Dicas para aprender a pensar como Magro!!!

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

É só decidir fazer uma dieta que você se transforma em um aficionado por qualquer tipo de prato, seja ele doce ou salgado? O comportamento é natural. Quando não existe nenhuma restrição ou alteração alimentar, o ato de escolher os alimentos é espontâneo. Já quando se está de dieta, é preciso analisar características como tamanho das porções, qualidade nutricional e calorias fornecidas.O fato é que tanta preocupação pode acabar confundindo seus sentidos.
Nem sempre a vontade de consumir tentações é maior, depois de dar o pontapé inicial à reeducação alimentar. É uma falsa sensação, criada pela atenção que a comida está recebendo , desaponta quem usa o desejo por certos alimentos como pretexto para não investir em um cardápio equilibrado.
Mas se você sofre com a irresistível vontade de se deliciar com um pratão de macarronada, seguido de uma sobremesa com muito chocolate, atente para as dicas, que ensina alguns truques para espantar o pensamento gordo.

Mude seus conceitos : não encare verduras, legumes e frutas como um sacrifício para emagrecer. Eles são fundamentais em uma alimentação saudável e precisam fazer parte da sua rotina alimentar. Sem contar que, devido à variedade de nutrientes que contêm, trazem diversos benefícios ao seu corpo. Além disso, existem tantas opções, que é impossível odiar todas. Alguma, certamente, agrada o seu paladar.

Direcione seu foco: está claro que você precisa estar atento a tudo que leva à boca quando está de dieta, mas isso não significa que seu pensamento deve estar totalmente voltado para a comida. Quando não estiver na hora das refeições, faça alguma coisa que te distraia, como ler um livro, ouvir música, assistir a um filme. Isso evita que você pense excessivamente nos alimentos.

Previna-se das tentações: caso você ainda se sinta vulnerável diante das suas delícias preferidas, evite dar de cara com elas. Não se exponha a situações de risco. A solução apontada é, na hora das compras, fugir das gôndolas e corredores que abrigam os alimentos tentadores, como bolachas recheadas e chocolates, por exemplo.

Escape das armadilhas: você não precisa deixar de sair com seus amigos só porque eles sempre pedem sua sobremesa preferida. E também não precisa nem deve ficar chupando o dedo. Não hesite na hora da sobremesa, peça uma fruta. Se surgirem comentários descritivos das sobremesas saboreadas pela turma, mude de assunto.

Mire no alvo: se você está pensando em matar uma das refeições principais para se esbaldar com um doce, afaste esta idéia para bem longe. Jamais pule uma refeição para compensar com um doce ou salgado muito calórico. O máximo que você consegue é, em vez de economizar calorias, se privar de diversos nutrientes.

Na dúvida, fique com o trivial: diante da variedade dos cardápios de restaurantes, opte pelos pratos mais simples, que, certamente, serão os menos calóricos. Prefira um prato de arroz, feijão, carne grelhada, legumes e verduras a uma fatia de torta ou quiche com salada e molho. Não se esqueça de trocar a mousse por uma fruta, na sobremesa.

Abandone o radicalismo: mude seus hábitos alimentares visando um cardápio balanceado, que favoreça sua saúde. Nenhuma restrição excessiva é saudável. Portanto, nada de pular o café-da-manhã para abusar no almoço. Planejando todas as refeições, você não chega afoito e faminto em nenhuma delas.

Pense positivo e aja da mesma forma: esqueça a idéia de que, para emagrecer, é preciso passar fome de barriga vazia, certamente você vai sentir mais vontade de devorar qualquer prato. A partir daí, mude também as suas atitudes, programando suas refeições, que devem somar cinco a seis por dia (café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches intermediários). É comum as pessoas que seguem uma orientação nutricional questionarem a quantidade dos alimentos que vão ingerir, ao seguir o cardápio da dieta. Elas duvidam que irão emagrecer, comendo mais do que costumam comer. Optando por alimentos mais saudáveis e menos calóricos, dá sim para treinar mais a mastigação, quando se está de dieta. Além disso, uma alimentação saudável permite que você consuma uma variedade maior de nutrientes.

Fonte: site www.minhavida.com.br

Com novas normas da Anvisa, aumenta a fiscalização sobre quem receita, vende e compra moderadores de apetite.

