doce for muito grande, por exemplo, coma um bombom ou uma barrinha pequena de chocolate. Assim, você evita comer a caixa de bombons inteira em algum outro momento.

21- Tomar refrigerantes
As bebidas gaseificadas dão uma falsa sensação de saciedade. O que acontece é que, logo após uma refeição, você volta a sentir fome mais cedo e passa a beliscar. Para acompanhar as refeições, opte por um copo de água ou de suco natural.

Fonte: Minha Vida

Operação levanta bumbum

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Quando o assunto é ter um corpo perfeito, não se pode negar que uma das maiores preocupações das mulheres, principalmente das brasileiras, é deixar o bumbum sarado, empinado e sem vestígios de estrias e celulites. Aulas de ginástica localizada e aparelhos especializados no fortalecimento dos glúteos não faltam. Mas para quem vive na correria, detesta freqüentar academia ou se cansa só de pensar em se exercitar, não há motivos para desanimar. São muitas as alternativas para conquistar um bumbum durinho e evitar que sofra com os efeitos da gravidade.

Há quem recorra às clínicas de estética. Um dos tratamentos mais recomendados é a eletroestimulação.
Segundo a esteticista Cibele Camargo, essa técnica atua contraindo e relaxando o músculo da região glútea, como se fosse uma musculação. "A eletroestimulação libera correntes elétricas positivas e negativas, que têm a função de tonificar e enrijecer o bumbum", explica.
A especialista aponta ainda outra maneira de levantar os glúteos e fortalecê-los: a massofilaxia. Trata-se de uma massagem realizada por meio de diferentes movimentos que estimula o músculo e ajuda a melhorar a circulação sanguínea. O uso de técnicas com as mãos é essencial nos tratamentos estéticos, pois com elas podemos transmitir energia ao paciente e personalizar o atendimento, adequando-o às necessidades de cada um, ressalta.

Cibele recomenda um tratamento, no qual são feitas 20 sessões de eletroestimulação e outras 20 de massofilaxia. Para quem deseja obter um melhor resultado, a esteticista aconselha que o paciente se submeta às duas simultaneamente.

As técnicas, porém, são contra-indicadas para grávidas, mulheres que utilizam D.I.U., propensas a varizes, esclerose múltipla, cardíacas, hipertensas e com doenças de pele.

É sempre uma batalha resistir a esses tratamentos estéticos que exigem poucos esforços de quem se submete a eles. Mas Cibele não hesita em dizer que o ideal é deixar a preguiça de lado e combinar as sessões com a prática de exercícios voltados para o enrijecimento do glúteo, sem esquecer de adotar uma dieta equilibrada.1

Mande as estrias embora

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Elas figuram reluzentes na lista dos principais pesadelos da mulheres e surgem porque as fibras elásticas da pele literalmente arrebentam. A predisposição genética é o fator de maior risco para o estiramento abrupto do tecido. O crescimento e ganho de peso em excesso são responsáveis por desencadear o processo , explica Mônica Fiszbaum, da Soecidade Brasileira de Dermatologia.
A luta contra essa inimiga é antiga, mas o surgimento de tratamentos cada vez mais modernos são capazes de minimizar a aparência da listrinha. Sim, elas já podem ser amenizadas, entretanto ainda não é possível eliminá-las. Ao lado das cicatrizes da acne, as estrias são as duas patologias que o dermatologista não consegue reverter totalmente , afirma Mônica, que também é membro da Academia Americana de Dermatologia.

O sucesso do tratamento vai depender do estágio da famigerada lesão. As estrias recentes são vermelhas e largas, causadas pelos vasos dilatados da inflamação. Após alguns meses, as células se acalmam e se compactam formando estrias brancas e profundas. Para atingir melhores resultados, o ideal é mesclar diferentes técnicas de regeneração.

Luz intensa pulsada
A técnica é recomendada para estrias avermelhadas. A luz emitida pelo aparelho fecha os microvasos sangüíneos liberados pela inflamação do rompimento das fibras. O laser aquece a pele e provoca a formação de colágeno, ajudando a preencher a depressão e reduzir a largura da estria. O tratamento não é doloroso, pois usa-se um creme analgésico , avalia Mônica.
Melhora: 50 a 70%
Sessões: 5 a 6, uma a cada 15 ou 30 dias.
Preço: R$ 250 a R$ 500 por sessão.

