Critérios de seleção de pacientes e cuidados pré e pós-operatórios podem prevenir complicações na perda de peso

Recentemente o Ministério da Saúde decidiu ampliar para R$ 13 milhões, em 2007, os R$ 8 milhões anteriormente previstos em cirurgias bariátricas e respectivos tratamentos pré e pós-operatórios. Considerando que cerca de 30% dos brasileiros são considerados obesos, pode-se dizer que o sonho de muitas pessoas ficou mais próximo de se tornar realidade.

No entanto, de acordo com o médico nutrólogo Fernando Chueire, nem todos os obesos estão aptos a participar da cirurgia, que dispõe de um processo de escolha altamente rigoroso. Conforme explica o médico da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), os candidatos à cirurgia devem passar por uma preparação que inclui redução de 10% do peso máximo que o paciente já apresentou em toda a sua vida, com finalidade de facilitar o procedimento cirúrgico tecnicamente e evitar as possíveis complicações intra e pós operatórias.

O acompanhamento pré e pós-operatório da cirurgia bariátrica é de extrema importância para que o paciente perca peso de forma segura e controlada. “A alimentação balanceada após a operação, fracionada e saudável diminui o risco de o paciente apresentar complicações metabólicas causadas por vômitos freqüentes que levam à perda de eletrólitos, como potássio, sódio e magnésio, por exemplo, além da perda progressiva de peso, diminui e ou controla significativamente as comorbidades como hipertensão arterial, diabetes e osteoartrites”.

Segundo o Dr. Chueire, a dificuldade de aderência dos pacientes pós cirurgia à dieta recomendada, também pode causar deficiência de vitaminas hidro e lipossolúveis, anemia e distúrbios hidroeletrolíticos ou até acúmulo de líquidos em tecido subcutâneo devido à deficiência protéica (desnutrição protéico energética).

Tratamento da obesidade mórbida exige mudança no estilo de vida

No Brasil, o número de pessoas obesas cresce tanto na população adulta como na infantil. A obesidade já virou problema de saúde pública. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de adultos estão com sobrepeso, desses 17,6 milhões são crianças. Na mesma velocidade que cresce a obesidade, aumenta a procura pela cirurgia bariátrica, indicada para pacientes mórbidos – aqueles cujo Índice de Massa Corporal (IMC) está acima de 40. Por ano, 10 mil obesos são submetidos ao procedimento no Brasil.

O cirurgião do aparelho digestivo Ronaldo Cuenca explica que em todos os casos a cirurgia deve estar associada à mudança do estilo de vida.

Como podemos definir cirurgia bariátrica corretamente?
A operação deve ser encarada como uma ferramenta para o emagrecimento, porque ela não é somente redução do estômago. Existem diferentes técnicas com passos cirúrgicos onde a redução é apenas um deles em algumas técnicas e em outras, o tamanho do estômago se mantém original.

Atualmente, quais são as técnicas utilizadas?
Existem várias técnicas sendo empregadas em todo o mundo. Então, nós temos as operações restritivas, que promovem a perda de peso por meio do fechamento de partes do trato digestivo. As disabsortivas, recomendadas apenas para casos especiais, onde parte do estômago é ressecado e um grande segmento intestinal é ultrapassado. E ainda podemos destacar as operações mistas, que associam as vantagens da restrição do alimento levando os obesos a perder peso com boa qualidade de vida.

A obesidade cresce devido à mudança no estilo de vida? Os obesos mórbidos teriam escolha se adotassem dietas saudáveis ou não?
Com certeza, a obesidade está diretamente relacionada aos hábitos de vida e, principalmente à maneira que comemos. Quase sempre criamos dificuldade para adotarmos uma alimentação correta.

Há cerca de quatro anos houve uma supervalorização da cirurgia bariátrica como solução definitiva para a obesidade mórbida. O que aconteceu de lá pra cá?
Estamos vendo hoje que pessoas operadas há cinco anos ou mais estão ganhando peso, porque acharam que a operação era a única providência a ser tomada e isso está longe de ser a verdade.

Diante dessa nova realidade, na qual 25% dos pacientes voltam a engordar após dois anos, qual é a saída?
A saída é a conscientizar a população que a operação consiste apenas em uma etapa do tratamento e existe a necessidade complementar da mudança do estilo de vida.