Rodrigo Stüpp

Para frear o consumo de remédios para emagrecer, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tomou medidas de peso. A principal é aumentar o rigor sobre as receitas emitidas por médicos. E, por conseqüência, maior controle sobre as caixas vendidas pelas farmácias. Há pacientes que não gostaram de uma proibição em especial: agora não é mais possível combinar anorexígenos com diuréticos, antidepressivos, hormônios e ansiolíticos. É um ou outro. Motivo para alguns médicos e farmacêuticos reclamarem. Não é à toa. O Brasil é recordista mundial de consumo desse tipo de medicamento, segundo pesquisa de 2006 da Organização Mundial da Saúde.
Duas resoluções da Anvisa determinam as mudanças. A mais antiga tem quase um ano. A RDC27 agilizou a prestação de contas das farmácias com a Anvisa, sobre todos os medicamentos de uso controlados vendidos. O que levava meio ano para chegar a Brasília agora precisa ser feito toda semana.
A outra resolução, RDC-58, é a que proíbe a combinação de remédios para emagrecer com antidepressivos, por exemplo. O diretor-presidente adjunto da Anvisa, Norberto Rech, diz que a Agência segue o “príncípio da precaução”. Como não há comprovação científica dos danos que a combinação de medicamentos pode causar, há restrição. A decisão segue acordo internacional firmado no Consenso Latino-americano de Obesidade.
Outra mudança é o limite de doses diárias que podem ser receitadas. “O Brasil é recordista mundial no consumo de anorexígenos. Essa medida é necessária para reduzirmos os índices”, diz Norberto Rech.
Mudou também o tipo de notificação de receita usada para esses medicamentos. Antes, eram do “tipo B” (cor azul). A partir de agora, são enquadrados como B2, também azul, porém específica para este novo modelo de controle elaborado pela Anvisa.
Quem for comprar, não pode demorar com a receita na mão. Ela terá 30 dias de validade, contados a partir da emissão. O medicamento só poderá ser comprado no Estado onde foi emitida a receita.
A principal vantagem de todo o processo, segundo o diretor-presidente, é acompanhar também os médicos. “Se um mesmo profissional emite um número muito grande de receitas, teremos como perceber e avaliar isso, por mais de uma maneira”, diz.
E é bom que médicos acostumados a receitar a torto e a direito abram o olho. Profissionais e estabelecimentos que desrepeitarem a RDC 58 estarão sujeitos às penalidades previstas em lei. Multa de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, além de responsabilização civil e penal.
rodrigo.stupp@an.com.br

Maior controle dificulta acesso a medicamento

A norma da Anvisa não surgiu sem debate. Houve consulta pública em 2006 e o texto ficou disponível para discussão. E foram 182 sugestões, segundo a agência. Psiquiatras, psicólogos, nutricionistas e endocrinologistas participaram.
O presidente nacional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), o pernambucano Ruy Lyra, diz que a resolução é um avanço para o Brasil. “Não vai bloquear o acesso aos remédios, mas vai dificultar muito. O controle sobre quem prescreve vai inibir o uso, no final das contas. E é isso que precisamos: reduzir o uso de anorexígenos”, pontua.
Segundo Lyra, a maioria dos casos de tratamento para emagrecimento não exige remédios complementares, como antidepressivos ou para controlar a ansiedade. “Se deve haver uma regra, é a de que só o anorexígeno é suficientemente capaz”, diz. Para ele, o combate a fórmulas “milagrosas” é questão de saúde pública.
Mas isso não é duvidar da ética do médico que emite as receitas, doutor? “Não vejo dessa forma. O médico que tem responsabilidade receita e pronto. O que precisamos coibir são os excessos”, destaca.
Efeitos:
– Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), o uso contínuo de anorexígenos, além de provocar perda de peso, pode causar insônia, irritabilidade, alteração da freqüência cardíaca e até dependência.
– A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) diz que o abuso está ligado sobretudo a questões estéticas.

Especialista questiona a norma

Eduardo Senra, endocrinologista em Joinville e especialista em perda de peso, diz que é importante controlar os excessos, mas alerta: “A norma não vai resolver o problema. Só dificulta o trabalho e gera constrangimento ao paciente”. Outros dois endocrinologistas ouvidos pela reportagem dizem que, para muitos pacientes, a combinação de receitas é a única saída para reduzir efeitos colaterais.