Intradermoterapia
Consiste na aplicação de substâncias na pele, como a vitamina C, para estimular a produção de colágeno. A agulha percorre o trajeto da estria ponto a ponto, ameniza a coloração e reduz um pouco a largura.
Melhora: 50%
Sessões: 6, uma a cada 15 dias Preço: R$ 150 a R$ 300 a sessão.

Peeling
O peeling é o procedimento que provoca a descamação na epiderme, fazendo com que surja uma camada mais nova e saudável. O peeling de cristal, feito com jatos de cristais de hidróxido de alumínio, associado ao peeling à base de ácido retinóico, é indicado para estrias brancas, daquelas em que é possível sentir o relevo quando se passa a mão. O método estimula a renovação celular e a produção de colágeno e elastina por esfoliação mecânica. Não provoca dor e garante 40 a 50% de correção , explica Mônica.
Melhora: 40 a 50%
Sessões: 6, uma a cada 15 dias.
Preço: R$ 100 a R$ 180 por sessão.

Carboxiterapia
Uma injeção de gás carbônico com agulha curta e fina no tecido subcutâneo. O gás entra na derme, causa vasodilatação e aumenta oxigenação local, estimulando formação de fibras elásticas.
Melhora: de 50 e 60%
Sessões: 10 a 15, 1 por semana.
Preço: R$ 100 a R$ 150, a sessão

Água para encher a pele de vitalidade

Hidratar a pele é o método mais recomendado para ajudar a prevenir o aparecimento dessa maltraçada linha. A hidratação fará com que a pele ganhe mais elasticidade e obtenha melhores condições para se esticar , avalia Mônica Fiszbaum. A dermatologista recomenda usar cremes ricos em lactato de amônia, uréia e óleo de amêndoas, que têm grande capacidade para repor água.

A vitamina E também é uma arma poderosa para fortalecer as fibras elásticas. A cada ano, recomenda-se tomar 200 mg de vitamina E uma vez por dia e durante três meses. Isso vai ajudar a revigorar o tecido , garante Mônica. A técnica só não é recomendada para pessoas com problemas no fígado.

Utilizar cosméticos como forma de suavizar as listras não é o caminho mais indicado, pois o resultado é apenas superficial. Os produtos amenizam a aparência das estrias, mas não a sua profundidade. Ao suspender o tratamento, após algum tempo, a melhora vai se dissipar , afirma a dermatologista Mônica Fiszbaum

Fonte: Minha Vida

Ficar sem comer engorda!

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Malhar em jejum ou passar mais de quatro horas sem comer engorda

Se você é do time que pensa no jejum como alternativa poderosa contra os quilos extras, saiba que está embarcando numa roubada. Deixar de comer compromete uma série de funções vitais e não ajuda em nada na dieta. Isso porque o jejum prejudica o metabolismo (conjunto de transformações que as substâncias químicas do alimento sofrem em nosso organismo). E são essas reações que permitem a célula transformar os alimentos ingeridos em energia.

A quantidade de calorias ou energia gasta durante o repouso (usada pelo corpo para fazer para funcionar órgãos como coração, cérebro, pulmões e intestino) é chamado de metabolismo basal. O metabolismo basal pode variar de acordo com a composição corporal de cada pessoa, assim como a idade, sexo e prática de atividades físicas. Mas o jejum prolongado tende a diminuir esse metabolismo, interferindo no gasto de energia.

Para entender melhor as conseqüência de ficar muito tempo sem comer, confira a lista de mitos abaixo. O intervalo ideal entre uma refeição e outra, explica a relação entre estômago vazio e mau hálito e alerta para os perigos de ficar, diariamente, sem tomar café-da-manhã.

