O cabelo começa a cair apos a cirurgia

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Muitos pacientes apresentam perda parcial de cabelo pela carência de zinco no organismo nos primeiros meses do pós- operatório. Geralmente não é uma perda radical e é temporária: após alguns meses o paciente alcançará um equilíbrio das taxas de zinco e o cabelo volta ao normal.

Fonte: Revista Corpore

Exatamente para solucionar as carências nutricionais é que o endocrinologista prescreve o uso de suplementação vitamínica, que deverá ser tomada constantemente para garantir que o organismo receba esses nutrientes essenciais, já que sua absorção está diminuída. Em algumas técnïcas, todavia, a suplementação poderá não ser necessária por toda a vida.

Fonte: Revista Corpore

O anel utilízado na cirurgia é de material próprio e não tem necessidade de ser trocado nem retirado,mesmo com o passar do tempo.

Fonte: Revista Corpore

Nunca mais se pode realizar endoscopia?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

O exame de endoscopia pode e deve ser realizado após a cirurgia, sem maiores problemas, incômodos ou riscos.

Fonte: Revista Corpore

Basta operar e está tudo resolvido?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

De jeito nenhum! A obesidade é uma doença grave e crônica que deve ser monitorada mesmo após a cirurgia bariátrica. O tratamento só tem resultados positivos quando o paciente muda seus hábitos de vida. Por isso, é muito importante freqüentar as reuniões do grupo e recorrer ao constante acompanhamento da equipe composta de profissionais de várias áreas da saúde preparados para auxiliar nessa nova fase, evitando depressão, desnutrição ou ganho de peso.

Fonte: Revista Corpore

Drenagem linfática

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Os benefícios da drenagem linfática não deixam dúvidas, pois seus resultados são visíveis logo após a primeira sessão

Os benefícios da drenagem linfática são conhecidos por um número cada vez maior de pessoas. A economista Marlene Vergílio pôde sentir na pele tais benefícios. Depois de se submeter a uma cirurgia na perna, ficou bastante inchada. Então, começou a fazer duas sessões semanais de drenagem linfática manual. “Além de desinchar, acabei perdendo medidas. A drenagem, além de fazer bem ao organismo, é um momento de relaxamento”. Junto com as sessões de drenagem linfática, Marlene passou por sessões de acupuntura para ajudar a equilibrar o corpo e a mente.
Desintoxicar, contribuir para a eliminação de líquidos e ativar o sistema imunológico são algumas das funções da técnica, reconhecida pelo seu poder e eficácia. “A drenagem linfática auxilia na redução de edemas (inchaços), hematomas, na hidratação, nutrição e cicatrização da pele, além de prevenir celulite, reduzir medidas e ainda relaxar”, explica a fisiotera peuta Solange Baronceli.
O sistema linfático tem a função de eliminar toxinas e o excesso de líquido. Quando isso não ocorre, essas substâncias se acumulam em determinadas regiões. É aí que a drenagem linfática entra. “Os chamados gânglios linfáticos, onde se localizam os linfonodos, são estimula dos com movimentos suaves das mãos e ponta dos dedos, fazendo com que trabalhem com mais eficiência, drenando as toxinas e líquidos, que serão liberados pelos rins”, esclarece a especialista.

Melhora os sintomas da TPM
A linfa também tem a função de levar oxigênio, substâncias nutritivas e hormônios até os tecidos. Embora tenha indicação terapêutica, a drenagem também ajuda a melhorar a circulação e a oxigenação, deixando a pele mais macia e brilhante. É importante ressaltar que a técnica não está relacionada à perda de gordura localizada, mas sim de medidas. “Como promove a desintoxicação e diminui a retenção de líquidos, a pessoa irá desinchar, perdendo medidas naturalmente”, garante Solange Baronceli.
A técnica é especialmente indicada, em alguns casos, para pré e pós cirurgias plásticas, pois ajuda a evitar edemas e acelerar a cicatrização. Tambem é indicada para recuperação de mastectomia e outras cirurgias. As grávidas tambem devem fazer a drenagem, pois ajuda a diminuir a retenção de líquidos e, como melhora a oxigenação e a elasticidade da pele, evita a formação de celulites e de estrias.
A secretária Ana Cláudia começou a fazer drenagem linfática a partir do terceiro mês para diminuir o edema (inchaço) comum durante a gravidez. Os benefícios foram visíveis logo nas primeiras semanas. “Recomendo a todas as grávidas, pois a drenagem fez com que me sentisse melhor e mais bonita. Se fico uma semana sem fazer já percebo a diferença no corpo”, ressalta.
Uma outra indicação é para amenizar os sintomas da TPM, deixando a mulher menos ansiosa, promovendo bem-estar psicológico, pois traz relaxamento e equilíbrio ao organismo. “A drenagem linfática oferece benefícios funcionais e estéticos para quase todas as pessoas”, comenta a fisioterapeuta. O importante, para isso, é fazer uma avaliação individual com um profissional capacitado, que poderá explicar sobre a técnica e os resultados esperados. Além da drenagem linfática manual existe também a drenagem mecânica, realizada com o , auxílio de equipa mentos.

Outros tratamentos coadjuvantes
Existem outras técnicas aliadas à drenagem linfática para trazer resultados ainda melhores. Conheça algumas das mais usadas:
• Acupuntura – Promove o equilíbrio e a harmonia do organismo, proporcionando ganhos à saúde.
• Auriculopuntura – Acupuntura realizada na orelha, Indicada para casos de compulsão e tabagismo, entre outros.
• Massoterapia – Massagem terapêutica, indicada para reIaxa soltar e alinhar a musculatura. É indicada em casos de dores de coluna, torcicolo, lombociatalgia e disfunções da ATM – articulação têmporo-mandibular, entre outros.

Fonte: Revista Corpore.

Apesar de ser uma importante ferramenta no tratamento da doença, a cirurgia não é mágica e nem milagrosa. A perda de peso está amplamente ligada á mudança comportamental. Por isso, os pacientes operados que não seguem as orientações da equipe multidisciplinar poderão não alcançar o resultado ideal, ou mesmo após terem chegado ao peso adequado retornam a engordar porque aos poucos voltam aos velhos maus hábitos de vida (alimentação inadequada e sedentarismo).

Fonte: Revista Corpore

Passado o pós-operatório, não existem impedimentos quanto ao tipo de alimento. O nutricionista acompanhará o paciente e orientará a dieta a ser seguida. Em geral, a dieta líquida e pastosa é prescrita apenas nos primeiros dias após a cirurgia e evoluirá gradativamente para a dieta sólida. No prazo de 1 mês mais ou menos a pessoas passa a se alimentar sem restrições.

Fonte: Revista Corpore

Alguns pacientes sentem um desconforto após a ingestão carne vermelha. Para evitar esse problema, é necessário seguir rigorosamente as orientações no pós-operatório, introduzindo a carne na dieta quando orientado e mastigando-a bem. Algumas pessoas sentem esse desconforto nas primeiras vezes que comem a carne e acabam desistindo de consumi-la. Mas é preciso insistir na adaptação, porque o consumo de proteína garante uma perda de peso saudável. Além disto, ela é a maior e melhor fonte de ferro e outros nutrientes.

Fonte: Revista Corpore

Alguns pacientes sentem a chamada síndrome de “dumping”, um mal-estar causado pela passagem rápida do alimento do estômago para o intestino por causa do desvio intestinal. Em geral, os sintomas são náuseas, sudorese e fraqueza que duram alguns minutos.

Fonte: Revista Corpore