No futuro, como serão tratados os obesos mórbidos?
Teremos medicações eficientes que poderão dar o mesmo resultado das operações, mas não os atuais medicamentos. Vão surgir novos, com comprovação científica da sua eficiência e poderemos tratar as pessoas sem a necessidade de cirurgia.

Nem foi preciso fazer a cirurgia

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Candidatos à operação de redução de estômago perdem peso sem precisar do procedimento

Pacientes cariocas que se preparavam para fazer a operação de redução do estômago saíram da fila de espera. Isso porquê eles se surpreenderam com os resultados de uma simples mudança de hábitos.

O tratamento preparatório para a operação, realizado por especialistas do Hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro, surpreendeu a todos. Dos 300 pacientes que esperavam a cirurgia gratuita, 60 desistiram de ser operados.

Eles contaram com a ajuda de nutricionistas, tiveram acompanhamento clínico e psicológico, e começaram a praticar atividades físicas. Com isso, os pacientes perderam em média 25 quilos em um trimestre e desistiram do procedimento cirúrgico de diminuição do estômago.

Essa perda inicial de peso facilitou e motivou os pacientes a tentarem o emagrecimento através de mudanças comportamentais.

Caso o resultado desse tratamento pré-operatório fosse reproduzido em grande escala, só no Rio de Janeiro mais de 8.000 pessoas poderiam evitar a cirurgia. Neste estado estima-se que 40 mil pessoas passarão por este tipo de operação em 2004.

Números do Brasil

Segundo informações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, nosso país ocupa a segunda posição no triste ranking dos países que mais realizam o procedimento cirúrgico para controle e perda de peso. Os brasileiros só ficam atrás dos estadunidenses.

Os números sobre a obesidade no Brasil são divergentes e variam de acordo com a entidade, entretanto, estima-se que mais de 40% dos brasileiros, em torno de 70 milhões de pessoas, estão acima do seu peso ideal.

Esse índice dobrou nos últimos 30 anos. 10% dos brasileiros são obesos, possuem 45 quilos ou mais além do seu peso ideal.

É bom lembrar que a cirurgia bariátrica é indicada para obesos mórbidos, ou seja, pessoas que estão 40% acima do peso e correm risco de morrer. Outra indicação serve para os casos onde exista o risco de o paciente desenvolver outras doenças correlatas à obesidade, como diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares e de articulação.

Cirurgia Bariátrica

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

www.cirurgiadeobesidade.med.br
www.hospitalmemorial.com.br
www.gastronet.com.br
www.exgordo.com.br

Cirurgia só não faz milagre

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Para manter o peso, pacientes precisam de apoio antes e depois
de fazer a redução do estômago

A cirurgia bariátrica ou de redução do estômago não é um tratamento milagroso. A operação é apenas o início de um processo que vai durar a vida toda. É o apoio anterior e posterior ao procedimento que será fundamental para o sucesso na manutenção do peso. O alerta é da coordenadora da equipe de Psicologia do Programa de Assistência e Pesquisa em Obesidade (Passo) e professora do Instituto de Psicologia (IP) da Universidade de Brasília (UnB), Suely Guimarães, após tomar conhecimento dos resultados de um estudo feito no Hospital das Clínicas (HC) em São Paulo, no qual 65% dos pacientes voltaram a ficar obesos após cinco anos da redução do estômago.

Segundo Suely, um dos motivos pelos quais isso acontece é o entendimento do obeso de que as causas de todos os seus problemas estão na gordura. “A vida inteira os obesos são discriminados, recebem apelidos, alguns deixam até de trabalhar, têm dificuldades para se relacionar e com isso vão se isolando cada vez mais”, explica a psicóloga. Muitos atribuem a solução para as dificuldades à operação, mas quando se operam encontram, ao invés de soluções, uma infinidade de situações novas às quais precisam se adaptar.

Se não se adequarem à nova realidade, ficam nervosos, comem e engordam novamente ou desenvolvem comportamentos marginalizados, como o alcoolismo. Também não é raro depois de emagrecer muitos começarem a ser paquerados. Quem não estiver preparado pode desenvolver comportamentos promíscuos. “O obeso tem baixa auto-estima e não é de uma hora pra outra que isso vai mudar”, afirma a psicóloga, que já atendeu 15 pacientes no HUB que fizeram redução no estômago e faz avaliação de outros 50 para saber se podem passar pela cirurgia.