Prática
Endocrinologista diz que combinação de medicamentos em muitos casos é feita para diminuir efeitos colaterais“Os anorexígenos são uma boa arma terapêutica. Não a melhor, mas a melhor que temos no momento. E o uso de ansiolíticos, antidepressivos, reduz os efeitos colaterais”, diz Senra. Ele afirma que a dependência física criada pelo anorexígeno é mínima. “Observamos na prática e com estudos que a chance de isso ocorrer é muito pequena, se houver retirada gradual do medicamento. Essa prática existe há 20 anos e não vejo mal nisso”, diz.
Ele considera “muito boa” a iniciativa de registrar as receitas, saber quem emite e quem vende. Mas discorda do “princípio da precaução”, argumento usado pela Anvisa. “O paciente tem várias maneiras de reclamar ao se sentir prejudicado. Pode fazer denúncia no Cremesc ou mesmo entrar com uma ação na Justiça. Isso atrapalha o tratamento”, reclama.
E como o senhor tem feito com seus pacientes que precisam dos remédios combinados, doutor? “Informo o Código Internacional da Doença (CID) junto, e com autorização por escrito de quem vai tomar. Mas isso é absolutamente constrangedor para quem vai tomar. É uma exposição desnecessária, uma invasão à privacidade do paciente”, acredita.
Farmacêuticos de Joinville ouvidos pela reportagem também dizem ser difícil explicar aos clientes, acostumados a comprar os medicamentos combinados, que agora não é mais possível. Outra reclamação, de médicos e farmacêuticos: está difícil conseguir imprimir os formulários adequados na cidade, por causa da falta de licença adequada de muitas gráficas. Por causa dessa demora, pacientes estariam ficando sem os remédios.
Consumo
– Brasil tem o maior consumo mundial per capita de remédios para emagrecer.
Dados foram coletados entre 2002 e 2004.
– Brasil – 9,1 doses diárias por mil habitantes. Aumento de 20% em relação a 1992 e 1994.
– Estados Unidos – 7,7 doses diárias por mil habitantes.
– Coréia do Sul e Cingapura – os dois consomem 6,4 doses diárias por mil habitantes.

Regional de SC vai denunciar os médicos

Em Santa Catarina, a regional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (Sbem) apóia a iniciativa da Anvisa. Em nota, o presidente do Sbem-SC, Luiz Antônio de Araújo, diz que há muitos anos a entidade e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Metabologia (Abeso) tem lutado pelo tratamento ético da obesidade.
A Sbem-SC garante que “encaminhará as denúncias de transgressão para serem avaliadas na câmara técnica do Conselho Regional de Medicina (Cremesc)”. Entre essas possíveis denúncias, casos que estão ocorrendo no Estado.
Para driblar a proibição, médicos estariam emitindo receitas para os mesmos pacientes, mas em nome de parentes: pais, irmãos e até filhos. Seria a maneira de permitir que os remédios fossem comprados separadamente e combinados pelo paciente. Duas farmácias de Joinville confirmam que a prática ocorre.

Paciente diz que sofre sem o remédio

Mesmo tendo perdido 30 quilos no ano passado, Ana (nome alterado) só aceita falar por telefone. “Ainda não gosto do meu corpo”, diz a jovem de 28 anos. Desde o início do ano, para continuar usando anorexígeno com antidepressivo, ela vai a um psiquiatra. “Ele me receita um e o endócrino, o outro. Foi a solução que encontrei.” Ela diz que os médicos decidiram continuar o tratamento assim.
“Tenho momentos de depressão. Se não tomar os dois, fico muito ruim”, fala a moradora de Joinville. Ela acha que não está colocando a sua vida em risco. “Tomo há dois anos. De vez em quando o doutor reduzia a dose para ver como eu reagia”, conta Ana.
Outra paciente toma laxantes combinados com moderador de apetite. Mas a dose, sob prescrição, é menor que a vendida livremente na farmácia. “Se for comprar um desses estimulantes intestinais comuns, que qualquer um consegue, e é mais forte, eu posso. Agora, se o médico receita uma dose bem menor, é proibido. Não consigo entender”, argumenta.

Fonte :A NOTÍCIA (SC) • GERAL • 9/3/2008

O que engorda mais vinho ou cerveja?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Apesar da cerveja possuir quase metade das calorias (43 cal em 100 ml) se comparada ao vinho ( 84 em 100 ml) ela, compromete mais o regime. É que a cerveja acaba sendo consumida em maiores quantidades por ser gelada, leve e mais acessível. Fica mais fácil perder o controle na hora da cervejinha do que do vinho!

Femproporex

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

O que é femproporex?

O femproporex é um anorexígeno, com utilização no auxílio ao combate da obesidade, da classe das anfetaminas, que atua diminuindo o apetite. Femproporex, que é utilizado em vários fórmulas para emagrecer, age no sistema nervoso central inibindo o centro da fome hipotalâmico. Juntamente com a anfepramona e dietilpropiona, o femproporex é um dos remédios mais usados no Brasil como supressor de apetite. Além desse três, há a sibutramina, que é mais nova e também mais cara.

Abusos na utilização do femproporex

O femproporex é uma das substâncias cuja utilização sofre mais abusos no Brasil. Além da utilização muitas vezes irracional e exagerada no combate à obesidade, grande parte do abuso na utilização do femproporex é devido à sua propriedade estimulante capaz de manter a pessoa acordada. Desta forma, femproporex é muito utilizado de forma irresponsável por caminhoneiros, a famosa bolinha, para manter-se acordados por várias horas trabalhando. Visando combater o consumo irresponsável do femproporex, a Anvisa obriga que os remédios anorexígenos tenham faixa preta e advertências nos rótulos, além de só poderem ser vendidos sob prescrição médica.