1. Fazendo exercícios em jejum, emagreço mais rápido.
Falso. Durante a execução dos exercícios físicos, se você estiver em jejum, seu nível de glicose no sangue pode estar muito baixo (hipoglicemia). Então, seu organismo vai passar a consumir proteínas. Você perde massa magra (músculos), diminui seu metabolismo e acaba ficando mais fraco. A performance cai e o desgaste físico e emocional aumenta. Em condições normais, com alimentação equilibrada, o organismo consegue manter este equilíbrio interno. No entanto, a o jejum prolongado pode comprometer esse balanço energético.

2. Ficar muito tempo sem comer deixa o metabolismo mais lento.
Verdade. Depois de muito tempo sem comer, o metabolismo passa a funcionar mais lentamente, como tentativa de economizar energia. Como conseqüência, na próxima refeição, a tendência é acumular mais gordura. O ideal é não ficar sem comer por mais de 4 horas, distribuindo as refeições durante o dia.

3. O jejum acelera os resultados da dieta.
Falso. As pessoas normalmente relacionam a dieta como algo muito restritivo, acreditando erroneamente que a reeducação alimentar proibirá o consumo de certos alimentos. Embora uma boa alimentação possa ter certas limitações, não há proibições absolutas.

4. Ficar em jejum causa dor de cabeça.
Verdade. O cérebro não tem qualquer reserva energética e por isso, independente do estado nutricional é necessário que haja um suprimento de glicose, provenientes principalmente de alimentos fontes de carboidratos para este tecido. Situações de hipoglicemia, por exemplo, onde ocorre uma redução dos níveis de glicose sanguínea, podem acarretar perturbações no funcionamento do sistema nervoso central, que vão desde cefaléia, incoordenação de fala e motora, até alterações no eletroencefalograma e coma.

5. Ficar três horas sem comer não prejudica o organismo.
Verdade. Períodos curtos de jejum (de uma a três horas sem comer) não acarretam problemas. Esse é o tempo médio que o organismo leva para realizar a digestão e conseqüente absorção dos alimentos. Mas pessoas com tendência a hipoglicemia devem se alimentar a cada duas horas. Do contrário, podem surgir sintomas como visão turva, cefaléias, enjôos, vômitos, tremores.

6. Pular o café-da-manhã diminui a capacidade raciocínio.
Verdade. Jejuns superiores a quatro horas podem resultar em lentidão dos movimentos, raciocínio confuso, perda de memória, dores musculares e de cabeça, tontura e até mesmo desmaios em alguns casos mais graves. Quem persiste em tornar o almoço a primeira refeição do dia, está expondo o organismo a mais de doze horas em jejum. Esse estado metabólico também pode favorecer consideravelmente o aparecimento de infecções já que o organismo está fraco devido a falta de nutrientes.

7. Ficar em jejum durante o dia causa mau hálito
Verdade. A presença do mau hálito, decorrente da acidose metabólica (excesso de acidez no sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de carboidratos) é decorrente a jejuns superiores a seis horas. Esta característica é bem comum em pacientes com diabetes. Os mecanismos de compensação realizados pelo organismo em situações de acidose é uma respiração mais profunda e rápida: o organismo tenta livrar o sangue do excesso de ácido reduzindo a quantidade de dióxido de carbono. Os rins tentam excretam mais ácido na urina. Quando estes dois mecanismos não conseguem estabelecer a homeostase e o corpo continua a produzir ácido em demasia, instala-se um quadro de acidose grave e, em última instância, o coma.

Fonte: Minha Vida

Cirurgia só não faz milagre

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Para manter o peso, pacientes precisam de apoio antes e depois
de fazer a redução do estômago

A cirurgia bariátrica ou de redução do estômago não é um tratamento milagroso. A operação é apenas o início de um processo que vai durar a vida toda. É o apoio anterior e posterior ao procedimento que será fundamental para o sucesso na manutenção do peso. O alerta é da coordenadora da equipe de Psicologia do Programa de Assistência e Pesquisa em Obesidade (Passo) e professora do Instituto de Psicologia (IP) da Universidade de Brasília (UnB), Suely Guimarães, após tomar conhecimento dos resultados de um estudo feito no Hospital das Clínicas (HC) em São Paulo, no qual 65% dos pacientes voltaram a ficar obesos após cinco anos da redução do estômago.