O hábito de comer também funciona da mesma forma: não muda de repente. É necessário descobrir outros prazeres além da comida. A dica da psicóloga é fazer uma mudança radical de vida, que inclui desenvolvimento de habilidades sociais, projetos profissionais, adoção de atividades físicas como rotina, aumento no tempo das refeições e no número de mastigadas. É aí que entra o programa do Hospital Universitário de Brasília (HUB), único no país que assiste o paciente de forma continuada antes e depois da cirurgia bariátrica. O serviço começou a ser prestado desde 2003, mas ainda é cedo para ser avaliado. De acordo com Suely, essa pesquisa só poderá ser feita daqui a pelo menos três anos para saber a trajetória dos operados.

COMO FUNCIONA – Os pacientes do hospital contam com o apoio de uma equipe multidisciplinar e o tratamento começa pelo menos quatro meses antes da cirurgia. Psicólogos, endocrinologistas e nutricionistas fazem uma bateria de avaliações para saber se o paciente tem indicação, se está apto a fazer a operação e se terá condições de se adaptar ao procedimento cirúrgico. Aqueles que não passam na avaliação são encaminhados para psicoterapia.

Os obesos que tiverem indicação para o tratamento cirúrgico passam a freqüentar sessões semanais de quatro horas de duração para conhecer mais sobre o procedimento e receber treinamento para mudanças de hábitos com avaliação continuada e reeducação alimentar. Antes de cada sessão eles se pesam. Espera-se que eles percam cerca de 10% do peso inicial antes da cirurgia. Durante esse período de treinamento, há assistência continuada com a equipe de nutricionistas e de endocrinologistas. Depois da cirurgia, os pacientes também já saem da sala com consulta marcada com o endocrinologista, uma dieta adaptada preparada pelo nutricionista e um novo grupo para freqüentar por tempo indeterminado.

No grupo permanente de pós-operados, os pacientes servem de modelos uns para os outros e aprendem estratégias para driblar as possíveis dificuldades relacionadas ao comportamento alimentar. Além disso, aprendem a responder de modo adequado e produtivo às novas situações sociais, emocionais, afetivas, profissionais e pessoais que surgirão após o emagrecimento. A assistência continuada depois da operação tem o objetivo de evitar o desenvolvimento de estratégias inadequadas ou improdutivas de enfrentamento a essas situações, que possam implicar respostas indesejáveis como depressão, alcoolismo e outros comportamentos.

SÍNDROME DE DUMPING – O grupo de atendimento e a reeducação alimentar são muito importantes para conscientizar os pacientes a respeito das conseqüências do não cumprimento das recomendações. Aqueles que burlam o regime alimentar e ingerem doces, por exemplo, sofrem com a Síndrome de dumping, um conjunto de reações de mal-estar que provoca sudorese, vômitos, náuseas e fraqueza. O paciente operado além de ter o estômago reduzido, sofre alterações também na absorção dos alimentos, pois parte do seu intestino é excluído. Com isso, determinados tipos de alimento podem ser mais difíceis de processar, como o açúcar.

O Hospital Santa Rita, em Maringá, terá que realizar quatro cirurgias bariátricas – conhecida como “cirurgia de redução de estômago” – por mês, de acordo com liminar do Ministério Público Federal em conjunto com o Ministério Público Estadual. A decisão atinge também o Hospital Universitário de Maringá, pois é o único que já credencia pacientes para esse tipo de cirurgia pelo Sistema Único de Saúde em toda a região. O objetivo é reduzir o tempo de espera na fila de pessoas diagnosticadas com obesidade mórbida. Na ação, o MPF e o MP Estadual determinam que a União e o Estado do Paraná credenciem outros dois hospitais que têm interesse em realizar esse tipo de cirurgia. A liminar também obriga que sejam liberados os recursos necessários para a realização das 8 cirurgias mensais, que passarão a ser realizados em Maringá. Segundo um levantamento da Promotoria da Saúde, somente em Maringá 344 pacientes aguardam para realizar o procedimento no Hospital Universitário. A Justiça ainda determina que, que a União e o Estado realizem as cirurgias bariátricas em portadores de obesidade mórbida e que o tempo de espera para a realização da cirurgia não ultrapasse o prazo de seis meses, contados da data da solicitação do procedimento na Secretaria Municipal de Saúde ou nos Hospitais credenciados. Cirurgia A cirurgia bariátrica é a última alternativa de tratamento em pacientes com obesidade mórbida. Esta doença consiste no acúmulo excessivo de gordura que excede aos padrões estruturais e físicos do corpo humano. A obesidade torna-se “mórbida“ quando atinge o ponto de aumentar significativamente o risco de doenças graves (também conhecidas como co-morbidades), que resultam em deficiência física significativa ou até a morte. São doenças graves que, associadas à obesidade, podem produzir danos irreparáveis, com risco de morte para o paciente. Entre elas, estão: hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, diabetes tipo 2, câncer no intestino, próstata, mama, endométrio e ovários, depressão e outras, também de alta gravidade.