Contra-indicações e indicações

Femproporex é contra-indicado para quem tem distúrbios cardíacos. Além disso, Narcotical Control Board, órgão das Nações Unidas, recomenda que o femproporex, devido à sua capacidade de criar dependência, seja utilizado pelo prazo máximo de quatro meses. Desta forma, o femproporex só teria utilidade para combate da obesidade à curto prazo, tornando-se necessário que a pessoa passe por um processo de reeducação alimentar e mudanças no estilo de vida para não recuperar o peso perdido ao parar de tomá-lo. Além disso, devido aos seus efeitos colaterais em potencial, é necessário que a pessoa que esteja utilizando o femproporex tenha supervisão médica contínua. O médico ao receitar o femproporex deve avaliar o seu risco versus o benefício em relação aos perigos que a obesidade representa para a saúde do paciente.

Efeitos colaterais do femproporex

O femproporex pode ocasionar alucinações, delírios e doenças psicóticas que poderiam levar a pessoa a comportamento violento ou suicida. Femproporex também pode criar dependência. Além disso, femproporex pode causar ainda os seguintes efeitos colaterais:
* insônia,
* nervosismo,
* irritação,
* ansiedade e agitação,
* tremores,
* náuseas,
* fadiga
* depressão,
* complicações cardiovasculares,
* boca seca

Fonte: www.copacabanarunners.net

Quer afinar a cintura? Então desestresse

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Cientistas descobrem como o estresse leva ao acúmulo de gordura abdominal.

Quem não gosta de uma boa desculpa para justificar o acúmulo de gordura na cintura? Na maioria dos casos, os pneuzinhos que não param de crescer nada mais são que o resultado de uma equação simples: comida demais e atividade física de menos. Quando ingerimos mais calorias do que gastamos, o excesso de energia se acumula no corpo em forma de tecido adiposo (sim, gordura). Segundo novas pesquisas, no entanto, há um outro fator que contribui para o ganho de peso: o estresse. Já ouviu desculpa melhor?

Um estudo publicado na revista Nature Medicine desvenda como o estresse faz engordar. E ainda aponta uma forma promissora de remover a gordura localizada. Os resultados surpreenderam os especialistas. Muitos acreditam que essa linha de pesquisa terá grande impacto no desenvolvimento de novos tratamentos de emagrecimento e até de cirurgias estéticas. Será que teremos em breve um novo tipo de lipoaspiração, mais eficaz e menos traumática? O que significam as descobertas para quem quer emagrecer?

Havia muito tempo os cientistas suspeitavam existir uma relação entre estresse e ganho de peso. Mas não conseguiam desvendá-la. Os pesquisadores da Universidade Georgetown, em Washington, foram além. Descobriram um mecanismo químico que pode explicar por que estressados crônicos engordam muito mais que o esperado. Gente que não ingere uma quantidade absurda de calorias e mesmo assim leva um susto toda vez que sobe numa balança.

A explicação para esse fenômeno pode estar nos neurotransmissores, hormônios que permitem a comunicação entre os diferentes tipos de neurônios. Os cientistas trabalharam com um neurotransmissor chamado NPY e o receptor ativado por ele. Essas substâncias atuam em dois tipos de células do tecido adiposo: as células de gordura propriamente ditas e as células dos vasos sanguíneos que as alimentam.

Os pesquisadores descobriram que o estresse faz o corpo liberar NPY em excesso. Isso provoca uma cascata de eventos bioquímicos cujo resultado é indisfarçável: aquela massa de gordura (ops, tecido adiposo) na cintura. O problema não é apenas estético. Vários estudos demonstram que grandes depósitos de gordura na região abdominal – aqueles que fazem o tronco adquirir a forma arredondada de uma maç㠖 elevam o risco de diabetes e doenças cardiovasculares. Daí a importância do novo estudo. “Uma grande lacuna no conhecimento sobre como o estresse crônico leva à obesidade abdominal acaba de ser preenchida”, afirma Mary F. Dallman, da Universidade da Califórnia, no editorial que acompanha a publicação do estudo. “Esses resultados terão profundas implicações no desenvolvimento de novas drogas.”

Os cientistas conseguiram criar gordura em pontos específicos do corpo dos camundongos apenas injetando NPY nessas regiões. E os efeitos negativos da gordura não demoraram a aparecer: intolerância à glicose, hipertensão, vasos sanguíneos inflamados, aumento de gordura no fígado e nos músculos.