Segundo Suely, um dos motivos pelos quais isso acontece é o entendimento do obeso de que as causas de todos os seus problemas estão na gordura. “A vida inteira os obesos são discriminados, recebem apelidos, alguns deixam até de trabalhar, têm dificuldades para se relacionar e com isso vão se isolando cada vez mais”, explica a psicóloga. Muitos atribuem a solução para as dificuldades à operação, mas quando se operam encontram, ao invés de soluções, uma infinidade de situações novas às quais precisam se adaptar.

Se não se adequarem à nova realidade, ficam nervosos, comem e engordam novamente ou desenvolvem comportamentos marginalizados, como o alcoolismo. Também não é raro depois de emagrecer muitos começarem a ser paquerados. Quem não estiver preparado pode desenvolver comportamentos promíscuos. “O obeso tem baixa auto-estima e não é de uma hora pra outra que isso vai mudar”, afirma a psicóloga, que já atendeu 15 pacientes no HUB que fizeram redução no estômago e faz avaliação de outros 50 para saber se podem passar pela cirurgia.

O hábito de comer também funciona da mesma forma: não muda de repente. É necessário descobrir outros prazeres além da comida. A dica da psicóloga é fazer uma mudança radical de vida, que inclui desenvolvimento de habilidades sociais, projetos profissionais, adoção de atividades físicas como rotina, aumento no tempo das refeições e no número de mastigadas. É aí que entra o programa do Hospital Universitário de Brasília (HUB), único no país que assiste o paciente de forma continuada antes e depois da cirurgia bariátrica. O serviço começou a ser prestado desde 2003, mas ainda é cedo para ser avaliado. De acordo com Suely, essa pesquisa só poderá ser feita daqui a pelo menos três anos para saber a trajetória dos operados.

COMO FUNCIONA – Os pacientes do hospital contam com o apoio de uma equipe multidisciplinar e o tratamento começa pelo menos quatro meses antes da cirurgia. Psicólogos, endocrinologistas e nutricionistas fazem uma bateria de avaliações para saber se o paciente tem indicação, se está apto a fazer a operação e se terá condições de se adaptar ao procedimento cirúrgico. Aqueles que não passam na avaliação são encaminhados para psicoterapia.

Os obesos que tiverem indicação para o tratamento cirúrgico passam a freqüentar sessões semanais de quatro horas de duração para conhecer mais sobre o procedimento e receber treinamento para mudanças de hábitos com avaliação continuada e reeducação alimentar. Antes de cada sessão eles se pesam. Espera-se que eles percam cerca de 10% do peso inicial antes da cirurgia. Durante esse período de treinamento, há assistência continuada com a equipe de nutricionistas e de endocrinologistas. Depois da cirurgia, os pacientes também já saem da sala com consulta marcada com o endocrinologista, uma dieta adaptada preparada pelo nutricionista e um novo grupo para freqüentar por tempo indeterminado.

No grupo permanente de pós-operados, os pacientes servem de modelos uns para os outros e aprendem estratégias para driblar as possíveis dificuldades relacionadas ao comportamento alimentar. Além disso, aprendem a responder de modo adequado e produtivo às novas situações sociais, emocionais, afetivas, profissionais e pessoais que surgirão após o emagrecimento. A assistência continuada depois da operação tem o objetivo de evitar o desenvolvimento de estratégias inadequadas ou improdutivas de enfrentamento a essas situações, que possam implicar respostas indesejáveis como depressão, alcoolismo e outros comportamentos.

SÍNDROME DE DUMPING – O grupo de atendimento e a reeducação alimentar são muito importantes para conscientizar os pacientes a respeito das conseqüências do não cumprimento das recomendações. Aqueles que burlam o regime alimentar e ingerem doces, por exemplo, sofrem com a Síndrome de dumping, um conjunto de reações de mal-estar que provoca sudorese, vômitos, náuseas e fraqueza. O paciente operado além de ter o estômago reduzido, sofre alterações também na absorção dos alimentos, pois parte do seu intestino é excluído. Com isso, determinados tipos de alimento podem ser mais difíceis de processar, como o açúcar.