O que posso comer à noite?

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

Diversas dietas são divulgadas e sempre bate uma dúvida de qual delas realmente ajuda a emagrecer. Dieta do tipo sanguíneo, dieta líquida, dieta da proteína, dieta da sopa, entre muitas outras. E uma delas, também bastante conhecida, é a que sugere excluir o carboidrato à noite.

Para diferenciar os mitos envolvidos neste tipo de regime, das informações realmente verdadeiras, 6 dicas para você conseguir emagrecer, controlando os alimentos da última refeição do dia. Confira:

1- Diminua as calorias ingeridas à noite
"O sugerido quando se quer perder peso, é diminuir a ingestão calórica à noite, por isso, de nada adianta cortar o arroz e o pão e substituir por sorvetes, frituras ou qualquer outro alimento tão calórico quanto o carboidrato.

2- Personalize a dieta
É importante ter acompanhamento de um especialista para que ele indique a melhor opção. "Ao falar "à noite" muita coisa pode variar. Uma pessoa que dorme à meia-noite merece uma dieta diferenciada de outra que vai para a cama às 21 horas. Essa pessoa que dorme depois da meia-noite, se jantou às 19 horas, não há problemas de ter comido carboidrato", destaca.

3- Atividade física muda tudo
Se você costuma jantar e depois ir à academia, você precisa comer carboidrato nesta refeição. "O carboidrato é muito importante para os exercícios, já que eles vão oferecer a energia que o corpo precisa na atividade física. E por mais estranho que pareça, quem não pratica exercícios também precisa de carboidratos. O carboidrato faz parte do aumento de massa muscular. Uma pessoa que corta o carboidrato da alimentação e não pratica atividade física, tem mais chances de ficar flácida, pela diminuição da musculatura.

4- Faça substituições
Se você e sua nutricionista chegarem à conclusão de que retirar o carboidrato da última refeição vai lhe beneficiar, sua opção é comer algumas coisas que também vão oferecer nutrientes importantes. O carboidrato pode ser substituído por lentilha, ervilha, grão de bico, legumes e verduras, ou ainda 1 copo de leite semidesnatado, ou 2 fatias de queijo branco, ou 1 iogurte desnatado, ao invés dos pães, massas e arroz.

Dê preferência aos alimentos integrais
Você pode substituir o pão francês por alimentos integrais, por exemplo. Essa é uma excelente alternativa para quem quer controlar o peso, porque eles possuem uma maior quantidade de fibras – o que favorece a saciedade e, conseqüentemente, come-se menos.

Não durma com fome
Caso você tenha a idéia que quanto menos comer à noite melhor, pode mudar a sua rotina. Flávia afirma que "dormir com fome é mais prejudicial do que ingerir um alimento leve que lhe deixe satisfeita, pois com o sono prejudicado, toda a função do metabolismo estará comprometida.

Fonte: www.minhavidaq.com.br

Há muito tempo que as pessoas tentam decifrar de que forma o metabolismo atua no organismo, na verdade ele é um conjunto de reações fisiológicas. É por meio destas diversas reações e do equilíbrio entre elas que o nosso organismo funciona. E, para que tudo ocorra na mais perfeita harmonia é necessário um combustível, uma energia que permita que tudo ocorra de maneira adequada.