Os pesquisadores conseguiram também remover a gordura e evitar a síndrome metabólica ao injetar uma substância capaz de bloquear a ação do receptor de NPY. “Não acreditávamos que seria possível remodelar a gordura dessa forma”, diz a líder da pesquisa, Zofia Zukowska, do Departamento de Fisiologia e Biofísica da Universidade Georgetown. “Mas os diferentes experimentos que realizamos nos últimos quatro anos comprovaram que isso é possível, pelo menos em camundongos.” Em apenas duas semanas, os depósitos de gordura foram reduzidos pela metade. “O implante fez a gordura simplesmente derreter”, afirma. Acontecerá o mesmo em humanos? A equipe acha possível. Tanto o neurotransmissor quanto o receptor relacionados à gordura são muito semelhantes em camundongos, macacos e humanos.

Mudanças na rotina que reduzam o estresse poderiam, em tese, gerar efeitos semelhantes. As situações estressantes vividas pelos animais durante o experimento também são comparáveis às enfrentadas pelos humanos no dia-a-dia. Alguns camundongos passavam uma hora num tanque de água fria durante duas semanas, o equivalente a esperar um ônibus com os pés molhados durante o inverno europeu. Outros tinham de dividir a gaiola com um macho alfa, aquele tipo de animal que fica agressivo quando invadem seu território. Mais ou menos o comportamento que se pode esperar de um chefe dominador e onipotente.

Relaxar e gozar pode ajudar a perder centímetros na cintura
O resultado da pressão crônica foi avaliado em conjunto com uma dieta normal e com uma dieta gordurosa. Os animais estressados que se alimentaram corretamente não engordaram. Os estressados submetidos à dieta hipercalórica engordaram muito mais que o esperado. Os pesquisadores concluíram que a substância NPY atua no tecido gorduroso – e não no cérebro – e que os estressados processam a comida de forma diferente.

Segundo Zofia, esse mecanismo pode ser mais bem compreendido quando pensamos nas vantagens evolutivas garantidas por ele. “Quem pudesse estocar gordura e transformá-la em energia quando precisasse lutar ou fugir tinha mais chance de sobrevivência”, diz. Hoje, a humanidade vive confortavelmente, com comida de sobra e sem ter de enfrentar feras pelo caminho. O mecanismo que leva ao acúmulo de gordura, no entanto, permanece o mesmo desde o tempo das cavernas.

As pesquisas podem representar uma contribuição para o combate da obesidade – um dos mais sérios problemas de saúde pública nos Estados Unidos e no Brasil. É possível, porém, que as primeiras aplicações dessa descoberta ocorram na área dos tratamentos cosméticos e da cirurgia plástica. “Esse estudo pode levar a uma forma segura e eficiente de eliminar gordura sem cirurgia”, diz um dos autores do trabalho, o cirurgião plástico Stephen Baker, da mesma instituição. O grupo pretende começar a testar a técnica em pacientes nos próximos dois anos. Seria uma ótima notícia para os brasileiros, que se submetem a 200 mil lipoaspirações por ano.

A estratégia pode ser útil também como um novo método de implante de gordura, e não apenas como um recurso para eliminá-la. Poderia dar origem a novos preenchedores para amenizar rugas ou tornar os lábios mais carnudos, por exemplo. Ou ainda a próteses para aumentar os seios e o bumbum. “Com injeções como as utilizadas nos ratinhos poderíamos criar implantes baratos, biocompatíveis e com efeitos totalmente previsíveis”, afirma Baker. São muitas as perspectivas. De concreto, por enquanto, fica uma recomendação preciosa para situações de estresse: relaxar e gozar pode ajudar a perder centímetros na cintura.

Fonte: Revista Época

Dieta anti-stress

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Conheça os alimentos espanta estresse

A combinação entre a correria do dia-a-dia, preocupações, muitas horas extras no trabalho e pouco tempo de descanso basta para incorporar à sua rotina uma companhia mais do que indesejada: o estresse. Quando esse indesejável visitante chega, descuidar da alimentação é quase uma regra, ainda que o comportamento só torne o problema ainda mais grave . O ponto de partida para evitar o cansaço e o desânimo é uma dieta equilibrada com carboidratos, proteínas, frutas, hortaliças, leguminosas, minerais e fibras.
Um dos efeitos bastante conhecidos do estresse é a famigerada compulsão alimentar, que também pode desencadear outras doenças, como a obesidade e hipertensão.
Portanto, comer corretamente é fundamental para evitar um efeito dominó de vários males para o organismo.
É importante privilegiar um cardápio que contenha uma variedade de alimentos, pois é a associação correta entre eles que vai fornecer nutrientes na quantidade necessária para nosso corpo. A seguir, saiba quais são os principais ingredientes para mandar o extremo cansaço embora.

Coma certo
Uma alimentação adequada fará seu intestino funcionar regularmente. Esse órgão ajuda na produção de serotonina, o poderoso hormônio responsável por controlar o humor e a peça chave para varrer a fadiga da sua vida.