Cirurgia Bariátrica

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

www.cirurgiadeobesidade.med.br
www.hospitalmemorial.com.br
www.gastronet.com.br
www.exgordo.com.br

Nem foi preciso fazer a cirurgia

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Candidatos à operação de redução de estômago perdem peso sem precisar do procedimento

Pacientes cariocas que se preparavam para fazer a operação de redução do estômago saíram da fila de espera. Isso porquê eles se surpreenderam com os resultados de uma simples mudança de hábitos.

O tratamento preparatório para a operação, realizado por especialistas do Hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro, surpreendeu a todos. Dos 300 pacientes que esperavam a cirurgia gratuita, 60 desistiram de ser operados.

Eles contaram com a ajuda de nutricionistas, tiveram acompanhamento clínico e psicológico, e começaram a praticar atividades físicas. Com isso, os pacientes perderam em média 25 quilos em um trimestre e desistiram do procedimento cirúrgico de diminuição do estômago.

Essa perda inicial de peso facilitou e motivou os pacientes a tentarem o emagrecimento através de mudanças comportamentais.

Caso o resultado desse tratamento pré-operatório fosse reproduzido em grande escala, só no Rio de Janeiro mais de 8.000 pessoas poderiam evitar a cirurgia. Neste estado estima-se que 40 mil pessoas passarão por este tipo de operação em 2004.

Números do Brasil

Segundo informações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, nosso país ocupa a segunda posição no triste ranking dos países que mais realizam o procedimento cirúrgico para controle e perda de peso. Os brasileiros só ficam atrás dos estadunidenses.

Os números sobre a obesidade no Brasil são divergentes e variam de acordo com a entidade, entretanto, estima-se que mais de 40% dos brasileiros, em torno de 70 milhões de pessoas, estão acima do seu peso ideal.

Esse índice dobrou nos últimos 30 anos. 10% dos brasileiros são obesos, possuem 45 quilos ou mais além do seu peso ideal.

É bom lembrar que a cirurgia bariátrica é indicada para obesos mórbidos, ou seja, pessoas que estão 40% acima do peso e correm risco de morrer. Outra indicação serve para os casos onde exista o risco de o paciente desenvolver outras doenças correlatas à obesidade, como diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares e de articulação.

Critérios de seleção de pacientes e cuidados pré e pós-operatórios podem prevenir complicações na perda de peso

Recentemente o Ministério da Saúde decidiu ampliar para R$ 13 milhões, em 2007, os R$ 8 milhões anteriormente previstos em cirurgias bariátricas e respectivos tratamentos pré e pós-operatórios. Considerando que cerca de 30% dos brasileiros são considerados obesos, pode-se dizer que o sonho de muitas pessoas ficou mais próximo de se tornar realidade.

No entanto, de acordo com o médico nutrólogo Fernando Chueire, nem todos os obesos estão aptos a participar da cirurgia, que dispõe de um processo de escolha altamente rigoroso. Conforme explica o médico da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), os candidatos à cirurgia devem passar por uma preparação que inclui redução de 10% do peso máximo que o paciente já apresentou em toda a sua vida, com finalidade de facilitar o procedimento cirúrgico tecnicamente e evitar as possíveis complicações intra e pós operatórias.

O acompanhamento pré e pós-operatório da cirurgia bariátrica é de extrema importância para que o paciente perca peso de forma segura e controlada. “A alimentação balanceada após a operação, fracionada e saudável diminui o risco de o paciente apresentar complicações metabólicas causadas por vômitos freqüentes que levam à perda de eletrólitos, como potássio, sódio e magnésio, por exemplo, além da perda progressiva de peso, diminui e ou controla significativamente as comorbidades como hipertensão arterial, diabetes e osteoartrites”.

Segundo o Dr. Chueire, a dificuldade de aderência dos pacientes pós cirurgia à dieta recomendada, também pode causar deficiência de vitaminas hidro e lipossolúveis, anemia e distúrbios hidroeletrolíticos ou até acúmulo de líquidos em tecido subcutâneo devido à deficiência protéica (desnutrição protéico energética).