Um indivíduo em repouso gasta energia (calorias) para manter suas atividades vitais: respiração, metabolismo celular, circulação, atividade glandular e manutenção de temperatura corpórea. Quando isso acontece interfere no metabolismo basal ou taxa metabólica basal (TMB). Como o metabolismo age no organismo é fácil entender, mas de que forma que ele interfere no ganho de peso muitas pessoas ainda têm muitas dúvidas. E para tentar esclarecer o que é mito nessa história segue abaixo algumas das perguntas mais freqüentes.

Peso X Metabolismo

Mito: Não Emagreço porque meu metabolismo é lento.
Verdade: Metabolismo é um conjunto de reações fisiológicas responsáveis pelo funcionamento do nosso corpo como respiração, circulação, manutenção da temperatura do corpo e reações químicas celulares. Para que tudo isso funcione o organismo gasta calorias que pode variar de indivíduo para indivíduo, mas normalmente não é causa de ganho de peso, a não ser que exista alguma doença como o hipotireoidismo.

Exercício X Metabolismo

Mito: Vou à academia diariamente, mas meu metabolismo não reage.
Verdade: A atividade física aeróbica leva a um gasto calórico importante durante sua execução, ou seja, ajuda a queimar calorias, porém, a atividade muscular de resistência (musculação) pode sim levar a um aumento do metabolismo de repouso (basal) porque aumenta o número e tamanho das fibras musculares que são verdadeiras torradeiras de calorias.

Gestão X Metabolismo

Mito: Estou grávida então meu metabolismo vale por dois e posso comer o que quiser.
Verdade: As gestantes aumentam seu metabolismo em até 28% para suprir de forma eficiente as necessidades do bebê, o que não significa poder comer o dobro sem engordar.

Tireóide X Metabolismo

Mito: Tenho problemas de tireóide e por isso meu metabolismo é lento.
Verdade: Sabe- se que apenas 3 a 5% dos casos de excesso de peso e obesidade são causados por hipotireoidismo. Além disso, mesmo que a pessoa seja portadora dessa doença, normalmente pode ser controlada sem dificuldades com o uso adequado de medicação especifica.

Fonte: Vida e Saúde

Com estas dicas, seguir o cardápio light vira uma moleza

Mesmo quem já conseguiu vencer a balança pena com ela: sdd, ou síndrome do desânimo na dieta. Os sintomas são preguiça de preparar um lanchinho light e bem gostoso, palpitações na frente de uma confeitaria e tremedeira na hora de montar o prato num restaurante por quilo.

Brincadeiras à parte, tem hora que a gente tem vontade de dormir na hora do almoço só para evitar certas situações (como uma bancada cheia de sobremesas transbordando calorias). O jeito, então, é simplificar nossa vida.

É verdade que cada um acaba encontrando um caminho. E o que vale é você ir por ele numa boa. Mas, às vezes, a rota anda meio cheia de desvios e um mapinha pode ajudar. Abaixo algumas pistas para chegar mais depressa no seu objetivo. Tomara que elas facilitem um pouco a sua jornada rumo ao peso ideal.

Saiba o que pode ser ingerido os cardápios são referência para o que pode ou não pode ser ingerido. Conhecendo bem as refeições e os alimentos que as compõem, fica fácil fazer a escolha. Mesmo que, em determinado dia, não seja possível seguir religiosamente o que foi determinado. Conhecer os alimentos e os tamanhos das porções é fundamental para ter uma segunda alternativa quando não há as opções descritas no cardápio.

Troque o proibido pelo permitido: uma dieta bem elaborada permite a ingestão de pequenos lanches entre as refeições principais . Dessa maneira, irá se alimentar a cada 3 horas. Entretanto, é necessário trocar a barrinha de chocolate pela fruta menos calórica. Permita-se experimentar novos sabores. Uma dieta equilibrada deve conter frutas, legumes e verduras. Se você não tem o hábito de ingerir esses alimentos, está na hora de se propor a melhorar.

Faça compras saudáveis: na hora da compra do supermercado, vá com uma lista em mãos. Não se permita a comprar doces, salgadinhos, queijos calóricos. O pior erro é fazer a própria armadilha.