Bons sonhos
Uma noite bem dormida também é pré-requisito para a dieta contra o cansaço. Durante o sono, nosso corpo produz melatonina, um hormônio antioxidante, que vai remover os radicais livres do organismo e proporcionar uma sensação de bem-estar e relaxamento. Para relaxar; fique longe de estimulantes, como o café, chocolate e álcool, que inibem a produção do hormônio.

Hidrate-se
Muita água para evitar a cefaléia, um tipo bem agudo de dor-de-cabeça. A quantidade diária suficiente varia entre um litro e meio e dois litros. Somente a água consegue hidratar o organismo 100%.

Serotonina para dar e vender
Alimentos que estimulam a produção de serotonina são mais do que bem-vindos na sua dieta. Banana e abacaxi são ótimas fontes. Fuja dos alimentos com alto índice glicêmico (como o mel, pães brancos, farinhas refinadas, refrigerantes, açúcar e doces), pois darão um pique passageiro ao organismo, fazendo você sentir fome novamente rapidinho. Além disso, eles engordam e muito!

Felicidade é o que interessa
Outra fonte de bem-estar é o triptofano, um aminoácido precursor da serotonina e presente nas vitaminas do complexo B, principalmente, na vitamina B6. Você pode encontrar triptofano no lombo e presunto suíno (fique atento para os cortes magros); nos pães e cereais integrais; leite e iogurte desnatados; queijos (prefira os sem gordura); feijão, lentilha, soja, grão de bico, abacate, gérmen de trigo e levedo de cerveja. Nesse último caso, não vale ingerir a bebida alcoólica, pois o álcool impede a absorção das vitaminas do Complexo B. Só evite ingerir combinar a ingestão de alimentos ricos em cálcio com outros ricos em vitaminas do complexo B. O mineral dificulta a absorção dessas vitaminas.

Capriche na vitamina C
Alimentos ricos em vitamina C, como a acerola, mamão, goiaba, kiwi, pimentão, brocólis, salsinha, couve-flor e repolho, são cheios de ácido ascórbico, responsável por melhorar a absorção das vitaminas do complexo B e do ferro, mineral presente nas carnes vermelhas e que participa do transporte de oxigênio nas células, combatendo a indisposição. A ingestão diária recomendada de vitamina C é de 75 mg para mulheres e de 90 mg para os homens, o que equivale a 3 e 4 frutas, respectivamente. Se você for um fumante, acrescente mais 30 mg a quantidade necessária. Evite megadosagem e ingira os alimentos ou o suco da fruta logo depois de cortados ou preparados para o oxigênio do ar não oxidar a vitamina C. E atenção: só tome suplementos de vitaminas e minerais caso haja prescrição médica. Do contrário, eles podem prejudicar sua saúde, em vez de deixá-la tinindo.

Fonte: www.minhavida.com.br

Quer emagrecer? Coma em casa!

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Trocar o restaurante pela comida caseira coloca o controle da dieta nas suas mãos

Almoçar e jantar na rua são privilégios de quem já aprendeu a se controlar. Do contrário, eles podem atrapalhar — e muito! — o seu programa de emagrecimento. Ao comer em casa você economiza em dinheiro e em calorias! Isso porque, em casa, é você quem comanda os ingredientes e as quantidades que vão ao prato.

A seguir, como essa simples decisão pode tornar as suas refeições mais saborosas e a sua barriguinha, mais enxuta. Ah, em tempo: vale, sim, aprontar a marmita pelo bem da dieta!

1. Você pode fazer o cardápio da semana ao preparar o menu com antecedência, fica mais fácil escolher os alimentos mais saudáveis, fugindo da temível batatinha frita que só falta pedir para entrar no seu prato.
Além disso, você só leva o que estiver na sua lista de compras e foge da tentação de um chocolate ou bolachinha doce. Mas cuidado! Nada de petiscar muito ou comer um pãozinho enquanto estiver cozinhando.

2. Em casa, você cozinha com pouco óleo – As gorduras são o grande vilão de qualquer regime, você sabia que cada grama de óleo tem nove calorias? Comendo fora não há como controlar este item, mas em casa você pode substituir o óleo por azeite ou até mesmo água quando for grelhar. Ou melhor ainda, opte por alimentos assados ou cozidos que não necessitam de óleo. A gordura, a partir do momento em que faz tchii , perde as suas propriedades de fornecer vitaminas lipossolúveis (A,D, E, K), que são responsáveis por uma pele saudável, cabelos brilhantes, pela absorção do cálcio-prevenção da osteoporose e coagulação sanguínea.