Tratamento da obesidade mórbida exige mudança no estilo de vida

No Brasil, o número de pessoas obesas cresce tanto na população adulta como na infantil. A obesidade já virou problema de saúde pública. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de adultos estão com sobrepeso, desses 17,6 milhões são crianças. Na mesma velocidade que cresce a obesidade, aumenta a procura pela cirurgia bariátrica, indicada para pacientes mórbidos – aqueles cujo Índice de Massa Corporal (IMC) está acima de 40. Por ano, 10 mil obesos são submetidos ao procedimento no Brasil.

O cirurgião do aparelho digestivo Ronaldo Cuenca explica que em todos os casos a cirurgia deve estar associada à mudança do estilo de vida.

Como podemos definir cirurgia bariátrica corretamente?
A operação deve ser encarada como uma ferramenta para o emagrecimento, porque ela não é somente redução do estômago. Existem diferentes técnicas com passos cirúrgicos onde a redução é apenas um deles em algumas técnicas e em outras, o tamanho do estômago se mantém original.

Atualmente, quais são as técnicas utilizadas?
Existem várias técnicas sendo empregadas em todo o mundo. Então, nós temos as operações restritivas, que promovem a perda de peso por meio do fechamento de partes do trato digestivo. As disabsortivas, recomendadas apenas para casos especiais, onde parte do estômago é ressecado e um grande segmento intestinal é ultrapassado. E ainda podemos destacar as operações mistas, que associam as vantagens da restrição do alimento levando os obesos a perder peso com boa qualidade de vida.

A obesidade cresce devido à mudança no estilo de vida? Os obesos mórbidos teriam escolha se adotassem dietas saudáveis ou não?
Com certeza, a obesidade está diretamente relacionada aos hábitos de vida e, principalmente à maneira que comemos. Quase sempre criamos dificuldade para adotarmos uma alimentação correta.

Há cerca de quatro anos houve uma supervalorização da cirurgia bariátrica como solução definitiva para a obesidade mórbida. O que aconteceu de lá pra cá?
Estamos vendo hoje que pessoas operadas há cinco anos ou mais estão ganhando peso, porque acharam que a operação era a única providência a ser tomada e isso está longe de ser a verdade.

Diante dessa nova realidade, na qual 25% dos pacientes voltam a engordar após dois anos, qual é a saída?
A saída é a conscientizar a população que a operação consiste apenas em uma etapa do tratamento e existe a necessidade complementar da mudança do estilo de vida.

No futuro, como serão tratados os obesos mórbidos?
Teremos medicações eficientes que poderão dar o mesmo resultado das operações, mas não os atuais medicamentos. Vão surgir novos, com comprovação científica da sua eficiência e poderemos tratar as pessoas sem a necessidade de cirurgia.

Há muito tempo que as pessoas tentam decifrar de que forma o metabolismo atua no organismo, na verdade ele é um conjunto de reações fisiológicas. É por meio destas diversas reações e do equilíbrio entre elas que o nosso organismo funciona. E, para que tudo ocorra na mais perfeita harmonia é necessário um combustível, uma energia que permita que tudo ocorra de maneira adequada.

Um indivíduo em repouso gasta energia (calorias) para manter suas atividades vitais: respiração, metabolismo celular, circulação, atividade glandular e manutenção de temperatura corpórea. Quando isso acontece interfere no metabolismo basal ou taxa metabólica basal (TMB). Como o metabolismo age no organismo é fácil entender, mas de que forma que ele interfere no ganho de peso muitas pessoas ainda têm muitas dúvidas. E para tentar esclarecer o que é mito nessa história segue abaixo algumas das perguntas mais freqüentes.

Peso X Metabolismo

Mito: Não Emagreço porque meu metabolismo é lento.
Verdade: Metabolismo é um conjunto de reações fisiológicas responsáveis pelo funcionamento do nosso corpo como respiração, circulação, manutenção da temperatura do corpo e reações químicas celulares. Para que tudo isso funcione o organismo gasta calorias que pode variar de indivíduo para indivíduo, mas normalmente não é causa de ganho de peso, a não ser que exista alguma doença como o hipotireoidismo.