Não dê chances para desistir: escorregões nas primeiras semanas da dieta são comuns. Entretanto, eles não podem ser desculpa para maiores exageros ou desistência do objetivo de emagrecer. Exagerou? Volte em seguida à alimentação proposta para que elimine peso. Não precisa esperar a segunda-feira para fazer isso. Se exagerou no almoço, volte a controlar a alimentação no mesmo dia.

Saiba quais locais freqüentar: selecionar os lugares onde oferecem alimentos mais saudáveis é fundamental para manter-se firme na dieta. Se há as opções mais tentadoras, controle-se. Opte sempre pela opção mais saudável e que trará o resultado esperado. Além disso, saber onde se alimentar é fundamental para propor um local de encontro com os amigos e com a família.

Organize a geladeira e despensa: deixar visível os alimentos calóricos e, ao mesmo tempo, os preferidos é uma isca para sair da dieta quando a fome, a ansiedade, o nervosismo, a briga com o namorado, a pressão no trabalho aparecer. Antes de começar a dieta, faça uma faxina na geladeira e na despensa. Deixe-as o mais saudável possível. Se você convive com outras pessoas, faça um cantinho só seu. Se estiver com fome, não fuce no lugar alheio. Busque os seus alimentos saudáveis.

Converse com seus amigos: fale a eles sobre a sua nova decisão de emagrecer. Mostre a importância que isso tem para você. Assim, quando forem sair ou se encontrar, será mais fácil deles entenderem e optarem por um barzinho ou restaurante que você indicar. Fazer dieta não é sinônimo de exclusão social. Mas é preciso ter ajuda e entendimento para que possa manter-se firme no que é proposto. E, é claro, mostre a eles que você está determinado a alcançar o seu objetivo.

Busque se informar: quanto mais você ler sobre alimentação saudável, a importância e os benefícios que ela traz para o corpo, mais fácil será manter-se firme na dieta para atingir o peso desejado. E perceberá que, apesar do fator estético ser a principal causa citada por quem quer emagrecer, a boa saúde e a melhor qualidade de vida são objetivos muito maiores- e mais importantes – de serem alcançados.

Estipule diversas metas: durante o processo de emagrecimento é importante colocar pequenas metas . Se o objetivo é emagrecer 20 quilos, comece estipulando a eliminação de 5 quilos. Conforme for avançando, perceberá que é possível atingir a meta final, além de se estimular a cada pequeno objetivo alcançado.

Mude o foco: quando a vontade de comer aquele doce ou de atacar a geladeira não sai da cabeça, é hora de mudar o foco. Desvie a atenção da comida. Faça alguma outra atividade. Leia um livro, assista a um filme ou programa, faça caminhadas, arrume a casa, o escritório ou faça uma faxina na sua caixa de emails. Dessa maneira, ocupará a mente e, quando perceber, estará na hora de fazer a próxima refeição.

Fonte:Dieta e Saude

O que a lipo não pode fazer por vocÊ

setembro 15th, 2016 | Posted by Giselle in Arquivo - (0 Comments)

A cirurgia pode modelar o seu corpo, mas não fazer milagres

No rol das promessas de emagrecimento mais procuradas pela população estão chás medicinais, adesivos cutâneos, dietas da moda , pílulas que regulam o apetite, cirurgias de redução do estômago… Freqüentemente, a lipoaspiração também é procurada por pessoas que estão acima do peso. No entanto, é preciso esclarecer os reais benefícios que este procedimento proporciona. É comum encontrar pacientes que pensam em fazer uma lipoaspiração com o objetivo de perder peso. A cirurgia não é um método de emagrecimento.
A lipoaspiração é um procedimento destinado a`remover apenas gorduras localizadas, como as que se encontram debaixo dos braços, nos quadris e na região abdominal. É o tipo de gordura que dificilmente pode ser eliminado, mesmo com o auxílio de exercícios físicos e de uma nova dieta.Esta regra só se aplica a pacientes adultos. Crianças, ainda que tenham acúmulo de gordura no corpo, a ponto de comprometer seu bem estar físico e psicológico, não devem se submeter à lipoaspiração. Já para os adolescentes, a lipoaspiração é mais aceita pelos médicos, contanto que o jovem operado não seja obeso.
Para esclarecer melhor, algumas dúvidas mais comuns sobre a lipoaspiração e a sua correta indicação terapêutica, desmistificando algumas promessas sobre o procedimento:

Estar acima do peso é um fator impeditivo para fazer uma lipoaspiração?
A partir de 10% a mais do peso ideal, os resultados da lipoaspiração não são tão satisfatórios. É importante entender que se trata de uma cirurgia de acerto de contornos e não deve ser encarada como um método para emagrecer. Há um limite de gordura que pode ser retirado. Exercício e dieta são os caminhos para quem precisa eliminar o excesso de peso. De acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina, não se pode passar de 7% do peso corporal do paciente na lipoaspiração úmida (com injeções de soluções líquidas) e 5% de retirada de gordura na lipoescultura a seco.

É possível fazer uma lipoaspiração estando bronzeada?
Sim, mas apenas se o paciente tomou todos os cuidados para garantir um bronzeado seguro e adequado, usando protetor solar e mantendo a pele bem hidratada. Se o paciente abusou do sol, sua pele ficará muito sensível para ser submetida a qualquer tipo de procedimento. A própria assepsia pode piorar a queimadura local, prejudicando o tratamento cirúrgico. Também há o risco de haver hipo ou hiperpigmentação no local da perfuração com as cânulas, já que há concentração de melanina na epiderme por causa do bronzeado.

Para pneuzinhos na barriga e nas costas, a lipoaspiração é a melhor solução?
De uma maneira geral, sim, mas a indicação cirúrgica só pode ser feita individualmente. A lipoaspiração é uma boa alternativa para eliminar gordura bem localizada, aquela que não é eliminada com dieta e exercícios. Um bom resultado depende também da pele do paciente, que precisa ter boa elasticidade e do peso relativamente adequado.

Quanto de gordura pode ser lipoaspirado?
Há um limite máximo de retirada de acordo com cada paciente. Mas, em geral, varia de 5 a 7% do peso corporal. O exagero pode debilitar o organismo porque junto com a gordura há também aspiração de sangue. É recomendável conversar com o cirurgião plástico, falando de suas expectativas e ouvindo a avaliação do profissional sobre o quanto pode ser removido do seu corpo.

Se eu fizer a lipoaspiração no fim de julho, já vou perceber os resultados definitivos em agosto?
Não. Apesar dos avanços técnicos que reduziram bastante o tempo de convalescença, os efeitos não são imediatos. O desaparecimento do inchaço e a reacomodação da pele podem demorar uns 30 dias. O resultado definitivo é percebido no período de seis meses a um ano após a lipoaspiração. Esse prazo depende também dos cuidados do paciente no pós-operatório e nos meses seguinte à cirurgia, como, por exemplo, seguir à risca uma dieta equilibrada e aderir à prática regular de exercícios.

A lipoaspiração elimina a flacidez da pele que sobrou?
Justamente por não eliminar a flacidez, esse procedimento deve ser realizado em pacientes que apresentem pele elástica e gordura localizada. Só nessas circunstâncias, após a retirada de gordura, a pele se retrai e se acomoda na região.

A lipoaspiração é uma cirurgia como outra qualquer?
Sim.Trata-se de um procedimento cirúrgico que deve ser realizado por um cirurgião plástico, em local adequado, com todo suporte hospitalar necessário para enfrentar eventuais complicações, que podem acontecer em qualquer tipo de operação. "Minilipo", "Lipinho" ou "Lipo Light" são nomes que seduzem e podem até confundir quem quer melhorar o contorno corporal, mas tem medo de se submeter a uma cirurgia. Não considero apropriado mascarar o procedimento, lipoaspiração é sempre lipoaspiração, com os seus riscos e benefícios.
A própria Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica já divulgou alertas neste sentido, nos quais manifestava preocupação com o que chama de banalização das lipos de pequeno porte. O tema também foi debatido durante o IX Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, que aconteceu no início de março, em São Paulo.

Após a lipoaspiração, se eu voltar a engordar, os pneuzinhos podem se formar em pontos próximos do local da lipoaspiração?
Depende de quanto você engordar. A região lipoaspirada melhora o contorno corporal, por isso, se houver um aumento de peso, pequeno ou moderado, não ocorrerá perda do resultado. Por outro lado, se você ganhar muito peso, as células de gordura restantes começam a armazenar os excessos, uma vez que as células gordurosas aspiradas não voltam.