3. Dá para combinar os alimentos de acordo com a pirâmide a Pirâmide Alimentar é um ótimo guia para perder ou manter o peso sem comprometer a saúde, porque divide todos os alimentos em cinco grupos e ensina a proporção de cada um a ser consumida em nossa dieta, ajudando a selecionar adequadamente os alimentos. Como precisamos de alguns nutrientes em maior quantidade do que outros, é importante consumir mais alimentos dos grupos da base da pirâmide e restringir os dos grupos do topo. Mas atenção: juntos eles compõem uma alimentação balanceada, portanto não despreze nenhum deles! Veja a imagem da pirâmide e anote as porções sugeridas para cada grupo:

Grupo 1 Carboidratos: representa de 6 a 11 porções diárias
Grupo 2 – Verduras e Legumes: representa de 3 a 5 porções diárias
Grupo 3 Frutas: representa de 2 a 4 porções diárias
Grupo 4 – Leites e Derivados: representa de 2 a 3 porções diárias
Grupo 5 – Carnes e Proteína: representa 2 a 3 porções diárias
Grupos 6 Leguminosas: representa 1 porção diária
Grupo 7 e 8 – Óleos, Gorduras e Doces: usar com moderação.

4. O controle do sal está em suas mãos – Além de promover doenças cardíacas e de pressão, o sal retém líquidos, deixando você inchada e piorando bastante a odiada celulite. Uma dica: diminuir o sal na preparação dos pratos não é sinônimo de comida sem gosto!
Use as ervas e temperos como aliados: são excelentes para variar o gosto dos alimentos, e ainda deixam um cheirinho delicioso no ar.Basta variar as ervas adicionadas como estragão, orégano, sálvia, alecrim, tomilho, manjericão, salsinha e cebolinha.

5. Deixe alimentos pré-cozidos para facilitar o dia-a-dia
Se, às vezes, bate aquela preguiça de cozinhar todos os dias, não desanime! Facilite seu dia-a-dia deixando os alimentos pré-preparados. Por exemplo, quando for fazer o arroz, faça uma quantia maior para os outros dias. Faça sopa e congele em potinhos, cozinhe os brócolis e refogue apenas no dia que for usá-lo. São maneiras de agilizar o seu trabalho na cozinha sem ter que recorrer ao delivery de pizza.

6. Aprenda como grelhar sem óleo
Tempere o bife / frango com sal e alho ou de acordo com a sua preferência. Esquente uma frigideira antiaderente, ou use grelhas transversais, e pingue um pouco de água até que ela borbulhe como o óleo e frite a carne. Vá pingando água sempre que notar que está secando demais e faça pequenos cortes no bife/frango pra saber se já está no ponto. Demora um pouco mais, mas fica saboroso da mesma maneira. No final do preparo, coloque o óleo ou o azeite em pequena porção para aumentar o sabor e fornecer vitaminas, além de lubrificar os intestinos, prevenindo a constipação.

7. Não esqueça a higiene
Comer em casa, traz mais uma vantagem: podemos cuidar melhor dos processos de higiene durante o preparo da comida. Veja como:
Prefira tábuas plásticas às de madeira. Esta recomendação se aplica também à famosa colher de pau.
Para cada etapa do preparo, um utensílio específico. Não cozinhe todos os pratos com a mesma colher.
Lave as mãos e o antebraço antes de começar a cozinhar.
Muita atenção com maioneses, pratos com carnes ou com muitos ingredientes diferentes (tipo farofas) sem refrigeração, pois são mais propensos a contaminações.
Saiba que a sua geladeira tem uma ordem a ser respeitada! Na prateleira superior, devem ficar os pratos preparados, como pudins, gelatinas (sempre cobertos com papel alumínio), as sobras de comida (armazenadas em potes plásticos tampados), e produtos como margarinas, geléias, iogurtes e requeijão.
Nas prateleiras intermediárias as frutas (previamente lavadas e secadas, acondicionadas em potes plásticos) e as verduras (preferencialmente lavadas e secas, pois duram mais). Por último, vêm as carnes e pratos para descongelar, sempre em cima de formas, caso escorra sangue ou água de descongelamento.

Fonte: www.minhavida.com.br

A lipo light (ou mini-lipo) é o procedimento que trata gorduras localizadas no consultório, sob anestesia local. Na lipo light retira-se pouca quantidade de gordura de uma pequena área do corpo.

Na lipoaspiração tradicional trabalha-se grandes depósitos de gordura em um tempo cirúrgico, em hospital sob anestesia peridural.

Já na lipoescultura aproveita-se a gordura do próprio paciente que foi retirada de uma determinada região e recoloca-se (enxerta-se) nos locais em que há falta. Por exemplo, no bum-bum.