Exercício X Metabolismo

Mito: Vou à academia diariamente, mas meu metabolismo não reage.
Verdade: A atividade física aeróbica leva a um gasto calórico importante durante sua execução, ou seja, ajuda a queimar calorias, porém, a atividade muscular de resistência (musculação) pode sim levar a um aumento do metabolismo de repouso (basal) porque aumenta o número e tamanho das fibras musculares que são verdadeiras torradeiras de calorias.

Gestão X Metabolismo

Mito: Estou grávida então meu metabolismo vale por dois e posso comer o que quiser.
Verdade: As gestantes aumentam seu metabolismo em até 28% para suprir de forma eficiente as necessidades do bebê, o que não significa poder comer o dobro sem engordar.

Tireóide X Metabolismo

Mito: Tenho problemas de tireóide e por isso meu metabolismo é lento.
Verdade: Sabe- se que apenas 3 a 5% dos casos de excesso de peso e obesidade são causados por hipotireoidismo. Além disso, mesmo que a pessoa seja portadora dessa doença, normalmente pode ser controlada sem dificuldades com o uso adequado de medicação especifica.

Fonte: Vida e Saúde

O que posso comer à noite?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Diversas dietas são divulgadas e sempre bate uma dúvida de qual delas realmente ajuda a emagrecer. Dieta do tipo sanguíneo, dieta líquida, dieta da proteína, dieta da sopa, entre muitas outras. E uma delas, também bastante conhecida, é a que sugere excluir o carboidrato à noite.

Para diferenciar os mitos envolvidos neste tipo de regime, das informações realmente verdadeiras, 6 dicas para você conseguir emagrecer, controlando os alimentos da última refeição do dia. Confira:

1- Diminua as calorias ingeridas à noite
"O sugerido quando se quer perder peso, é diminuir a ingestão calórica à noite, por isso, de nada adianta cortar o arroz e o pão e substituir por sorvetes, frituras ou qualquer outro alimento tão calórico quanto o carboidrato.

2- Personalize a dieta
É importante ter acompanhamento de um especialista para que ele indique a melhor opção. "Ao falar "à noite" muita coisa pode variar. Uma pessoa que dorme à meia-noite merece uma dieta diferenciada de outra que vai para a cama às 21 horas. Essa pessoa que dorme depois da meia-noite, se jantou às 19 horas, não há problemas de ter comido carboidrato", destaca.

3- Atividade física muda tudo
Se você costuma jantar e depois ir à academia, você precisa comer carboidrato nesta refeição. "O carboidrato é muito importante para os exercícios, já que eles vão oferecer a energia que o corpo precisa na atividade física. E por mais estranho que pareça, quem não pratica exercícios também precisa de carboidratos. O carboidrato faz parte do aumento de massa muscular. Uma pessoa que corta o carboidrato da alimentação e não pratica atividade física, tem mais chances de ficar flácida, pela diminuição da musculatura.

4- Faça substituições
Se você e sua nutricionista chegarem à conclusão de que retirar o carboidrato da última refeição vai lhe beneficiar, sua opção é comer algumas coisas que também vão oferecer nutrientes importantes. O carboidrato pode ser substituído por lentilha, ervilha, grão de bico, legumes e verduras, ou ainda 1 copo de leite semidesnatado, ou 2 fatias de queijo branco, ou 1 iogurte desnatado, ao invés dos pães, massas e arroz.

Dê preferência aos alimentos integrais
Você pode substituir o pão francês por alimentos integrais, por exemplo. Essa é uma excelente alternativa para quem quer controlar o peso, porque eles possuem uma maior quantidade de fibras – o que favorece a saciedade e, conseqüentemente, come-se menos.

Não durma com fome
Caso você tenha a idéia que quanto menos comer à noite melhor, pode mudar a sua rotina. Flávia afirma que "dormir com fome é mais prejudicial do que ingerir um alimento leve que lhe deixe satisfeita, pois com o sono prejudicado, toda a função do metabolismo estará comprometida.

Fonte: www.minhavidaq.com.br