Como é que vou saber se o médico que fará a minha lipoaspiração é ou não um especialista em cirurgia plástica? Basta você consultar o site oficial da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (www.cirurgiaplastica.org.br). O website oferece informações sobre os cirurgiões pertencentes à sociedade.

Fonte: Dieta & Vida

Sem atenção à postura e à respiração, as repetições não adiantam nada

Se você já está cansado de tanto fazer abdominais e não notar resultado nenhum, é hora de dar uma pausa e analisar como anda a execução dos seus exercícios. Muitas vezes, o aluno tem uma boa freqüência de treino. Mas, na pressa de terminar logo as séries, acaba ignorando alguns detalhes que comprometem a eficácia dos movimentos.
Mas piores mesmo são aqueles casos em que, além do resultado zero, o praticante ainda ganha dores terríveis nas costas e no pescoço. E qual a causa de tudo isso? Erros de postura na hora de realizar os movimentos. É preciso prestar atenção nos braços, nas pernas, nos pés, na posição das costas e na respiração.
Quem está começando agora, entretanto, pode respirar aliviado. A seguir todas as dicas para qualquer pessoa repetir aquele abdominal mais simples (pernas flexionadas e pés no chão, com as costas completamente apoiadas num colchonete) sem nenhum dedo fora do lugar.

Respiração
O ideal é expirar quando você precisa fazer mais força, ou seja, na hora de subir o tronco (embora você faça força e mantenha uma contração leve durante todo o exercício), Desta forma você recruta mais os seus músculos abdominais

Braços
Eles devem ficar posicionados de modo que os cotovelos fiquem bem abertos. Assim, você não força demais a sua coluna e evita dores nas costas.

Pés
Eles devem ficar próximos ao quadril e afastados um do outro na largura do próprio quadril. Isso evita sobrecarga na região lombar da coluna.

Cabeça
Quando for fazer os movimentos, imagine que há uma bolinha entre seu queixo e o colo. Ela impede você de dobrar o pescoço, enterrando o queixo no peito. As costas e o pescoço devem permanecer alinhados o tempo todo, evitando tensionar a musculatura da coluna cervical

Elevação das costas
Isso vai variar de acordo com o seu condicionamento. Normalmente, quem está começando não consegue uma elevação muito grande sem tirar os pés do chão ou forçar o pescoço. O que varia de uma elevação mais curta para outra, mais intensa, são os músculos trabalhados: na primeira, o foco restringe-se aos superiores.

Freqüência
Os abdominais devem ser trabalhados como os outros músculos. Você deve dar um descanso para a musculatura se recuperar e, dependendo do caso, até conseguir uma hipertrofia. O mais indicado é manter séries em dias alternados, repetindo ao menos três vezes por semana. No começo, nem precisa se preocupar com cargas. Depois, peça orientação ao seu treinador para o uso de pesos ou aparelhos específicos.

Repetições
Nem pense em imitar aquele seu amigo que repete quinze séries de mil abdominais a cada treino. Não há necessidade. Fazendo os exercícios com concentração, três séries de trinta movimentos são o bastante para sentir a musculatura enrijecer.

Abdominais com bola
Os abdominais com a bola são ótimos, pois você precisa se equilibrar para sustentar o movimento e isto faz você recrutar mais a sua musculatura abdominal e também de outras partes do corpo, além de fazer também um exercício isométrico.

Barriga com gominhos
A genética, a idade o seu histórico esportivo interferem diretamente no rendimento do seu treino. Quem faz exercícios desde criança observa resultados muito mais rápidos, por exemplo. Mas, em três meses, já é possível notar a diferença, independente do seu condicionamento inicial. Só não ache que abdominal faz perder barriga. Isso é papel dos exercícios aeróbios (como corrida, caminhada, bicicleta e natação) e de uma boa dieta. Abdominais servem para enrijecer a musculatura.

Sinal de alerta
Seu corpo, geralmente, avisa caso você esteja fazendo algo errado. Dores na região do pescoço e na lombar são comuns. Só não se espante caso sinta o desconforto logo no começo: nesta fase, pode ser só o reflexo do seu sedentarismo. Evite isso fazendo alongamento antes e depois de terminar suas série

Fonte: Dieta & Vida