Mini Lipo

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Pequenas regiões do corpo que retém gordura localizada também podem ser tratadas com lipoaspiração, melhor, com uma mini lipoaspiração. É a técnica conhecida como lipo light ou mini-lipo.
O queixo, a parte interna dos joelhos, região pequena do culote e abdômen são exemplos da aplicação. Dr. Flavio Borges Fortes, cirurgião plástico membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), explica que a técnica é bem mais simples que lipoaspiração convencional. Não há necessidade de repouso e internação. "É menos dolorida e na comparação deixa poucos hematomas. A recuperação torna-se curta", completa.
O diferencial é o tratamento de pequenos volumes de gordura. "O que limita a lipo light é a quantidade de anestésico que pode ser utilizado. Por ser local, não podemos tratar grandes áreas", esclarece.
Aplica-se anestesia local na área que se deseja tratar, seguido de ultra-som externo por 5-10 minutos. O ultra-som promove a destruição das células de gordura, que após são aspiradas por cânulas finas. É comum um inchaço nos primeiros cinco dias. Por isso ainda recomenda-se a realização de drenagem linfática. O resultado, comemora Flavio, "é a modelagem e o aperfeiçoamento do contorno corporal nas áreas restritas". Em muitos casos, é possível voltar às atividades normais no dia seguinte.
O investimento equivale a 30% do valor de uma lipoaspiração. Com avaliação médica, pode-se optar por fazer várias lipo light no lugar de um único procedimento convencional.
No Brasil, a lipo light é realiza desde 2002. Os riscos são mínimos, desde que seja bem indicada e o paciente siga corretamente todas as recomendações médicas após a operação. É importante pesquisar a respeito do médico que fará a cirurgia, de sua formação e especialidade. O site da SBCP, por exemplo, oferece um campo para a busca de seus associados no endereço http://www.cirurgiaplastica.org.br

Fonte: www.copacabanarunners.net

Em recente Congresso de Cirurgia Plástica realizado nos Estados Unidos, o respeitado cirurgião Joseph Capela, filho do inventor da "Cirurgia de Capela" (técnica que provoca a restrição do estômago na obesidade mórbida), afirmou que a maioria dos cirurgiões plásticos norte-americanos possui pouca ou nenhuma experiência com técnicas para cirurgia em ex-obesos mórbidos.
No Brasil, também é escassa a quantidade de médicos que dominam as técnicas para execução de uma cirurgia plástica em ex-obesos. A justificativa está no fato de pacientes que perderam 40 quilos ou mais apresentarem extrema flacidez e sobras de pele com pouca base de colágeno, tornando a cirurgia ainda mais delicada, em conseqüência da perda de elasticidade da pele. Dr. Lawson, outro cirurgião Americano dedicado a este tema, declara que "muitos pacientes após grandes perdas de peso se parecem com Sharpeys. Com sulcos e sulcos e sobras de pele", e, em sua grande maioria, esperam ter o corpo ideal logo após a primeira cirurgia, sendo esta a sua grande expectativa.
"A cirurgia plástica no ex-obeso é considerada, por muitos especialistas, como uma super especialidade, já que a maioria está tentando adquirir know-how neste procedimento; além disso, também há a necessidade de se observar uma série de detalhes pertinentes à má nutrição pela restrição do estomago na cirurgia bariátrica, devendo o cirurgião plástico ter experiência e "faro clinico" para se preocupar com esses pacientes em todo o seu conjunto", declara o Cirurgião Plástico Dr. Wandemberg Barbosa.
O médico afirma que o método mais indicado e que oferece os melhores resultados em contorno corporal de pacientes ex-obesos é a TORSOPLASTIA (retirada de grandes blocos de pele e tecido celular subcutâneo da região dorsal inferior, em conjunto com a plástica do abdômen anterior). " Esse procedimento ainda permite a elevação dos glúteos em 5 centímetros, deixando as pacientes muito mais felizes".
Dr. Wandemberg revela, também, que no Brasil, as pacientes ex-obesas mórbidas estão tão exigentes quanto as pacientes que se submeteram a uma intervenção plástica para eliminar pequenos excessos. "Tenho oportunidade de acompanhar alguns programas de televisão transmitidos nos Estados Unidos e percebo que o grau de exigência das pacientes brasileiras é muito maior do que os resultados apresentados nestes programas, e que são considerados, por eles, um sucesso", afirma.
Outras vantagens são apresentadas pelo especialista para que o método seja mais difundido no país. " O período de recuperação em uma TORSOPLASTIA é igual ao de uma plástica de abdômen isolada e, dependendo do caso e da função exercida pela paciente, poderá ser associada à PLÁSTICA DE MAMA e LIPOASPIRAÇÃO. Também não são deixados drenos e o índice de complicações locais é praticamente zero. O grande problema de não se propor mais esta técnica é o fato de um número maior de cirurgiões necessitarem dominá-la com mais freqüência", finaliza o cirurgião.

Fonte: www.copacabanarunners.net